Copa Verde de Futebol
| Copa Verde | |||||||
![]() | |||||||
| Dados gerais | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Organização | CBF | ||||||
| Edições | 13 | ||||||
| Número de equipes | 24 | ||||||
| Sistema | Sistema misto | ||||||
Ascensão e descenso
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Estatísticas
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Informações adicionais
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A Copa Verde de Futebol, ou simplesmente Copa Verde, é uma competição inter-regional brasileira disputada desde 2014 entre equipes da Região Norte e Centro-Oeste,[1] além do Espírito Santo.[nota 1]
Organizada pela CBF, o torneio teve maioritariamente formato similar ao da Copa do Brasil, com partidas em confrontos "mata-mata", nos quais o clube derrotado era eliminado da competição, ora em confrontos de ida e volta, ora em confrontos de partida única. Em 2026, pela primeira vez a competição não foi disputada exclusivamente em sistema eliminatório, contando com uma fase de grupos dividida em Copa Norte e Copa Centro-Oeste.
Nas duas primeiras edições, o campeão do torneio ganhou uma vaga na Copa Sul-Americana do ano seguinte.[2][3][4] Posteriormente, a competição garantiu vaga para as oitavas de final da Copa do Brasil, o que perdurou até 2019.[5] De 2020 a 2025, o vencedor assegurava uma vaga na terceira fase da Copa do Brasil.[6] Atualmente, a competição garante ao campeão e ao vice-campeão participação na mesma fase citada da Copa do Brasil.[7]
O primeiro time a conquistar o torneio foi o Brasília, enquanto o maior vencedor da competição é o Paysandu, com cinco títulos.
História

O torneio nasceu a partir da proposta de se fazer uma competição regional, como a Copa do Nordeste, para clubes da Região Norte – por isso seu nome faz alusão à Floresta Amazônica.[2] Logo, foi decidido ampliar o torneio para clubes do Centro-Oeste e do Espírito Santo (que participava da antiga Copa Centro-Oeste).[8] Apesar de não ter sido incluída no calendário oficial da CBF para 2014, divulgado em setembro do ano anterior, a competição foi confirmada pelo diretor de competições da entidade.[9]
Além da alusão à maior floresta tropical do mundo, o nome da Copa Verde também remete a ações de sustentabilidade e preservação do meio-ambiente. Nas primeiras edições, durante diversas partidas, era possível trocar garrafas plásticas ou latas de alumínio por ingressos, através de máquinas instaladas nas cidades-sedes dos jogos.[10] Entre 2017 e 2021, a competição contou com "troféus vivos", feitos a partir de madeira certificada – extraída de áreas de manejo florestal.[11][12][13] O torneio também promoveu ações voltadas ao estímulo da consciência ecológica, como a já mencionada reciclagem de materiais, além de concursos de redação com temas ambientais, aulas de futebol para crianças em situação de vulnerabilidade e compensação das emissões de carbono.[13]

Apesar de aos poucos a competição ter perdido sua vertente atrelada à sustentabilidade, em 2025, durante a realização da COP 30, em Belém, a CBF chegou a citar a Copa Verde como modelo de "laboratório sustentável" para ações e práticas ambientais, que podem ser testadas antes de serem aplicadas em competições nacionais maiores.[14]
Em relação ao formato e participantes do torneio, apesar de abranger o Centro-Oeste, os clubes do estado de Goiás só foram incluídos em 2016, uma vez que não demonstravam interesse em participar da competição até então.[1][15] Com dois clubes a mais naquele ano, a CBF criou uma fase preliminar às oitavas de final. Outra mudança também foi a inclusão de equipes através do Ranking da CBF, não somente via desempenho em campeonatos estaduais.[16] No ano seguinte, os times goianos ficaram de fora novamente, alegando falta de calendário para disputar o torneio,[17] retornando apenas em 2019, ainda com algumas recusas.[18]
Ao longo dos anos, a competição alternou edições realizadas no primeiro e no segundo semestre, por muitas vezes sem constar de forma oficial no calendário da CBF. Em 2022, por exemplo, a disputa só foi oficializada em agosto do mesmo ano, iniciando apenas em outubro, o que levou a desistência de diversos clubes, incluindo o Remo, defensor do título.[19] A partir de 2023, a Copa Verde se estabilizou como uma competição da primeira metade do calendário do futebol brasileiro.
