Veterans for Peace
Veterans for Peace é uma organização sem fins lucrativos de membros[1] fundada em 1985. O grupo trabalha para promover alternativas a guerra. Inicialmente formada de veteranos das forças armadas dos Estados Unidos da Segunda Guerra Mundial, Guerra do Vietnã, da Guerra do Afeganistão e da Guerra do Iraque - assim como veteranos de tempos de paz e não veteranos, ele tem dês de então se espalhado em outros países e teve um braço ativo no Reino Unido chamado Veterans for Peace UK[2] de 2011 a 2022. O braço britânico do VFP, Veterans for Peace UK foi desligado permanentemente em agosto de 2022.[3][4]
A organização se opôs as políticas militares dos Estados Unidos, OTAN e Israel, e tem se oposto a ações militares em ameaças a Rússia, Iraque, Afeganistão, Irã, Líbia and Síria.
Atividades anti-guerra
O VFP começou inicialmente organizando os grandes protestos anti-guerra em 1987 quando, no sábado de Páscoa, centenas de seus membros marcharam a "Casa Branca Ocidental" do presidente Reagan na California, e casa de férias do presidente Bush em Kennebunkport, Maine, protestando o apoio dos EUA a contra revolução dos Contras da Nicaragua.[5] Começando em 2003, Veterans for Peace se tornou o principal participante dos protestos contra Guerra do Iraque.[carece de fontes]
Em 2004, seu capítulo do sul da California começou instalando Arlington West, um "cemitério temporário" semanalmente em tributo aos mortos no Iraque, a cada domingo em Santa Bárbara e Santa Mônica, California.[carece de fontes]
Em agosto de 2005, membro do Veterans for Peace, veterano do Desert storm Dannis Kyne[6] liderou um grupo de veteranos em suporte a Cindy Sheehan, a mãe de um soldado do exercito dos EUA morto no Iraque que embarcou numa vigília anti-guerra estendida próximo ao rancho do presidente estadounidense George W. Bush em Crawford, Texas, apenas um dia antes de viajar até Crowford para começar sua vigília. Membros viajaram a partir da California para instala uma exibição de Arlngton West no "Camp Casey", o local do protesto de Sheehan.[carece de fontes]
Em março de 2005, Veterans for Peace e uma coalizão de parceiros Iraq Veterans Against the War, Gold Star Families for Peace, e Military Families Speak Out se juntaram com sobreviventes do Furacão Katrina e organizações de assistência e reconstrução Savin' Ourselves After Katrina,igrejas por toda a costa do golfo numa marcha de Mobile, Alabama, até Nova Orleães, Luisiana. Originalmente intitulada the Veterans and Survivors March, ela rapidamente a designação de Walkin' to New Orleans, em tributo a famosa canção dos Fats Domino. Os manifestantes marcharam até a costa do golfo defendendo um fim imediato a guerra no Iraque e o redirecionamento do dinheiro para ajudar a reconstruir áreas que o Katrina destruiu, não só en Nova Orleães, mas também no Mississippi e Alabama.[carece de fontes]
De acordo com o Vets for Peace - Peace Action Network, "The military has a clear and dangerous presence at Milwaukee's Summerfest" (26 junho - 6 de julho de 2008). "One exhibit is especially offensive: kids as young as 13 years old can aim automatic weapons from atop a humvee at a large screen to virtually kill people."[carece de fontes]
O Veterans for Peace participou em uma demonstração anti-guerra na caçada da Casa Branca em dezembro de 2010; dezenas foram presos, incluindo Ray McGovern, Daniel Ellsberg, Chris Hedges e um número de membros do Veterans for Peace.[7]
Em 2016, o US Peace Memorial Foundation o grupo com o The US Peace Prize "Em reconhecimento dos esforços heroicos para expor as causas e o custo da guerra para prevenir e terminar conflitos armados."[8]
Questões
O Veterans for Peace toma posições em um números de questões geralmente de opondo a políticas militares dos Estados Unidos, OTAN, e suas aliados contra nações como o Irã, Rússia, Palestina e Síria.
