Damas de Branco

Manifestação das Damas de Branco em Havana em abril de 2012

Damas de Branco (em castelhano: Damas de Blanco) é um grupo de mães e esposas de presos políticos do regime socialista cubano.[1] É composto por familiares e esposas de cidadãos presos por serem opositores ao regime político da ilha e lutarem pela liberdade. O movimento surgiu em 2003, após a chamada Primavera Negra de Cuba e possui como tradição a vestimenta branca (referência/reverência, aos Fantasmas dos mortos) utilizada nos protestos, em memória aos mortos do regime. Foi fundada pela dissidente Laura Pollán.[2][3]

O grupo recebeu o Prémio Sakharov para a Liberdade de Pensamento em 2005, todavia não pôde recebê-lo, pois foi impedido de realizar a viagem. Em 2006, ganharam o prêmio Human Rights First.[1]

Em 2010, o grupo realizou várias manifestações em Cuba, sendo observado de perto por diplomatas estrangeiros.[4]

Ver também

Notas e referências

  1. 1 2 G1. «'Damas de Branco' concluem semana de passeatas por presos políticos em Cuba». Consultado em 22 de março de 2010. As Damas de Branco, mulheres e mães de 75 presos políticos cubanos
  2. ↑ CB. «Fundadora e líder do movimento Damas de Branco denuncia repressão brutal em Cuba, critica Lula e desafia o regime de Raúl Castro». Consultado em 22 de março de 2010
  3. ↑ Reuters. «Polícia cubana arrasta mulheres durante protesto contra governo». Consultado em 18 de março de 2010
  4. ↑ «Morre Laura Pollán, líder das Damas de Branco». O Globo. 14 de outubro de 2011. Consultado em 29 de junho de 2018

Ligações externas