Em 2026, o torneio sofreu pela primeira vez na história uma mudança mais radical de regulamento, passando a ser dividida em Copa Norte e Copa Centro-Oeste, e os campeões de cada um dos novos torneios se enfrentam na final para decidir o título da Copa Verde. Com a implementação de uma fase de grupos antes do tradicional "mata-mata", a competição saltou de 30 para 70 partidas.[20]
Transmissão televisiva

A Copa Verde foi transmitida com exclusividade pelo canal Esporte Interativo, que também transmitia a Copa do Nordeste, de 2015 a 2018. A emissora e o Ministério do Esporte dividiam os custos de viagem das equipes.[2][3] Em 7 de maio de 2018, antes mesmo do canal anunciar seu término, foi noticiado que Esporte Interativo não iria mais transmitir a competição.[21]
A partir de 2019, o torneio passou a ser exibido através da plataforma de streaming MyCujoo.[22] Ainda em 2019, os jogos de Remo e Paysandu tiveram a transmissão da Rede Cultura do Pará, em parceria com a TV Brasil. Para a edição de 2020, a emissora estatal transmitiu com exclusividade todos os jogos junto a canais afiliados à Empresa Brasil de Comunicação.[23]
Em 2022, a apenas um dia do início da edição, o serviço de streaming DAZN chegou a um acordo com a CBF para exibir algumas partidas do torneio com exclusividade, a partir das oitavas de final. Assim, a TV Brasil ficou sem os direitos de transmissão.[24] Na temporada seguinte, a plataforma não renovou os direitos e a competição ficou sem transmissão na TV nem em streaming próprio, com a cobertura ficando sob responsabilidade dos clubes.[25] No entanto, apenas os jogos da final tiveram transmissão televisiva ao vivo em um pool formado pela Rede Cultura do Pará, TV Brasil (transmissão nacional) e BandSports, marcando o retorno das transmissões pela TV por assinatura, com a última cobertura ocorrendo em 2018.[26]
Na temporada de 2024, novamente a exibição do torneio ficou restrita à cobertura dos próprios clubes participantes, através de seus canais oficiais. Nas quartas de final, a Rede Meio Norte transmitiu apenas o jogo de volta entre Goiás e Vila Nova.[27] Já as semifinais entre a dupla Re-Pa foram transmitidas localmente pela Rede Cultura do Pará.[28] Houve uma tentativa de aquisição dos confrontos entre Remo e Paysandu pela RBA TV, afiliada à Band, e o Nosso Futebol após os dois times paraenses anunciarem as transmissões via streaming. No entanto, a cobertura na primeira emissora seria inviável devido à incompatibilidade de horário com a programação nacional da Band e o acordo não avançou.[29]

Em 2025, a CBF passou a ser a detentora oficial dos direitos de transmissão com imagens, porém nenhum veículo demonstrou interesse em adquirir os direitos de exibição, deixando das partidas iniciais até o jogo de ida da final sem transmissão na televisão aberta e por assinatura pela primeira vez desde o início da competição.[30] Além disso, ao contrário da temporada anterior, a entidade não autorizou as transmissões nas plataformas dos clubes, apesar das tentativas, sem sucesso, de Paysandu e Brasiliense.[31][32] Apenas o jogo de volta da grande final teve transmissão através da TV Brasil em um pool com a TV Cultura do Pará, com a última realizando a respectiva cobertura de maneira regionalizada.[33]