Veterans affairs
Membros e capítulos participaram ativamente em esforços para salvar os serviços de saúde do VA e defender os direitos dos veteranos; para prover aconselhamento através da GI Rights Hotline para membros ativos das forças armadas precisando de assistência; e provendo informações alternativas para rebater recrutadores mitares em escolas.[carece de fontes]
Em abril de 1986, o VFP protestou a execução judicial de David Funchess, um veterano da Guerra do Vietnã que foi eletrocutado na Flórida por um duplo homicídio apesar de exibir claros sinais de uma severa transtorno de estresse pós-traumático adquirida durante se serviço que pode ter afetado sua culpabilidade moral no assassinatos que ele cometeu. O VFP montou uma vigília ininterrupta no memorial da Guerra do Vietnã na Flŕida nos dias precedentes a excussão de Funchess. Membros do VFP chamaram Funchess de "homem esquecido" e protestou que nem o governado da Flórida Bob Graham nem as cortes do estado e federais levaram a PTSD de Funchess em consideração o suficiente quando se recusaram a comutar sua sentença de morte para prisão perpétua.[9][10]
América Central
Na década de 1980, o VFP se opôs a guerra financiada pelos EUA na América Central. No domingo de Páscoa, 19 de abril de 1987, membros do VFP marcharam a Casa Branca Ocidental do presidente Reagan na Califórnia, e a casa de férias do presidente Bush em Kennebunkport, Maine protestando a intervenção dos EUA na América Central.[5] De 4 a 18 de maio de 1987, dezesseis membros do VFP representando oito estados viajaram através da Guatemala, Honduras e Nicarágua conduzindo visitas a locais e entrevistando altos membros do governo, anciões militares, religiosos e do setor privado, e falando com muitos cidadãos médios. Após retornarem, eles publicaram um relatório de 40 paginas da delegação e distribuíram a 5.000 lideranças nos Estados Unidos incluindo membros do Senado e Congresso dos EUA, os líderes de muitos escritórios e agencias do governo, igreja, trabalho e líderes da educação, e formadores de opinião da mídia.[11] Em 1988, vários membros do VFP participaram no Veterans Peace Convoy que tinha a intenção de levar ajuda médica e humanitária para crianças sofrendo na Nicaragua. Apesar do comboio ter sido parado por oficiais da alfandega e tesouro no Texas no checkpoint de Laredo, em junho de 1988, os veículos foram descarregados em containers nas instalações do porto do Texas e por volta de 95% da carga chegou a seu destino na Nicarágua.[12] Em julho de 1988, membro dos VFP Joe Ryan, um cientista ambiental, de Tallahasse Flórida, estabeleceu o Nicaragua Environmental Science Project do VFP. Ryan passou dois anos trabalhando na Nicaragua treinando times de controle de poluição como corrigir problemas de contaminação de agua. O projeto foi creditado em reduzir significativamente a taxa de mortalidade infantil.[13] Também em julho de 1988, o membro do VFP Randy Parent Caribou, Maine, dirigiu caminhão cheio de equipamento de fundição para Guatemala onde ele estabeleceu o Pro-Tierra Machine Tool Project para treinar membros de várias tribos como fazer ferramentas de agricultura para 100.000 membro do movimento de reforma de terra Pro-Tierra.[14] O VFP regularmente envia monitores de eleitorais para Guatemala, Honduras, Nicarágua e El Salvador.[15][carece de fontes]
Guerras da Yugoslavia
Em um ano do começo das Guerras na Iugoslavas em 1991, foi anunciado que hospitais em várias cidades não estavam mais funcionais, e milhares de refugiados haviam fugido para as montanhas. Como os refugiados estavam mal preparados para o inverno que chegava, muitos eram esperados perecer. O representativo do VFP no UN-NGO Ben Weintraub foi instruído para oferecer oficias da ONU qualquer assistência VFP poderia prover para ajudar a entregar assistência médica e humanitária. Seguindo discussões com a Organização Internacional para as Migrações (OIM), outra UN-NGO, O VFP National Office começou a contactar hospitais pelos EUA requerendo serviços pro bono para qualquer criança