Lawrence Wilkerson
Lawrence Wilkinson | |
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| Sucessor | Brian Gunderson |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 15 de junho de 1945 (80 anos) Gaffney, South Carolina, Estados Unidos |
| Cônjuge | Barbara Ann Wilkerson (c. 1966–2021) |
| Filhos | 2 |
| Profissão | Chefe de gabinete do Secretário de Estado dos Estados Unidos |
| Serviço militar | |
| Lealdade | Estados Unidos da América |
| Anos de serviço | 1966–1997[1] |
| Conflitos | Guerra do Vietnã |
Lawrence B. Wilkerson (nascido em 15 de Junho de 1945)[2] é um Coronel aposentado das forças armadas dos Estados Unidos e ex-chefe de gabinete para o Secretário de Estado dos Estados Unidos Colin Powell.
Dês do fim de sua carreira militar, Wilkerson tem criticado muitos aspectos da Guerra do Iraque, incluindo a sua própria preparação da Apresentação de Colin Powell no Conselho de Segurança das Nações Unidas, assim como outros aspectos da política estadounidense no Oriente Médio, assim como críticas a Israel. Em 2024, ele é membro do Veteran Intelligence Professionals for Sanity (Profissionais Veteranos da Inteligência pela Sanidade).
Educação e inicio da carreira militar
Wilkerson nasceu em Gaffney, South Carolina[2]
Após três anos estudando filosofia e literatura inglesa na Universidade Bucknell,[2] Wilkerson abandonou a faculdade em 1966 e se voluntariou para servir na guerra do Vietnã. Ele contou ao The Washington Post: "I felt an obligation because my dad had fought, and I thought that was kind of your duty."[3]
Wilkerson chegou como um oficial do exercito pilotando um helicóptero de observação OH-6A Cayuse e logou por volta de 1100 horas de combate durante um ano. Ele voou baixo e lentamente pelo Vietnã do Sul, e foi envolvido em um incidente em que ele impediu uma atrocidade ao se colocar de propósito seu helicóptero entre uma posição que estava cheia de civis, que outro helicóptero que queria lançar um ataque naquela posição. Ele também teve vários desentendimentos acalorados com seus superiores e sua próprio time de artilheiros sobre uma Zona de fogo livre, incluindo um incidente em que um de seus tripulantes atirou em um vagão que acabou tendo uma garotinha dentro.[4] Ele foi a Escola de paraquedismo e Escola de Rangers antes de receber o seu bacharelado de artes em literatura Inglesa e graduação em relações internacionais e segurança nacional.[carece de fontes]
Ele estudou na Colégio de Guerra Naval[2] em Newport em Rhode Island, e mais tarde retornou para ensinar. Ele mais tarde serviu como vice-diretor do Marine Corps War College em Quantico.[5]
Wilkerson foi assistente executivo do almirante Stewart A. Ring, comandante da marinha dos Estados Unidos no Pacífico da escola da guerra da marinha dos Estados Unidos.[2]
Assistente de Colin Powell
Wilkerson passou anos no comando do pacífico da marinha estadounidense na Coreia do Sul, Japão e Havaí, onde ele era bem quisto por seus superiores.[carece de fontes] Essas recomendações levaram no início de 1989 a entrevista bem sucedida para se tornar assistente a Colin Powell, through 1993.[2] Powell estava então terminando seu período como conselheiro de segurança nacional na administração Reagan e movendo para posição no United States Army Forces Command em Fort McPherson.[carece de fontes]
Wilkerson também teve uma passagem como membro do gabinete para Richard Hass do Council on Foreign Relations[2]
Wilkerson continuou seu papel de suporte a Powell quanto ele mais tarde se tornou Chairman of the Joint Chiefs of Staff durante a Guerra do Golfo, acompanhando Powell na vida civil e então de volta ao serviço público quando o presidente George W. Bush nomeou Powell a secretário de estado.[5]
