Augusto Victor da Costa Sequeira
| Augusto Victor da Costa Sequeira | |
|---|---|
| Conhecido(a) por | Ter feito o projecto do troço entre Silves (Portugal) e Portimão do Ramal de Lagos |
| Morte | Década de 1900 |
| Nacionalidade | Portugal |
| Ocupação | Engenheiro e ferroviário |
| Empregador(a) | Caminhos de Ferro do Estado |
| Cargo | Engenheiro-chefe de Via e Obras da Divisão de Sul e Sueste |
Augusto Victor da Costa Sequeira (m. década de 1900) foi um engenheiro e ferroviário português.
Biografia
Exerceu como engenheiro ferroviário, tendo sido responsável pelo plano para o lanço entre Silves e a estação provisória de Portimão do chamado Ramal de Portimão, que se iniciava em Tunes, na Linha do Sul.[1] Foi auxiliado nesta tarefa pelo chefe de secção, Eduardo de Mello Garrido, tendo ambos dirigido igualmente as obras no terreno, onde mostraram uma elevada eficiência, reduzindo consideravelmente os custos de construção.[1] Segundo um edital de 18 de Fevereiro de 1903, Costa Sequeira foi integrado numa comissão para o estudo dos tipos de via que deveriam ser usados na linha férrea da Régua a Chaves e à fronteira.[2]
Segundo a obra Os Portos Marítimos de Portugal, publicada em 1909 por Adolfo Loureiro, Costa Sequeira fez em 18 de Maio de 1887 o reconhecimento do Rio Mira, tendo apurado que o rio era navegável até Monte Saque-no-Baque, acima da vila de Odemira uma vez que era até aquele ponto que chegavam as marés, necessárias para a navegação. Loureiro refere igualmente que o engenheiro tinha já falecido.[3]
Referências
- 1 2 «Silves a Portimão» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 16 (361). Lisboa. 1 de Janeiro de 1903. p. 3-4. Consultado em 21 de Dezembro de 2021 – via Hemeroteca Digital de Lisboa
- ↑ «Parte Official» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 16 (365). Lisboa. 1 de Março de 1903. p. 69. Consultado em 23 de Fevereiro de 2026 – via Hemeroteca Digital de Lisboa
- ↑ COSTA, A. B. Rodrigues da (Agosto de 1982). «A Bacia Hidrográfica do Rio Mira» (PDF). p. 4. Consultado em 23 de Fevereiro de 2026 – via Associação Nacional de Cruzeiros