ferida na guerra que poderia ser evacuada. Em semanas VFP havia assegurado espaços e serviços pro bono para mais de uma centena de crianças, mas o IOM foi capas de evacuar muito poucos de via a restrição políticas da Servia, Croácia e EUA. Em resposta, o VFP organizou o Children of War Rescue Project, e com assistência de contatos no Reino Unido, principal entre eles, John Morrison do Ex-Services Campaign for Nuclear Disarmament, e mais de 200 outros voluntários britânicos, um comboio de 63 veículos incluindo 50 ambulâncias foram preparadas em Brighton Inglaterra. Sete voluntários do VFP incluindo três médicos e também incluindo um comboio que viajou quase sem paradas por cinco dias e noites. O comboio parou apenas para se reagrupar na Croácia. Um batalhão espanhol das forças de proteção da ONU auxiliaram com veículos blindados na evacuação de mais 22 crianças feridas de East Mostar, Bósnia, incluindo pelo menos um membro da família acompanhando cada criança. As crianças fora transportadas por avião até Ancona Itália, e uma vez estabilizadas, de lá para hospitais por toda a Europa Ocidental e Estados Unidos. No total, o espaço e serviços pro bono foram fornecidos a aproximadamente 50 bosníacos, croatas e crianças sérvias feridas através do projeto.[16]
Guerra ao Terror
Imediatamente depois do 9/11, o VFP chamou por moderação enquanto concordando que: "...the hijacked airplane attacks on the World Trade Towers and the Pentagon a grievous assault upon innocence; a cause for outrage, sadness and disbelief....At this critical point, we believe it is essential to recognize that terrorists do not represent, nor are representative, of any community or country as a whole. We must not allow terrorism the power to create fear, suspicion and hatred -- or to direct our nation's domestic and foreign policies. We must not surrender to the cycle of retaliatory violence these angry people would push us into. Instead, we must come together and support each other, with faith and trust."[17] O Veterans for Peace procura proteger as liberdades civis que eles acreditam são ameaçados pelo Patriot Act e outras legislações similares.[carece de fontes]
Guerra no Iraque e Afeganistão
Quando o governo dos EUA ameaçou a invasão do Iraque, o VFP conduziu fóruns públicos, se encontrou com representantes eleitos e participou em marchas para expressar sua oposição. Enquanto a guerra começava, o VFP se reuniu em Washington DC, com outros grupos de veteranos para a Operation Dire Distress. A organização participou na campanha Bring Them Home Now para apoiar os Veteranos do Iraque Contra a Guerra.[carece de fontes]
Capítulos locais continuaram a conduzir fóruns educacionais, demonstrações e memorais sobre o Iraque como Arlington West (portrayed in the documentary Arlington West: The Film) para relembrar o crescente custo humano da guerra, para terminar a ocupação e para trazer as tropas dos EUA de volta pra casa.[carece de fontes] O Capítulo 14 em Gainesville Flórida tem pelos últimos oito anosPredefinição:Clarify timeframe instalado um display de pequenas replicas de Lápides a longo de uma extensão de uma milha de estrada na cidade que eles chamara de Memorial Mile. Faixas de 4 "lápides" e colunas de por volta de 1+1⁄2 milha de representado cada pessoa morta dês do inicio da Guerra no Afeganistão até o exato dia da instalação. Cada marcador pode ser localizado por um amigo ou pessoa amada para visitar, e oferecer lembranças ou flores deixadas por amigos e parentes. Da manhã de sabado até a segunda-feira no Memorial Day weekend membros do VFP e voluntários guardaram o memorial em turnos. A comunidade acolheu esse tributo aos homens e mulheres militares falecidos em serviço e o Capítulo 14 a fazer isso até que todas as tropas voltarem pra casa.[carece de fontes]
Impeachment de George W. Bush