Wilkerson foi responsável pela revisão de informações da Agência Central de Inteligência(CIA) usadas para prepara Powell para sua Apresentação de Colin Powell no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Sua falha em perceber que as evidencias eram falhas tem sido atribuída ao tempo limitado (uma semana) que ele teve para revisar os dados. Os desenvolvimentos subsequentes levaram Wilkerson a ficar desiludido: "Combine a questão do abuso de detentos com a ineptitude do planejamento pós invasão para o Iraque, embale os dois num manto de tomadas de decisões sigilosa...e você obtêm o as razões gerais para que eu esteja me manifestando."[3]
Carreira Posterior
Wilkerson trabalhou como professor adjunto distinto de Política Publica Governamental na Faculdade de William e Mary de de janeiro de 2006, ele ensinou assuntos de segurança nacional no Programa Honors na Universidade de Washington de janeiro de 2006 até dezembro de 2011.[6]
Em 2014, ele serviu como conselheiro para a administração da Military Religious Freedom Foundation.[7]
Em 2020, ele foi nomeado como membro não residente do Quincy Institute.[8] Wilkerson was involved in funding meetings for the institute.[9]
Wilkerson é atualmente membro sênior no Eisenhower Media Network,[10][6] um grupo de ex militares, funcionários da inteligência e oficiais civis de inteligência nacional que se descreveram como oferecendo uma "análise alternativa não manchada pelo Pentágono e indústria de defesa" e combater a "narrativa do establishment de Washington na maioria dos assuntos de segurança nacional do dia."[6][11]
Posições políticas e declarações
Dês de sua aposentadoria do setor público Wilkerson tem em várias ocasiões falado contra o que ele percebe como planejamento e execução da Guerra do Iraque assim como as políticas globais que levaram e seguiram a partir dela. Em particular ele tem denunciado o processo decisório da administração Bush e o papel do vice presidente Dick Cheney e do secretário de defesa Donald Rumsfeld nele e regularmente descrevia a administração Bush como tendo sido dirigida por uma cabala neoconservadora.[12]
Em meados da década de 2000, ele era um palestrante assíduo no Liberty Caucus de Ron Paul.[13] Numa conference call em setembro de 2006, Wilkerson expressou apoio para Wesley Clark e Anthony Zinni. Ele também endossou Jim Webb contra o incumbente George Allen na eleição para o senado estadounidense na Virginia em 2006.[carece de fontes]
Tratamento dos prisioneiros no Iraque
Wilkerson fez comentários numa entrevista no rádio em novembro de 2005 de que o vice presidente tinha decidido que a Terceira Conversão de Genebra (sobre o tratamento de Prisioneiros de Guerra) não seria aplicado a "prisioneiros da Al-Qaeda e semelhantes"[14] e que o memorando da Casa Branca de fevereiro de 2002 relativo ao "Tratamento Humano dos Prisioneiros do Taliban e Al-Qaeda" contendo uma brecha projetada para evitar a conversão de Genebra para os prisioneiros. De acordo com Wilkerson, a frase "the detainees (should) be treated humanely and, to the extent appropriate and consistent with military necessity, in a manner consistent with the principles of Genebra"[15] era uma forma de parecer jogar pelas regras enquanto na verdade, as "necessidades militares" sempre prevalecer sobre preocupações sobre as condições dos prisioneiros.[14] Wilkerson disse que isso era resultado de Cheney e Rumsfeld trabalhando em colaboração para minar o processo padrão decisório da Casa Branca (que inclui seu superior, Colin Powell).[carece de fontes]
And so what I'm saying is, under the vice-president's protection, the secretary of defense moved out to do what they wanted to do in the first place even though the president had made a decision that was clearly a compromise.