Em 2026, para evitar que a competição ficasse sem transmissão como nos anos anteriores e com a estreia do novo formato, os direitos foram vendidos para o canal por assinatura SportyNet, sendo sublicenciados ao jornalista esportivo Benjamin Back para fazer a cobertura gratuita via internet.[34]
Campeões

A primeira edição da Copa Verde foi conquistada pelo Brasília, após derrotar o Paysandu nos pênaltis. O título, contudo, só foi estabelecido de fato após uma longa batalha judicial, por conta de uma suposta escalação irregular de quatro jogadores na final do torneio.[nota 2] A façanha levou o time candango à Copa Sul-Americana de 2015, a primeira – e até hoje única – participação de uma equipe do Distrito Federal em uma competição internacional oficial.[35][36]
Na edição seguinte, o Cuiabá tornou-se campeão[37] e também colocou seu estado em uma competição internacional oficial de forma inédita, com a vaga na Copa Sul-Americana de 2016, marcando a última vez que a Copa Verde garantiu vaga para o torneio da CONMEBOL.[38][39] A equipe mato-grossense ainda seria campeã mais uma vez em 2019.[40]
Por sua vez, o Paysandu é notoriamente o clube mais bem-sucedido na história da Copa Verde, com cinco títulos e quatro vice-campeonatos, tendo ficado fora da final em apenas três edições.[41][42] Por conta disso, o estado do Pará é a unidade federativa com o maior número de títulos na competição, contabilizando também a conquista do Remo em 2021.[42]
| Ano | Final | Semifinalistas | Número de participantes | |||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Campeão | Placares | Vice | Eliminado pelo campeão | Eliminado pelo vice-campeão | ||
| 2014 Detalhes |
Brasília |
1 – 2 2 – 1 7 – 6 (pen) [nota 2] |
Paysandu |
Brasiliense |
Remo |
16 |
| 2015 Detalhes |
Cuiabá |
1 – 4 5 – 1 |
Remo |
Luverdense |
Paysandu |
16 |
| 2016 Detalhes |
Paysandu |
2 – 0 1 – 2 |
Gama |
Remo |
Aparecidense |
18 |
| 2017 Detalhes |
Luverdense |
3 – 1 1 – 1 |
Paysandu |
Rondoniense |
Santos-AP |
18 |
| 2018 Detalhes |
Paysandu |
2 – 0 1 – 1 |
Atlético Itapemirim |
Manaus |
Luverdense |
18 |
| 2019 Detalhes |
Cuiabá |
0 – 1 1 – 0 5 – 4 (pen) |
Paysandu |
Goiás |
Remo |
24 |
| 2020 Detalhes [nota 3] |
Brasiliense |
2 – 1 1 – 2 5 – 4 (pen) |
Remo |
Vila Nova |
Manaus |
24 |
| 2021 Detalhes |
Remo |
0 – 0 0 – 0 4 – 2 (pen) |
Vila Nova |
Paysandu |
Nova Mutum |
24 |
| 2022 Detalhes |
Paysandu |
0 – 0 1 – 1 4 – 3 (pen) |
Vila Nova |
São Raimundo-AM |
Brasiliense |
17 |
| 2023 Detalhes |
Goiás |
2 – 0 2 – 1 |
Paysandu |
Cuiabá |
Remo |
24 |
| 2024 Detalhes |
Paysandu |
6 – 0 4 – 0 |
Vila Nova |
Remo |
Cuiabá |
24 |
| 2025 Detalhes |
Paysandu |
0 – 0 1 – 1 5 – 4 (pen) |
Goiás |
São Raimundo-RR |
