Carlos Sá Azambuja

Carlos Azambuja
Carlos Azambuja
Prefeito de Bagé
Período1.º- 1979 a 1985
2.º- 1º de janeiro de 1997
a 1º de janeiro de 2001
Deputado federal pelo
Rio Grande do Sul
Período1º de fevereiro de 1991
a 1º de fevereiro de 1995
Vice-Prefeito de Bagé
Período1º de janeiro de 1989
a 1º de janeiro de 1993
Deputado estadual pelo
Rio Grande do Sul
Período1º de fevereiro de 1987
a 1º de fevereiro de 1991
Vereador de‎‎ Bagé‎‎
Período1967 a 1971
Dados pessoais
Nome completoCarlos Sá Azambuja
Nascimento24 de abril de 1938 (88 anos)
Bagé, RS
Nacionalidadebrasileiro
ProgenitoresMãe: Josefa Sá de Azambuja
Pai: Ney Ramos de Azambuja
Alma materUniversidade da Região da Campanha (URCamp)
Prêmio(s)Ordem do Mérito Militar[1]
EsposaUmbelina da Silva Tavares Azambuja
PartidoARENA (1966–1979)
PDS (1980–1993)
PPR (1993–1995)
PPB (1995–2003)
PP (2003–presente)
Profissãoeconomista, político

Carlos Sá Azambuja ComMM (Bagé, 24 de abril de 1938) é um economista e político brasileiro filiado ao Progressistas (PP).[2] Pelo Rio Grande do Sul, foi deputado federal e estadual, além de prefeito e vereador de Bagé.

Biografia e carreira política

Filho de Ney Ramos de Azambuja e Josefa Sá de Azambuja, chegou a estudar Economia, porém trabalhou apenas como agropecuarista antes de iniciar sua carreira política, quando foi vereador em sua cidade natal pela ARENA, entre 1967 e 1971. Em 1969, obteve a graduação em Economia na Fundação Universitária de Bagé, além de ter cursado as áreas de urbanismo e relações públicas em universidades nos Estados Unidos e na Europa.

Em 1979, voltou à política ao ser nomeado prefeito de Bagé pelo então governador do Rio Grande do Sul, Amaral de Sousa. No mesmo ano, com a extinção do bipartidarismo, filia-se ao PDS (sucessor da ARENA). Em 1986, candidata-se a deputado estadual, sendo um dos 10 pedessistas eleitos para a Assembleia Legislativa. 2 anos depois, foi eleito vice-prefeito de Bagé na chapa de Luiz Simão Kalil, acumulando os 2 cargos até 1990, quando foi o 11º deputado federal mais votado na eleição estadual (41.314 votos).

Na votação do impeachment de Fernando Collor de Mello, Azambuja foi o único deputado da bancada gaúcha a votar contra o afastamento do presidente. Em dezembro de 1992, deixa o cargo de vice-prefeito de Bagé e filia-se ao PPR em abril do ano seguinte. Em 1994, não concorreu à reeleição e disputou uma vaga no Senado Federal, ficando apenas em oitavo lugar entre 11 candidatos.

Em julho de 1994, Azambuja foi admitido pelo presidente Itamar Franco à Ordem do Mérito Militar no grau de Comendador especial.[1]

Em 1995, foi um dos fundadores do Partido Progressista Brasileiro (atual Progressistas), onde se elegeria prefeito de Bagé pela segunda vez. Deixou o cargo em 2000 após não conseguir se reeleger, e em 2002 tentou voltar à Câmara dos Deputados, sem sucesso.

Em setembro de 2011, chegou a ser condenado por improbidade administrativa durante sua segunda passagem pela prefeitura de Bagé, por sentença proferida pelo Juiz da Vara Federal de Bagé.[3] A sentença, contudo, foi desconstituída em 2016 por decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que considerou haver cerceamento de defesa no processo e falta de provas da existência de dolo do administrador no caso[4].

Referências

  1. 1 2 Brasil, Decreto de 29 de julho de 1994.
  2. ↑ CPDOC (14 de maio de 2020). «Carlos Sá Azambuja». Consultado em 14 de maio de 2020
  3. ↑ Justiça Federal do Rio Grande do Sul (29 de setembro de 2011). «Justiça Federal do RS condena ex-prefeito de Bagé (RS) por improbidade». Consultado em 14 de maio de 2020
  4. ↑ Justiça Federal do Rio Grande do Sul. «Consulta Processual – Justiça Federal do Rio Grande do Sul». www2.jfrs.jus.br. Consultado em 8 de junho de 2020

Ligações externas