Richard Lynn

Richard Lynn

Richard Lynn (1930-2023) foi um psicólogo inglês e autodeclarado "Racista científico"[1], conhecido pelos seus trabalhos sobre diferenças de inteligência entre raças e gêneros.[2][3][4] O Trabalho de Lynn em relação a uma possível correlação de raça e gênero com inteligência é fortemente criticado e contestado pela maioria da comunidade intelectual e científica, sendo descrito frequentemente como 'racista', 'fraudulento' e 'Pseudocientífico'.[a]

Lynn foi educado na Universidade de Cambridge. Ele trabalhou como professor de psicologia na Universidade de Exeter e como professor de Psicologia no Economic and Social Research Institute, Dublim e na Universidade de Ulster em Coleraine. Ele tem escrito ou co-escrito mais de 11 livros e 200 de artigos de jornal, cobrindo cinco décadas.


No final da década de 1970, Lynn escreveu que ele encontrou um QI médio mais elevado no Oriente Asiático em comparação com brancos (5 pontos mais elevados na sua meta-análise).[2][4] Em 1990, ele propôs que o efeito de Flynn — uma observação ano-de-ano aumento de pontuações de QI em todo o mundo — possivelmente podia ser explicado pela nutrição melhorada, especialmente na primeira infância.

Referências

  1. ↑
  2. 1 2 «'Men cleverer than women' claim». BBC News (em inglês). 25 de agosto de 2005. Consultado em 28 de fevereiro de 2020
  3. ↑ Sample, Ian (17 de fevereiro de 2020). «No 10 furore is latest chapter in long, dark history of racist science». The Guardian (em inglês). ISSN 0261-3077. Consultado em 28 de fevereiro de 2020
  4. 1 2 «Status withdrawn from controversial academic». BBC News (em inglês). 14 de abril de 2018. Consultado em 28 de fevereiro de 2020
  5. ↑ Erro de citação: Etiqueta <ref> inválida; não foi fornecido texto para as "refs" nomeadas Hunt, E. 2008 pp. 1-9
  6. ↑ Kamin, Leon. «Behind the Bell Curve» (PDF). Scientific American. p. 100. Cópia arquivada (PDF) em 5 March 2016. Lynn's distortions and misrepresentations of the data constitute a truly venomous racism, combined with the scandalous disregard for scientific objectivity Verifique data em: |arquivodata= (ajuda)
  7. ↑ Valone, David A. (2002). «Richard Lynn: Eugenics: A Reassessment, review». Isis. 93 (3): 534. doi:10.1086/374143
  8. ↑ Velden, Manfred (2010). Biologism: The Consequence of an Illusion. [S.l.]: V&R unipress GmbH. p. 118
  9. ↑ Wilson, Carter A. (1996). Racism: From Slavery to Advanced Capitalism. [S.l.]: SAGE. p. 229. At best Lynn's approach is racial propaganda or biased research driven by a strong prejudice against blacks and a strong need to believe in their genetic inferiority. At worst, Lynn's research arises out of a malicious and dishonest effort to demonstrate the genetic inferiority of blacks
  10. ↑ Barnett, Susan M.; Williams, Wendy (2004). «National Intelligence and The Emperor's New Clothes». PsycCRITIQUES. 49 (4): 389–396. doi:10.1037/004367. Among this book's strengths are that it argues for a point of view unpopular within the scientific community, it relies on hard data to make its points, its organisation and clarity. Also, the book is expansive in its thinking and argumentation. All of these strengths considered, however, we believe that the arguments advanced in the book are flawed by an omnipresent logical fallacy and confusion of correlation with causation that undermines the foundation of the book.
  11. ↑ Valencia, Richard R. (2010). Dismantling Contemporary Deficit Thinking: Educational Thought and Practice. [S.l.]: Routledge. pp. 56–61
  1. ↑ [5][6][7][8][9][10][11]
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