Brasiliense |
24 |
| 2026 Detalhes |
A definir |
– – |
A definir |
A definir |
A definir |
24 |
Resultados
Com cinco títulos, o Paysandu lidera com folga a lista de maiores campeões da Copa Verde, seguido pelo Cuiabá com duas taças. Completam a lista, com uma conquista cada: Brasília, Luverdense, Brasiliense, Remo e Goiás. Com esse cenário, o estado do Pará é o maior detentor de títulos da competição, enquanto no ranking por regiões, há um empate entre o Norte e o Centro-Oeste, com seis troféus para cada.[42]
Por outro lado, o Vila Nova é o clube que mais vezes chegou à final sem ter vencido a disputa, amargando três vice-campeonatos. Também entram na lista de vice-campeões sem título o Gama e o Atlético Itapemirim – atualmente licenciado, mas que ostenta a melhor colocação de um time do Espírito Santo na história da Copa Verde.[42][52]
Outras sete equipes chegaram pelo menos à semifinal, fazendo com que apenas três unidades federativas, dentre as que participam do torneio, nunca tenham atingido essa fase: Acre, Mato Grosso do Sul e Tocantins.[42]
Por equipe
| Clube | Títulos | Vices | Semifinalista |
|---|---|---|---|
| 5 (2016, 2018, 2022, 2024 e 2025) | 4 (2014, 2017, 2019 e 2023) | 2 (2015 e 2021) | |
| 2 (2015 e 2019) | 0 | 2 (2023 e 2024) | |
| 1 (2021) | 2 (2015 e 2020) | 5 (2014, 2016, 2019, 2023 e 2024) | |
| 1 (2023) | 1 (2025) | 1 (2019) | |
| 1 (2020) | 0 | 3 (2014, 2022 e 2025) | |
| 1 (2017) | 0 | 2 (2015 e 2018) | |
| 1 (2014) | 0 | 0 | |
| 0 | 3 (2021, 2022 e 2024) | 1 (2020) | |
| 0 | 1 (2016) | 0 | |
| 0 | 1 (2018) | 0 | |
| 0 | 0 | 2 (2018 e 2020) | |
| 0 | 0 | 1 (2016) | |
| 0 | 0 | 1 (2017) | |
| 0 | 0 | 1 (2017) | |
| 0 | 0 | 1 (2021) | |
| 0 | 0 | 1 (2022) | |
| 0 | 0 | 1 (2025) |
Por federação
| Federação | Títulos | Vices | Semifinalista |
|---|---|---|---|
| 6 | 6 | 7 | |
| 3 | 0 | 5 | |
| 2 | 1 | 3 | |
| 1 | 4 | 3 | |
| 0 | 1 | 0 | |
| 0 | 0 | 3 | |
| 0 | 0 | 1 | |
| 0 | 0 | 1 | |
| 0 | 0 | 1 |
Por região
| Região | Títulos | Vices | Semifinalista |
|---|---|---|---|
| Norte | 6 | 6 | 13 |
| Centro-Oeste | 6 | 5 | 11 |
| Sudeste | 0 | 1 | 0 |
Treinadores campeões

O pernambucano Dado Cavalcanti é o técnico que mais vezes sagrou-se campeão da Copa Verde, com dois títulos – ambos pelo Paysandu, em 2016 e em 2018.[53] Já Emerson Ávila aparece na lista como o único treinador vencedor da competição sem ocupar o cargo de forma efetiva: na edição de 2023, ele comandou o Goiás interinamente nas finais.[54]
| Ano | Treinador | Equipe | Ref. |
|---|---|---|---|
| 2014 | Luis Carlos Souza | [55] | |
| 2015 | Fernando Marchiori | [56] | |
| 2016 | Dado Cavalcanti | [57] | |
| 2017 | Júnior Rocha | [58] | |
| 2018 | Dado Cavalcanti | [59] | |
| 2019 | Marcelo Chamusca | [60] | |
| 2020 | Vílson Taddei | [61] | |
| 2021 | Eduardo Baptista | [62] | |
| 2022 | Márcio Fernandes | [63] | |
| 2023 | Emerson Ávila | [64] | |
| 2024 | Hélio dos Anjos | [65] | |
| 2025 | Luizinho Lopes | [66] |
Estatísticas
Artilharia