Em 2005 em 2007, VFP chamou pelo impeachment do presidente Bush. Em uma carta enviada a cada membro do congresso e senado dos EUA, o Veterans for Peace disse que "this administration's war on Iraq, in addition to being increasingly unpopular among Americans, is an unmistakable violation of our Constitution and federal law which you have sworn to uphold. In our system, the remedy for such high crimes is clear: this administration must be impeached."[18][19]
Israel-Palestina
O Veterans for Peace deu uma declaração sobre a Invasão do Líbano por Israel em 2006 condenando o ataque de civis pelos dois lados e o "unjustified and totally disproportionate use of force and violence by the IDF (Israel Defense Forces)."[20] Em 2009 eles deram um declaração contra o Ataque de Israel a Gaza condenando o ataque a civis em ambos os lados e dizendo que "Bombings, rocket attacks, blockading medical supplies and military invasions will not lead to peace and security but will perpetuate the cycle of death, destruction, fear and insecurity among the people of all countries, including the U.S."[21]
O VFP foi o patrocinador para a Boston March for Palestine com a demanda "Free Palestine! No war on Iran or Syria! and Boycott Israel!" junto a Boston Coalition for Palestinian Rights e o Palestine Task Force of United for Justice with Peace. Membros do Palestine Working Group apoiam a memória do Al Nakba, e tem feito visitas a Gaza e participado em "efforts to break the blockade of essential supplies to the area, including the Gaza Flotilla".[22]
Guerra contra o Irã
O VFP concordou com a reclamação do Irã de que a OTAN busca "cercar e ameaçar a nação do Irã".[23] Em 2012, o grupo declarou que "O Irã não tem bombas nucleares. As agencias de inteligência dos E.U. unanimemente confirma isso e diz que o Irã não fez a decisão de construir uma arma nuclear. Apesar disso o Irã tem três vizinhos que possuem arsenais nucleares—India, Israel e Paquistão."[24] O VFP endossa a posição do United for Peace and Justice contra a Guerra contra o Irã.[24]
Intervenções humanitárias na Síria na Líbia
Em 2012, o VFP se opôs a "intervenção humanitária" militar na Líbia e na Síria como "oposição a todas a guerras é a posição oficial fo VFP porquê sabemos que e a paz não pode ser feita pela guerra."[25]
Drones
O Veterans for Peace se juntou ao Code Pink, World Can't Wait e Afghans for Peace para protestar Drones em Chicago em 2012.[26] Em seu calendário nacional, abril de 2013 foi marcado como o mês de ação "No Drone". Capítulos por todo os Estados Unidos tiveram ações, protestando o uso de drones.
OTAN
VFP chamou pela dissolução da Organização do Tratado do Norte Atlântico já que "NATO has always been a war-making institution lacking in accountability to the peoples of the nations it claims to represent." O VFP diz que a OTAN travou guerras de agressão contra a Iugoslávia, Iraque, Afeganistão e Líbia. O VFP diz que a OTAN mantém armas nucleares em violação do Tratado de Não Proliferação. Eles apoiam protestos da Russia de que a Rússia é ameaçada por bases de mísseis construídas em suas fronteiras. O VFP cita a Arabia Saudita Bahrein e Mubarak como exemplos on de a OTAN não lidou com abusos de direitos humanos por ditadores que apoiam a OTAN, e acusações de que a OTAN apoia "a agenda expansionista de Israel".[23]
Agente Laranja
O VFP trabalha com outros veteranos do Vietnã, Vietnamita-Americanos, e o Vietnam Agent Orange Relief and Responsibility Campaign (VAORRC)[27] para garantir a justiça e compensação para vitimas vietnamitas do Agente Laranja contaminado por dioxina e outros herbicidas que foram pulverizado sobre mais de 1/8 das terras do Vietnã do sul, Laos, e Camboja durante a porção estadounidense da Guerra do Vietnã.[carece de fontes]
Escola das Américas
A cada no membros do VFP de todo o país vão até Fort Benning, Georgia para protestar pelo fechamento da controversa Escola das Américas do exército, um centro de treinamento para milhares de soldados da de Latino Americanos que o VFP identifica como tendo "um longo registro de abuso dos direitos humanos"[carece de fontes]
Coreia
