Terminalia brasiliensis

Cerne-amarelo
Terminalia brasiliensis no IB unicamp, Campinas (SP).
Terminalia brasiliensis no IB unicamp, Campinas (SP).
Classificação científica
Reino: Plantae
Infrarreino: Streptophyta
Superdivisão: Embryophyta
Divisão: Tracheophyta
Subdivisão: Spermatophytina
Classe: Magnoliopsida
Superordem: Rosanae
Ordem: Myrtales
Família: Combretaceae
Gênero: Terminalia[1]
Espécie: T. brasiliensis[2][3][4][5][6]
Nome binomial
Terminalia brasiliensis
(Cambess. ex A. St.-Hil.) Eichler

O cerne-amarelo (Terminalia brasiliensis) é uma árvore brasileira pioneira, nativa da Mata Atlântica, tanto na floresta ombrófila densa como na estacional semidecidual, e do cerrado.

Ocorre nos estados da Bahia até São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e norte do Paraná.

Em São Paulo é encontrada na floresta ombrófila do sudeste e do litoral sul, na floresta semidecídua e no cerrado do centro e do oeste do estado, nas matas ciliares do centro, e nas matas paludosas do sudoeste.

Outros nomes populares: amarelinho, merendiba, amêndoa-brava (CE), capitão-do-campo, chunava, mussambé (BA), canoé-de-botão, imbu-d'anta, capitão.

A dispersão de suas sementes se dá por anemocoria.

Fontes

  • Lorenzi, Harri: Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil, vol. 1. Instituto Plantarum, Nova Odessa, SP, 2002, 4a. edição. ISBN 85-86174-16-X

Referências

  1. ↑ «Terminalia L.». Consultado em 20 de julho de 2017
  2. ↑ «Terminalia brasiliensis (Cambess. ex A. St.-Hil.) Eichler». The Plant List (2013). Version 1.1. Published on http://www.theplantlist.org. Consultado em 20 de julho de 2017
  3. ↑ «Terminalia brasiliensis (Cambess. ex A. St.-Hil.) Eichler». Tropicos.org. Missouri Botanical Garden. Consultado em 20 de julho de 2017
  4. ↑ «Combretaceae». Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Consultado em 20 de julho de 2017
  5. ↑ Tamashiro, Jorge Yoshio (2012). Árvores do campus da Unicamp: nativas do Brasil. [S.l.]: Campinas , SP: Editora da Unicamp. ISBN 978-85-268-0995-6
  6. ↑ «Terminalia brasiliensis (Cambess. ex A. St.-Hil.) Eichler». http://www.gbif.org. Consultado em 20 de julho de 2017