Ao todo, catorze jogadores já foram artilheiros de uma edição da Copa Verde, uma vez que em duas ocasiões a artilharia terminou empatada por dois atletas. Os maiores goleadores de uma única temporada são Cassiano, que fez nove gols pelo Paysandu na campanha do título em 2018, e Neto Pessoa, que também anotou nove tentos em 2021, pelo Remo, vencedor daquela edição.[67] Já o maior artilheiro de toda a história da competição é Nicolas, com dez gols ao todo, marcados em três anos diferentes – a maior parte deles em 2024, quando foi o maior goleador daquela edição.[68]
- Por edição
| Ano | Artilheiro | Equipe | Gols | Ref. |
|---|---|---|---|---|
| 2014 | Lima | 7 | [69] | |
| 2015 | Raphael Luz | 8 | [70] | |
| 2016 | Rafael Grampola | 6 | [71] | |
| 2017 | Careca | 5 | [72] | |
| 2018 | Cassiano | 9 | [73] | |
| 2019 | Douglas Oliveira | 5 | [74] | |
| 2020 | Alan Mineiro | 5 | [75] | |
| Diego Rosa | ||||
| 2021 | Neto Pessoa | 9 | [76] | |
| 2022 | Marlon | 3 | [77] | |
| Yan Philippe | ||||
| 2023 | Wanderson Martins | 4 | [78] | |
| 2024 | Nicolas | 6 | [79] | |
| 2025 | Rossi | 4 | [80] |
Público
Disputada por algumas equipes tradicionais e outras tantas sem muita expressão no cenário do futebol brasileiro, a Copa Verde ostenta médias modestas de público. A edição com a maior média de espectadores foi a temporada inaugural, a única a superar a marca de cinco mil pagantes por partida.[81] O confronto que alavancou esse número foi, principalmente, o jogo de volta da grande decisão entre Brasília e Paysandu, quando mais de 51 mil pessoas compareceram ao Estádio Mané Garrincha, até hoje o maior público presente da história do torneio. Na ocasião, o Governo do Distrito Federal distribuiu 20 mil ingressos a estudantes e funcionários, assim como o Banco BRB utilizou bilhetes para promoções de marketing. No borderô oficial da partida, 38.305 ingressos constam como vendidos a um real.[82]
- Maiores públicos
Estes são os dez maiores públicos presentes da história da Copa Verde:
| Nº | Público | Mandante | Placar | Visitante | Estádio | Data | Ano | Ref. |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 51 701 | Brasília |
2–1 | Mané Garrincha | 21 de abril | 2014 | [83] | |
| 2 | 38 412 | Goiás |
1–1 | Serra Dourada | 23 de abril | 2025 | [84] | |
| 3 | 34 780 | Remo |
4–1 | Mangueirão | 30 de abril | 2015 | [85] | |
| 4 | 32 997 | Paysandu |
0–0 | Mangueirão | 9 de abril | 2025 | [86] | |
| 5 | 32 976 | Paysandu |
3–0 | Mangueirão | 19 de março | 2025 | [87] | |
| 6 | 32 900 | Paysandu |
1–1 | Mangueirão | 16 de maio | 2018 | [88] | |
| 7 | 32 333 | Paysandu |
0–0 | Mangueirão | 3 de abril | 2024 | [89] | |
| 8 | 31 611 | Paysandu |
0–1 | Mangueirão | 20 de novembro | 2019 | [90] | |
| 9 | 27 884 | Remo |
1–1 | Mangueirão | 10 de abril | 2024 | [91] | |
| 10 | 26 653 | Paysandu |
1–1 | Mangueirão | 16 de maio | 2017 | [92] |
- Médias de público

Essas são as médias de público por edição. Em todas, considera-se apenas o público pagante.
