Economia da Palestina

A economia palestina lida com a situação econômica cíclica e estrutural do Estado da Palestina.
Como a Palestina não é um Estado soberano, sua economia está intimamente ligada à pressão exercida pelo Estado de Israel. A economia palestina depende principalmente da evolução do processo de paz no Oriente Médio.[1] Oitenta por cento de seu comércio exterior e déficit comercial são com Israel. O déficit comercial palestino aumentou de US$ 800 milhões em 1990 para US$ 1,4 bilhão em 1996 e para US$ 1,7 bilhão em 1998.[1] Outra dependência é a do setor agrícola. Até a década de 1990, o setor representava um quarto do produto nacional bruto e empregava 40% da força de trabalho palestina. A participação caiu para 13% do PIB em 1993, e 4,8% em 2009,[2] mas sendo ainda superior à participação da indústria, que sofre com infraestrutura insuficiente e investimentos públicos e privados inadequados (focados principalmente em habitação). A economia palestina também é fortemente dependente de ajuda internacional.
A guerra de Gaza de 2023-2025 causou o colapso da economia palestina. Em 2024, quase 100% da população da Faixa de Gaza vivia em situação de pobreza.[3]
Referências
- 1 2 «Une économie à développer». Le Monde diplomatique (em francês). Consultado em 4 de novembro de 2006
- ↑ «Agriculture in Palestine: a post-Oslo analysis» (PDF) (em inglês). CEPR. 2012. Consultado em 30 de março de 2026
- ↑ «Gaza : taux de pauvreté de près de 100% et économie à genoux après un an de guerre | TV5MONDE - Informations». information.tv5monde.com (em francês). 17 de outubro de 2024. Consultado em 23 de outubro de 2024
- Este artigo foi inicialmente traduzido, total ou parcialmente, do artigo da Wikipédia em francês cujo título é «Économie palestinienne», especificamente desta versão.
Ligações externas
- «Palestina: os riscos de uma economia em colapso». IHU. 8 de janeiro de 2025. Consultado em 30 de março de 2026