— Lawrence Wilkerson, BBC Radio 4, November 25, 2005
Guerra do Iraque intelligence community e os avisos de Israel contra a invasão do Iraque
Em uma entrevista com o Inter Press Service em 2007, Wilkerson disse que oficiais israelenses alertaram que a administração Bush que a invasão do Iraque desestabilizaria a região. Wanderson disse, "Os israelenses estavam nos contando que Iraque não o inimigo – Irã é o inimigo." Wilkerson se lembra ainda que o aviso contra a invasão do Iraque era "pervasivos" na comunicação israelense com a administração Bush. Ele foi mais além explicando que os oficiais israelense contaram a administração Bush que eles "não deveriam ser distraídos pelo Iraque e Saddam Hussein."[16]
Durante uma fala em 19 de Outubro de 2005 na New America Foundation, Wilkerson criticou a comunidade de inteligência que compilou a inteligência para a Guerra do Iraque:
I can't tell you why the French, the Germans, the Brits and us thought that most of the material, if not all of it, that we presented at the U.N. on 5 February 2003 was the truth
— Lawrence Wilkerson, New America Foundation, 19 de outubro de 2005[17]
Wilkerson fez um audio comentário full-length para o documentário Why We Fight. Esse filme venceu o Grand Jury Prize para Documentários no Festival Sundance de Cinema em 2005.[18]
Em uma entrevista em 2006, Wilkerson disse que a fala que Powell fez frente as Nações Unidas em 5 de fevereiro de 2003—que apresentou o caso para a guerra com o Iraque—incluía falsidades das quais Powell nunca tinha sido informado. Ele disse que "Minha participação naquela apresentação na ONU constitui o ponto mais baixo de da minha vida profissional. Eu participei de um hoax no povo Americano, na comunidade internacional e no Conselho de Segurança das Nações Unidas."[19] Wilkerson disse em 2011 que sua preparação da apresentação foi "provavelmente p maior erro da minha vida", ele se arrepende dela, e que ele se arrepende de não ter se afastado por isso.[20]
Ele disse em uma entrevista em 2006 que nem o diretor da CIA George Tenet nem os analistas da CIA que deram informações a Powell sobre laboratórios biológicos moveis explicaram que haviam disputas sobre a confiabilidade dos informantes que haviam fornecido a informação—informação que foi usada no fala. Wilkerson também concordou com o entrevistador que as frequentes visitas de Cheney a CIA teriam exercido "influencia indevida" sobre a agencia. Quando perguntado se Cheney era "the kind of gut who could lean on somebody" ele respondeu, "Absolutely. And be just as quiet and taciturn about it as-- he-- as he leaned on 'em. As he leaned on the Congress recently-- in the-- torture issue." Wilkerson defendeu sua descrição anterior de que Cheney e Rumsfeld haviam formado uma cabala para sequestrar o processo decisório: "I'm worried and I would rather have the discussion and debate in the process we've designed than I would a diktat from a dumb strongman... I'd prefer to see the squabble of democracy to the efficiency of dictators."[21]
Uma abertura Iraniana, 2003
Wilkerson disse em uma entrevista a programa Newsnight da BBC de 17 de janeiro de 2007, que a oferta iraniana de ajudar a estabilizar o Iraque depois da invasão estadounidense, foi positivamente aceita no departamento de estado, porém rejeitado por Dick Chaney.[22][23] A oferta reportada consistia de ajuda pra estabilizar o Iraque, cortando laços com o Hezbollah e uma maior transparência em seu programa nuclear em retorno a remoção das sanções e desmonte do Mujahedeen-e Khalq, uma organização trabalhando para derrubar o governo iraniano.[carece de fontes]
A Guerra do Iraque e o "Lobby Judeu"
Em 2006, ele disse a Robert Dreyfuss da American Prospect que ele se perguntava se a aliança primária de Doug Feith e outros "neocons" no departamento de defesa de Bush "was to their own country or to Israel."[24]
Em abril de 2007, Wilkerson apareceu num documentário holandês The Israel Lobby do VPRO Tegenlicht. Ele disse que "o Lobby Judeu na América" e "AIPAC em particular" cumpriu um papel de influencia desproporcional na preparação para guerra do Iraque. Wilkerson observou que oficiais Judeus como Elliott Abrams, Paul Wolfowitz e Richard Perle em particular, e questionou sua lealdade aos Estados Unidos.[8][24][25]
Suas críticas fortes a Israel fez com que alguns o acusassem de anti-semitismo. Suas crítica a Israel também focam em Judeus.[8][24][25]