| Ano | Média geral | Clube com a maior média de público |
Maior média de público |
Ref. |
|---|---|---|---|---|
| 2014 | 5 429 | 15 272 | [81] | |
| 2015 | 4 351 | 17 648 | [93] | |
| 2016 | 4 178 | 12 741 | [94] | |
| 2017 | 2 716 | 11 393 | [95] | |
| 2018 | 3 093 | 11 937 | [96] | |
| 2019 | 2 949 | 14 819 | [97] | |
| 2020 | Não houve[nota 4] | |||
| 2021 | 2 857 | 6 054 | [99] | |
| 2022 | 3 051 | 8 214 | [100] | |
| 2023 | 4 186 | 13 129 | [101] | |
| 2024 | 4 459 | 14 002 | [102] | |
| 2025 | 3 740 | 11 444 | [103] | |
Maiores goleadas
A maior goleada de todos os tempos da Copa Verde foi a vitória do Remo contra o Galvez por 9–0, em 2021. A equipe paraense ainda poupou os titulares do confronto, mas não perdoou o rival acreano, com direito a dois hat-tricks, um de Neto Pessoa e outro de Wallace.[104] Em quatro ocasiões, um jogo do torneio terminou em 7–0; e em outras cinco vezes houve goleada por 6–0: a mais destacada delas aconteceu na final da edição de 2024, com o triunfo do Paysandu diante do Vila Nova, no jogo de ida, praticamente sacramentando o título.[105] Foi a maior diferença de gols em finais de copas no futebol brasileiro no século XXI, superando a decisão da própria Copa Verde de 2015, quando o Cuiabá fez 5–1 no Remo, e também a final da Copa Centro-Oeste de 2000, na qual o Vila Nova também foi o time goleado, dessa vez pelo rival Goiás, também por 5–1.[106]
Estas são as dez maiores goleadas da história da Copa Verde:
| Nº | Mandante | Placar | Visitante | Estádio | Data | Edição | Ref. |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Remo |
9–0 | Baenão | 19 de outubro | 2021 | [107] | |
| 2 | Luverdense |
7–0 | Passo das Emas | 18 de março | 2018 | [108] | |
| Aparecidense |
7–0 | Annibal Batista de Toledo | 20 de janeiro[nota 3] | 2020 | [109] | ||
| Vila Nova |
7–0 | OBA | 4 de novembro | 2021 | [110] | ||
| Nacional-AM |
7–0 | Arena da Amazônia | 9 de abril | 2026 | [111] | ||
| 6 | Paysandu |
6–0 | Curuzu | 20 de outubro | 2021 | [112] | |
| São Raimundo-RR |
6–0 | Canarinho | 1 de março | 2023 | [113] | ||
| Paysandu |
6–0 | Curuzu | 22 de maio | 2024 | [105] | ||
| Goiás |
6–0 | Serrinha | 6 de fevereiro | 2025 | [114] | ||
| Vila Nova |
6–0 | OBA | 28 de março | 2026 | [115] |
Ver também
Notas
- ↑ A inclusão do Espírito Santo acontece porque o Estado tinha representantes na antiga Copa Centro-Oeste.
- 1 2 No dia 28 de julho de 2014, o STJD retirou o título do Brasília devido à suposta escalação irregular de quatro jogadores na final do torneio, concedendo o título ao Paysandu.[43] No dia 1 de agosto, porém, o Brasília conseguiu um efeito suspensivo da decisão, retomando o título temporariamente.[44] A resolução final do caso seria julgada pelo Tribunal Pleno do STJD no dia 14 de agosto, mas foi adiada por conta do mau tempo.[45] Na sequência, o julgamento foi remarcado para o dia 2 de outubro, porém adiado outra vez devido a um pedido do Paysandu, uma vez que o relator do processo não poderia estar presente.[46][47] No dia 7 de novembro, ficou definido que o julgamento final aconteceria no dia 13 de novembro, após mais de um mês de indefinição.[48] Porém, mais uma vez o julgamento foi adiado, pois o Paysandu alegou que um de seus advogados não poderia comparecer.[49] Assim, o pleito foi adiado para o dia 27 de novembro,[50] quando finalmente o Pleno decidiu a favor do Brasília, que foi declarado campeão.[51]
- 1 2 A edição da Copa Verde de 2020 foi disputada em 2021 por conta da pandemia de COVID-19.
