Feminejo

Madchester
Origens estilísticasSertanejo Universitário
Contexto culturaldécada de 2010, Brasil

O feminejo é um movimento musical e cultural sertanejo que enfatiza as mulheres a partir de composições que tematizam o ponto de vista feminino. A maior presença de mulheres no sertanejo nos anos 2010, como compositoras e intérpretes, são definidoras para o surgimento do feminejo.[1][2]

A partir de 2016, o termo surge midiaticamente e se populariza. Em 2021, o feminejo aparece pela primeira vez no The New York Times, com a repercussão da morte da cantora, compositora e instrumentista Marília Mendonça[3][4], sua principal representante e conhecida nacionalmente como a "Rainha da Sofrência".

Maiara & Maraísa, Simone & Simaria, Naiara Azevedo, Paula Mattos, Paula Fernandes, Yasmin Santos e Lauana Prado são outros nomes do movimento.[1] Inezita Barroso, Roberta Miranda,[5] Sula Miranda, As Marcianas, e as irmãs Galvão foram pioneiras antes que a denominação feminejo surgisse no Brasil.[6]

Ver também

Bibliografia

Referências

  1. 1 2 «Feminejo: o movimento de mulheres que empoderaram a música sertaneja». Revista Glamour. 18 de outubro de 2019. Consultado em 6 de novembro de 2021
  2. ↑ «Marília Mendonça's Live Album Is A Beacon For Women In Brazil». National Public Radio. 2 de abril de 2019. Consultado em 6 de novembro de 2021
  3. ↑ Da redação (6 de novembro de 2021). «Morte de Marília Mendonça coloca "feminejo" no New York Times; veja a repercussão internacional». Band. Consultado em 6 de novembro de 2021
  4. ↑ «Marília Mendonça, Brazilian Pop Singer, Dies in Plane Crash at 26». The New York Times. 5 de novembro de 2021. Consultado em 6 de novembro de 2021
  5. ↑ Soares, Murillo (4 de agosto de 2018). «'Reinei sozinha por 25 anos', diz Roberta Miranda sobre mulheres no sertanejo». Mais Goiás. Consultado em 16 de fevereiro de 2022
  6. ↑ Tenório, Augusto (5 de novembro de 2021). «O que é o Feminejo, movimento liderado por Marilia Mendonça na música?». JC. Consultado em 16 de fevereiro de 2022