Democracia do Irã
Em uma entrevista para CNN em 20 de março de 2015, Wilkerson disse,
I would say very, very candidly that Iran is probably the most democratic country in the Persian gulf region right now. My Republican colleagues will boil their eyes at that, but it is the most democratic country. It's a theocracy, no question about it. But it is possessed of the democratic tendencies that far outweigh those of, say, Bahrain or Saudi Arabia or even Egypt.[26]
Crítica de Michael Rubin
Em 2016, Michael Rubin do American Enterprise Institute disse que Wilkerson tinha "descended into a fevered swamp of conspiracy and hate". Rubin citou sua teoria da conspiração de bandeira falsa sobre armas químicas, alegando que ele "has flirted on the margins with 9/11 conspiracy theories", for convidado regular numa emissora estatal russa RT, e é próximo do associado de Lyndon LaRouche, Robert Dreyfuss.[25]
Política externa da administração Trump
Wilkerson demonstrou preocupação sobre o comportamento da política externa da primeira administração Trump,[27] particularmente em relação ao Irã e o esforço de Trump contra o acordo nuclear com o Irã.[28] Em setembro de 2018, Wilkerson foi além e disse que a agenda neoconservadora em relação a guerra na Síria e Irã também ameaçava um conflito entre os EUA e a Russia e um longo atolamento das forças militares dos EUA num grande conflito. Wilkerson disse: "My serious concern is about the way U.S. National Security Advisor John Bolton and others in their positions of power now are orchestrating a scenario whereby Donald Trump, for political reasons or whatever, can use force in a significant way against Assad and ultimately Iran, because Iran's forces are there, and ultimately against Russia, because their forces are there in Syria, and this is most disquieting." O plano militar dos neoconservadores, argumenta Wilkerson, é "uma receita para" as forças armadas dos EUA na região para "a próxima geração" com força significante "mired even deeper in this morass" e com a atrição "day after day" de dólares e vidas.[29][30]
Papel das forças armadas relativo as mudanças climáticas
Wilkerson disse em 2022 em um vídeo do Massachusetts Peace Action, que as mudanças climáticas e a guerra nuclear ofuscam todos as outras preocupações.[31] Em um editorial em maio de 2022 para o Quincy Institute, ele considerou o papel das forças armadas do EUA e outras em lidar com as formes que resultam das mudanças climáticas e guerra.[32]
Vida pessoal
Wilkerson se casou com Barbara Ann Wilkerson em 1966, pouco antes de entrar na Guerra do Vietnã. Eles tiveram dois filhos, um filho e uma filha, que serviram ambos nas forças armadas.[3] Barbara Ann Wilkerson faleceu em 28 de novembro de 2012 com 71 anos.[33]
Wilkerson encabeçou o the Colin Powell Leadership Club, um grupo de estudantes secundários de MacFarland em Washington, D.C.[3]
Ele é um Republicano por toda sua vida e de direita.[34]
Prêmios
Wilkerson recebeu o Prêmio Sam Adams para Integridade e Inteligência de 2009.[35]
Referências
- ↑ «Lawrence Wilkerson». Cópia arquivada em 21 de junho de 2016
- 1 2 3 4 5 6 7 «Oral history interview with Lawrence B. Wilkerson, 2011». Columbia University Libraries - Columbia Center for Oral History - Oral History Interviews Portal. 2011. Consultado em 5 de fevereiro de 2024
- 1 2 3 4 Lei, Richard (19 de janeiro de 2006). «Breaking Ranks». Washington Post. Consultado em 18 de novembro de 2023. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2024
- ↑ Deborah Nelson, "THE WAR BEHIND ME: Vietnam Veterans Confront the Truth About U.S. War Crimes", Basic Books, ISBN 978-0-465-00527-7, October 28, 2008
- 1 2 «To What Extent Are Trump Administration Policies Making the World a More Dangerous Place? An interview with Col. Lawrence Wilkerson». WMNF (em inglês). 25 de janeiro de 2018. Consultado em 21 de fevereiro de 2019
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- ↑ «Foundation Voices». Military Religious Freedom Foundation. Consultado em 18 de dezembro de 2014. Cópia arquivada em 15 de outubro de 2025
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- ↑ Rosen, Armin (28 de abril de 2021). «Washington's Weirdest Think Tank». Tablet Magazine. New York. Consultado em 18 de novembro de 2023
- ↑ «wilkerson». Eisenhower Media Network. 9 de fevereiro de 2024. Consultado em 15 de abril de 2024
- ↑ «About EMN». Eisenhower Media Network (em inglês). Consultado em 19 de março de 2024
