16 a.C.

SÉCULOS: Século II a.C. — Século I a.C. — Século I
DÉCADAS: 60 a.C. • 50 a.C. • 40 a.C. • 30 a.C. • 20 a.C.
10 a.C. • 0 a.C. • 0 • 10 • 20 • 30
ANOS: 21 a.C. • 20 a.C. • 19 a.C. • 18 a.C. • 17 a.C.
16 a.C. • 15 a.C. • 14 a.C. • 13 a.C. • 12 a.C. • 11 a.C.

16 a.C. foi um ano bissexto do século I a.C. que durou 366 dias. De acordo com o Calendário Juliano, o ano teve início a um sábado e terminou a um domingo. as suas letras dominicais foram B e A.

Eventos

  • Lúcio Domício Enobarbo e Público Cornélio Cipião, cônsules romanos.[1][2]
  • Augusto dedica o Templo de Quirino em Roma, que ele havia reconstruído. O templo tinha setenta e seis colunas, a mesma idade do imperador.[3]
  • Augusto vai à Gália, segundo Dião Cássio, porque ele havia ficado muito tempo em Roma, ou porque ele tinha um caso com Terência, a esposa de Mecenas, e queria poder viver com ela longe das fofocas.[4] Ele deixa Tauro como prefeito urbano.[5]
  • Na noite seguinte à partide de Augusto, o Templo de Juvento é destruído pelo fogo, e são vistos vários portentos.[6]
  • Agripa é enviado por Augusto para ser governador da Síria.[5][7][8] Herodes convida Agripa para visitar a Judeia, onde ele é recebido com honras.[9]
  • As tribos alpinas dos camunos e vênios se rebelam, e são submetidas por Públio Sílio.[10]
  • Os Panônios e os nóricos atacam a Ístria, mas são derrotados por Sílio, e se submetem.[11]
  • Rebeliões na Dalmácia e Hispânia são rapidamente reprimidas.[12]
  • A Macedônia é devastada por invasões dos dentéletos e dos escordicos.[12]
  • Na Trácia, Marco Lólio com ajuda de Roemetalces, guardião dos seus sobrinhos, filhos de Cótis, subjugam os bessos.[12]
  • Lúcio Galo conquista os sármatos e os obriga a voltar para além do rio Ister.[12]
  • A maior guerra deste ano ocorreu na fronteira entre a Gália e a Germânia, e possivelmente foi o motivo que levou Augusto à Gália. As tribos germânicas sugambros, usípetes e têncteros capturaram alguns romanos em seu território e os crucificaram; em seguida, cruzaram o Reno, pilhando a Germânia e a Gália. Quando a cavalaria romana chegou, eles a emboscaram, deixando Lólio, o governador da província, em dificuldades.[13] Quando Augusto chegou, porém, os bárbaros se retiraram, aceitando a paz e deixando alguns reféns.[14]
  • 191a olimpíada:
    • Diódoto de Tiana, vencedor do estádio.[15][7]
    • Herodes, em viagem para a Itália para rever seus filhos, comparece os jogos olímpicos, e se torna um dos juízes. Ele faz uma doação, e é declarado como juiz perpétuo.[7]
  • Em Roma, Herodes é recebido por César, e recebe de volta seus filhos que haviam sido educados.[7]
  • Em Jerusalém, termina a construção do templo.[7]

Mortes

  • Emílio Mácer, poeta de Veronen, morre na Ásia.[7]

Referências

  1. ↑ Louis Moréri, Le grand Dictionaire historique, ou le mélange curieux de l'histoire sacrée et profane, Suite chronologique des consuls romains, p.89 [google books]
  2. ↑ Nicolas Lenglet Dufresnoy, Chronological Tables of Universal History (1762), Fasti Romani Consulares, p.208 [google books]
  3. ↑ Dião Cássio, História de Roma, Livro LIV, 19.4 [em linha]
  4. ↑ Dião Cássio, História de Roma, Livro LIV, 19.1-3
  5. 1 2 Dião Cássio, História de Roma, Livro LIV, 19.6
  6. ↑ Dião Cássio, História de Roma, Livro LIV, 19.7
  7. 1 2 3 4 5 6 James Ussher, The Annals of the World [em linha]
  8. ↑ Nicolas Lenglet Dufresnoy, Chronological Tables of Universal History (1762), The Greek Olympiads, p.167
  9. ↑ Nicolas Lenglet Dufresnoy, Chronological Tables of Universal History (1762), The Seventh Epocha, p.109
  10. ↑ Dião Cássio, História de Roma, Livro LIV, 20.1
  11. ↑ Dião Cássio, História de Roma, Livro LIV, 20.2
  12. 1 2 3 4 Dião Cássio, História de Roma, Livro LIV, 20.3
  13. ↑ Dião Cássio, História de Roma, Livro LIV, 20.4s
  14. ↑ Dião Cássio, História de Roma, Livro LIV, 20.6
  15. ↑ Eusébio de Cesareia, Crônica, As Olimpíadas Gregas, Uma lista desde a primeira olimpíada até a 247a quando Antonino, filho de Severo, era imperador dos romanos [rbedrosian.com] [www.attalus.org]