Depois das revelações do massacre de civis pelos soldados dos EUA durante a Guerra da Coreia, o VFP enviou várias delegações de apuradores de fatos para investigar as alegações e trazer a público a história daquela guerra.[15] Eles continuaram o trabalho para acabar com aquele conflito através da Korea Peace Campaign.[carece de fontes]
Vieques
O VFP tem ativamente apoiado o fim do uso pela marinha estadounidense da ilha-municipalidade de Vieques, Porto Rico para pratica de bombardeamento. O VFP continua a apoiar os esforços atuais para limpara o ambiente.[carece de fontes]
Colombia
O VFP enviou uma delegação de apuração de fatos a Colômbia e educou Americanos sobre o envolvimento dos EUA, o assassinato de líderes sindicais por para-militares e outros abusos humanos, incluindo o uso de desfolhantes químicos nocivos na guerra às drogas.[carece de fontes]
Monitoração governamental e infiltração
De acordo com documentos obtidos pela ACLU por meio de um FOIA em 2005, VFP estava entre os grupos alvo de monitoramento e infiltração pelo FBI e por forças-tarefa antiterrorismo das forças policiais locais que lidam com grupos ambientalistas, anti guerras e religiosos.[28]
Na ficção
O antigo braço britânico do Veterans for Peace, Veterans for Peace UK (2011-2022),[29] foi ficcionalizado em Bodyguard como "Veterans Peace Group". O grupo britânico de paz até mesmo usada o mesmo logo do grupo real Veterans for Peace, aparentemente sem permissão de acordo com um comunicado do Veterans for Peace UK.[30]
Veja também
Referências
- ↑ «VFP bylaws» (PDF)
- ↑ «VETERANS FOR PEACE UK»
- ↑ «VFP UK CLOSING DOWN»
- ↑ «VFP UK: CLOSING STATEMENT»
- 1 2 Veterans for Peace: The First Decade p. 78
- ↑ «Dennis Kyne Stock Pictures, Royalty-free Photos & Images - Getty Images». www.gettyimages.com. Consultado em 2 de julho de 2020
- ↑ The Real News (TRNN)
- ↑ «Veterans For Peace Awarded 2016 US Peace Prize». Consultado em 30 de janeiro de 2020
- ↑ «Mercy Pleas for Condemned Veteran's Life Unheeded». Tallahassee Democrat: 1, 2. 23 de abril de 1986. Consultado em 27 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 2 de fevereiro de 2023 – via Newspapers.com
- ↑ «Battle Scars: Military Veterans and the Death Penalty» (PDF). Death Penalty Information Center. 11 de novembro de 2015. Consultado em 3 de fevereiro de 2023. Cópia arquivada (PDF) em 3 de fevereiro de 2023
- ↑ Veterans for Peace: The First Decade, pp. 61-76
- ↑ Veterans for Peace: The First Decade pp. 81-82
- ↑ Veterans for Peace: The First Decade pp. 83-84
- ↑ Veterans for Peace: The First Decade pp. 84-85
- 1 2 [ligação inativa]
- ↑ Veterans for Peace: The First Decade pp. 154-222
- ↑ Arquivado em junho 13, 2006, no Wayback Machine
- ↑ «Veterans Group Calls on Congress to Impeach George W. Bush and Richard Cheney». Baltimore Chronicle. 2005. Consultado em 7 de abril de 2020
- ↑ «VETERANS FOR PEACE RALLY FOR IMPEACHMENT OF BUSH AND CHENEY». United Press International. Consultado em 7 de abril de 2020
- ↑ Veterans For Peace Statement on the Fighting in Lebanon-Gaza-Israel Arquivado em janeiro 14, 2009, no Wayback Machine, no site do United for Peace and Justice, 31 de julho de 2006.
- ↑ National VFP Statement on Crisis in Gaza Arquivado em janeiro 13, 2009, no Wayback Machine, Veterans for Peace web site, January 7, 2009.
- ↑ «Palestine Working Group». Veteransforpeace.org. Consultado em 18 de agosto de 2012. Cópia arquivada em 13 de outubro de 2012
- 1 2 «Calls for an End to NATO». Veterans for Peace. 10 de maio de 2012. Consultado em 18 de agosto de 2012
- 1 2 «VFP Endorses UFPJ Stand Against War with Iran». Veteransforpeace.org. 7 de março de 2012. Consultado em 18 de agosto de 2012
- ↑ «VFP Opposes "Humanitarian Intervention" in Syria April 03, 2012». Veteransforpeace.org. 3 de abril de 2012. Consultado em 18 de agosto de 2012
- ↑ Veterans Protest Against NATO and Drones in Chicago, May 18, 2012
- ↑ «Vietnam Agent Orange Campaign | Home». Vn-agentorange.org. Consultado em 18 de agosto de 2012. Cópia arquivada em 2 de setembro de 2006
- ↑ «FBI / JTTF Spying». Aclu.org. 25 de outubro de 2006. Consultado em 18 de agosto de 2012
- ↑ «VETERANS FOR PEACE UK»
- ↑ «Bodyguard gets it wrong»