- ↑ Knowlton, Brian (21 de outubro de 2005). «Former Powell Aide Says Bush Policy is Run by 'Cabal'». The New York Times. Cópia arquivada em 2 de novembro de 2025
- ↑ Caldwell, Christopher (22 de julho de 2007). «The Antiwar, Anti-Abortion, Anti-Drug-Enforcement-Administration, Anti-Medicare Candidacy of Dr. Ron Paul». The New York Times
- 1 2 «Transcript of Wilkerson interview». BBC. 25 de novembro de 2005. Consultado em 20 de janeiro de 2007
- ↑ The White House (7 de fevereiro de 2002). «Memorandum: "Humane Treatment of Taliban and al Qaeda Detainees"» (PDF). The White House. Consultado em 20 de janeiro de 2007. Cópia arquivada (PDF) em 25 de outubro de 2006
- ↑ «POLITICS: Israel Warned US Not to Invade Iraq after 9/11». Inter Press Service. 28 de agosto de 2007. Consultado em 21 de junho de 2025
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- ↑ «Internet Movie Database (IMDb) entry for Why We Fight». Internet Movie Database Inc. janeiro de 2005. Consultado em 6 de agosto de 2007
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- ↑ «Ex-Bush Official Col. Lawrence Wilkerson: 'I am Willing to Testify' If Dick Cheney is Put on Trial». Democracy Now!. 30 de agosto de 2011. Consultado em 30 de agosto de 2011
- ↑ «Colonel Larry Wilkerson to Receive 2009 Sam Adams Truthtelling Award». HuffPost. 19 de outubro de 2009. Consultado em 24 de novembro de 2022. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
- ↑ «Washington 'snubbed Iran offer'». BBC News. 18 de janeiro de 2007. Consultado em 10 de dezembro de 2010
- ↑ «Report: Cheney Rejected Iran Concessions». London: Guardian Unlimited. 18 de janeiro de 2007. Consultado em 20 de janeiro de 2007 [ligação inativa]
- 1 2 3 Kirchick, James (15 de maio de 2009). «The Latest Delusions Of Lawrence Wilkerson». The New Republic. Consultado em 25 de novembro de 2022. Cópia arquivada em 15 de outubro de 2025
- 1 2 3 Rubin, Michael (18 de março de 2016). «Colin Powell Should Disavow His Hateful Aide». Newsweek. Consultado em 25 de novembro de 2022
- ↑ «Lawrence Wilkerson interview transcript». CNN. 20 de março de 2015. Consultado em 10 de maio de 2019
- ↑ Rex Tillerson, China, and Tensions Over North Korea no YouTube MSNBC Published on Mar 18, 2017
- ↑ «Trump Iran war». The NYTimes. 5 de fevereiro de 2018. Consultado em 5 de fevereiro de 2018
- ↑ Dick, Adam (14 de setembro de 2018). «Lawrence Wilkerson on the Neocons Plan: War in Syria, Then Iran». Antiwar.com Blog (em inglês). Consultado em 21 de fevereiro de 2019
- ↑ «Lawrence Wilkerson On The Neocons Plan: War In Syria, Then Iran». The Iranian (em inglês). 16 de setembro de 2018. Consultado em 21 de fevereiro de 2019
- ↑ Lawrence Wilkerson - Ukraine, NATO, and the US: The History and the Problems no YouTube Massachusetts Peace Action, published Mar 13, 2022
- ↑ Wilkerson, Lawrence (17 de maio de 2022). «US military must renew its mission to meet climate-charged global crisis». Responsible Statecraft (em inglês). Consultado em 22 de novembro de 2022
- ↑ «Barbara Ann Wilkerson». Dignity Memorial. 2021. Consultado em 18 de novembro de 2023
- ↑ «Republican Party must change, warns ex U.S. Army Colonel - CBC Radio». CBC. 28 de setembro de 2020. Consultado em 25 de novembro de 2022
- ↑ Rowley, Coleen (19 de outubro de 2009). «Colonel Larry Wilkerson to Receive 2009 Sam Adams Truthtelling Award». Huffington Post
Ligações Externas
- "Colonel Finally Saw Whites of Their Eyes", Dana Milbank, The Washington Post, 20 October 2005
- Transcript of Wilkerson's speech at the New America Foundation, Washington Note Archives, October 19, 2005.
- Lawrence Wilkerson. "The White House Cabal", Los Angeles Times, October 25, 2005.
- Transcript of Wilkerson interview, BBC Today program, 29 November 2005
- Interview with Lawrence Wilkerson: "A Leaderless, Directionless Superpower", Der Spiegel, December 6, 2005
- Transcript of Wilkerson Interview, PBS NOW (series), "Iraq Pre-War Intelligence," February 3, 2006. "... I'd prefer to see the squabble of democracy to the efficiency of dictators."
- "They Have Stolen My Party and I Want it Back", blog piece, The Washington Note, 22 March 2006
- Interview where Colonel Wilkerson gives examples of Cheney and Rumsfeld's influence., National Public Radio, November 3, 2005.
- Sworn Testimony over prisoners held in Guantanamo Arquivado em 2015-07-20 no Wayback Machine
- Vídeos no C-SPAN
