Emilio Pignoli
Emilio Pignoli | |
|---|---|
| Bispo da Igreja Católica | |
| Bispo emérito de Campo Limpo | |
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| Hierarquia | |
| Papa | Leão XIV |
| Arcebispo metropolita | Odilo Pedro Cardeal Scherer |
| Atividade eclesiástica | |
| Diocese | Diocese de Campo Limpo |
| Nomeação | 15 de março de 1989 |
| Predecessor | criação diocese |
| Sucessor | Luiz Antônio Guedes |
| Mandato | 1989 - 2008 |
| Ordenação e nomeação | |
| Ordenação presbiteral | 29 de junho de 1957 |
| Nomeação episcopal | 29 de abril de 1976 |
| Ordenação episcopal | 24 de junho de 1976 por Carmine Rocco |
| Lema episcopal | CERTAM VOCATIONEM FACIATIS Consolidai vossa vocação |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | Cappella de' Picenardi 14 de dezembro de 1932 (93 anos) |
| Nacionalidade | italiano brasileiro |
| Funções exercidas | -Bispo de Mogi das Cruzes (1976-1989) |
| dados em catholic-hierarchy.org Bispos Categoria:Hierarquia católica Projeto Catolicismo | |
Dom Emilio Pignoli (Cappella de' Picenardi, 14 de dezembro de 1932) é um bispo católico ítalo-brasileiro. É Bispo emérito da Diocese de Campo Limpo. É irmão de Dom Angelo Pignoli, bispo emérito de Quixada, Ceará.
Foi bispo da Diocese de Mogi das Cruzes de 1976 a 1989 e da Diocese de Campo Limpo de 1989 a 2008, quando pediu a renuncia ao santo padre pelo limite de idade. Grande promotor das vocações sacerdotais, e mentor da expansão das estruturas paroquiais em ambas dioceses, criando aproximadamente sessenta novas paróquias no sudoeste da grande São Paulo. Construiu ou reformou quatro seminários, construiu a Catedral da Sagrada Família, em arrojado estilo arquitetônico, entre os anos de 1991 e 1997.
Dom Emílio Pignoli: Pastor que edificou a Igreja com o povo
Falar de Dom Emílio Pignoli não é apenas recordar uma história, mas é contemplar um testemunho vivo de doação, de fidelidade e de amor à Igreja. Sua presença marcou profundamente a vida e a caminhada de tantos fiéis, deixando um legado que ultrapassa estruturas e permanece no coração do povo de Deus.[1]
Dom Emílio não foi simplesmente um administrador de uma realidade já pronta. Ao contrário, foi um verdadeiro pastor que compreendeu que a Igreja se constrói com o povo, na proximidade, na escuta e na entrega cotidiana. Sua missão foi marcada por este espírito: formar comunidades vivas, despertar corresponsabilidade e alimentar a fé com gestos concretos de cuidado pastoral.[2]
Desde os primeiros passos de seu ministério, já se percebia nele um zelo especial pela vida da Igreja. Não se limitava ao essencial, mas buscava sempre o melhor para o povo que lhe era confiado. Sua presença não era distante, mas próxima; não era autoritária, mas paterna; não era apenas organizadora, mas profundamente evangelizadora.[3]
Ao longo de sua caminhada, enfrentou desafios próprios de cada tempo. Desafios pastorais, estruturais e também humanos. Contudo, nunca se deixou vencer pelas dificuldades. Com coragem e confiança em Deus, soube conduzir a comunidade, fortalecendo os laços de unidade e incentivando a participação de todos.[4]
Uma de suas marcas mais profundas foi a capacidade de envolver o povo na missão da Igreja. Não desejava uma comunidade passiva, mas uma Igreja viva, onde cada fiel se reconhecesse como parte essencial da caminhada. Assim, formou lideranças, despertou vocações e ajudou muitos a redescobrirem o amor pela Igreja.[5]
Seu testemunho revela que a Igreja não se sustenta apenas por estruturas, mas sobretudo pela fé vivida, pela comunhão e pela entrega generosa. Dom Emílio soube cultivar isso com sabedoria, paciência e perseverança.[6]
Recordar sua vida é também assumir um compromisso. O compromisso de continuar aquilo que foi iniciado, de não deixar cair no esquecimento o que foi construído com tanto amor e dedicação. Seu legado não pertence ao passado, mas continua desafiando o presente.[7]
Dom Emílio permanece como referência de pastor que não buscou a si mesmo, mas que se doou inteiramente à missão. Um homem de Deus que compreendeu que a verdadeira grandeza está no serviço e que a Igreja se constrói com fé, com unidade e com amor.[8]
Ordenações Episcopais
Consagrante de:
- Dom João Bergese (1981).
- Dom Rosalvo Cordeiro de Lima (2011).
- Dom Otacílio Ferreira de Lacerda (2017).
Ligações externas
- Perfil em Catholic Hierarchy (em inglês)
- CNBB[ligação inativa]
| Precedido por criação da diocese |
Bispo de Campo Limpo 1989 - 2008 |
Sucedido por Luiz Antônio Guedes |
| Precedido por Paulo Rolim Loureiro |
Bispo de Mogi das Cruzes 1976 - 1989 |
Sucedido por Paulo Antonino Mascarenhas Roxo, O.Praem. |
- ↑ «Dom Emílio Pignoli». Santuário Nossa Senhora dos Prazeres. Consultado em 17 de março de 2026
- ↑ Antonio, Pe Rodrigo. «História». Diocese de Campo Limpo. Consultado em 17 de março de 2026
- ↑ Rodrigues, Andrea (31 de maio de 2024). «Caminho evangelizador da Diocese de Campo Limpo: Uma jornada de Planos Pastorais». Diocese de Campo Limpo. Consultado em 17 de março de 2026
- ↑ «DOM EMÍLIO PIGNOLI». A Missa No Brasil. Consultado em 17 de março de 2026
- ↑ «Entrevista com Dom Emílio Pignoli, Bispo de Campo Limpo (São Paulo) – Um Bispo missionário - Revista Arautos». www.arautos.org. Consultado em 17 de março de 2026
- ↑ Rodrigues, Andrea (30 de junho de 2022). «Dom Emílio: 65 anos de entrega a Deus e ao próximo». Diocese de Campo Limpo. Consultado em 17 de março de 2026
- ↑ Rodrigues, Andrea (16 de dezembro de 2022). «Dom Emílio Pignoli celebra 90 anos de uma vida a serviço do Reino». Diocese de Campo Limpo. Consultado em 17 de março de 2026
- ↑ «Instagram». www.instagram.com. Consultado em 17 de março de 2026