- ↑ Por conta da pandemia de COVID-19, a edição da Copa Verde de 2020 não teve presença de público.[98]
Referências
- 1 2 «Sem interesse, futebol goiano fica fora da Copa Verde». Terra Esportes. 9 de outubro de 2013. Consultado em 24 de março de 2015. Arquivado do original em 20 de maio de 2014
- 1 2 3 «CBF cria Copa Verde, com times de 11 estados e que dá vaga na Sul-Americana». Futebol Interior. 9 de outubro de 2013. Consultado em 23 de abril de 2024
- 1 2 «Copa Verde une 11 estados, do Amazonas ao Espírito Santo». Trivela. 8 de outubro de 2013. Consultado em 4 de maio de 2016
- ↑ «Conmebol confirma que Brasileirão dará seis vagas para a Sul-Americana». Ge.globo. 14 de outubro de 2016. Consultado em 17 de novembro de 2016
- ↑ «Campeão entra nas oitavas da Copa do Brasil 2018». CBF. 1 de dezembro de 2016. Consultado em 27 de dezembro de 2016
- ↑ «CBF revisa calendário de 2021 e Copa do Brasil passa a ser mais longa». Metrópoles. 11 de novembro de 2020. Consultado em 11 de novembro de 2020
- ↑ «Copa Norte: entenda o formato da competição que vai voltar ao calendário em 2026». Ge.globo. 1 de outubro de 2025. Consultado em 3 de maio de 2026
- ↑ «Copa Verde com custeio da CBF poderá se tornar realidade com 2 clubes de MT». Futebol Matogrossense. 27 de julho de 2013. Consultado em 4 de maio de 2016. Arquivado do original em 5 de dezembro de 2013
- ↑ «Dirigente da CBF confirma Copa Verde em janeiro e fevereiro de 2014». Ge.globo. 26 de setembro de 2013. Consultado em 4 de maio de 2016
- ↑ «CBF detalha troca de garrafas pet por ingressos na Copa Verde; entenda». Ge.globo. 8 de março de 2016. Consultado em 1 de maio de 2026
- ↑ «Troféu é revelado: GE mostra taças do campeão e vice da Copa Verde». Ge.globo. 16 de maio de 2017. Consultado em 1 de maio de 2026
- ↑ «Troféu Copa Verde une designers e produtores da iniciativa da BVRio "Design e Madeira Sustentável"». BVRio. 22 de outubro de 2021. Consultado em 1 de maio de 2026
- 1 2 «Copa Verde terá troféu de madeira certificada». Ministério do Meio Ambiente. 10 de maio de 2018. Consultado em 1 de maio de 2026
- ↑ «CBF cita Copa Verde como modelo e cogita criar rankings de sustentabilidade no futebol». Ge.globo. 12 de novembro de 2025. Consultado em 1 de maio de 2026
- ↑ «CBF divulga regulamento, tabela e plano de ação». CBF. 8 de dezembro de 2015. Consultado em 11 de dezembro de 2015
- ↑ «CBF muda regulamento da Copa Verde para incluir clube do Coronel Nunes». R7. 8 de dezembro de 2015. Consultado em 11 de dezembro de 2015
- ↑ «Copa Verde divulga tabela de 2017 sem os clubes de Goiás». Diário de Goiás. 30 de novembro de 2016. Consultado em 23 de abril de 2024
- ↑ «Gigante de Goiás recusa participação na Copa Verde e pode ser acompanhado por rival». O Liberal. 24 de maio de 2019. Consultado em 1 de maio de 2026
- ↑ «Clubes desistem da Copa Verde 2022 e enfraquecem a competição». Minha Porto Velho. 6 de setembro de 2022. Consultado em 1 de maio de 2026
- ↑ «Copa Verde 2026: veja o que muda no formato da competição regional». ge. 1 de outubro de 2025. Consultado em 1 de outubro de 2025
- ↑ «Esporte Interativo não vai renovar contrato de transmissão da Copa Verde, diz jornal». Portal Mídia Esporte. 6 de maio de 2018. Consultado em 23 de abril de 2024
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