Cynodontosuchus

Cynodontosuchus
Intervalo temporal: Coniaciano − Daniano
~85–62 Ma
Taxocaixa sem imagem
Classificação científica e
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Clado: Pseudosuchia
Clado: Crocodylomorpha
Clado: †Notosuchia
Família: †Baurusuchidae
Gênero: †Cynodontosuchus
Woodward, 1896
Espécies

Cynodontosuchus é um gênero extinto de mesoeucrocodiliano baurussuquídeo. Fósseis foram encontrados na Argentina, de idade do Cretáceo Superior, da formação Bajo de la Carpa [en] (datando do Santoniano), da formação Pichi Picun Leufu (datando do Coniaciano e Santoniano) e da formação Santa Lucía [en] do Tiupampano [en] da Bolívia.

Descrição

Cynodontosuchus foi o primeiro sebecossúquio [en] não cenozoico a ser descrito, sendo atribuído à subordem em 1896 por Arthur Smith Woodward.[1] Foi descrito com base em um focinho incompleto e mandíbula inferior articulada. A presença de um grande segundo dente maxilar em forma de sabre e um diastema entre a maxila e a pré-maxila que abria espaço para um grande dente mandibular sugere que Cynodontosuchus é um membro da família Baurusuchidae.[2] Foi proposto várias vezes que o gênero é um sinônimo sênior de Baurusuchus.[3][4] No entanto, ele difere de Baurusuchus pelo fato de seu rostro ser menos profundo e ter cinco dentes maxilares.[5]

Referências

  1. ↑ Woodward, AS. (1896). «On Two Mesozoic Crocodilians Notosuchus (Genus Novum) and Cynodontosuchus (Genus Novum) from the Red Sandstone of the Territory of Neuquen (Argentine Republic)». Anales del Museo de la Plata, Paleontologia Argentina. 6: 1–20
  2. ↑ Steel, R. (1973). Crocodylia. In: Handbuch der Paläoherpetologie. G. Fischer, Stuttgart and Portland, 16, 116p.
  3. ↑ Gasparini, Z.B. (1996). Biogeographic evolution of the South American crocodilians. München Geowiss. Abh., A(30):159-184.
  4. ↑ Carvalho, I. S.; Campos, A. C. A.; Nobre, P. H. (2005). «Baurusuchus salgadoensis, a new Crocodylomorpha from the Bauru Basin (Cretaceous)» (PDF). Gondwana Research. 8 (1): 11–30. doi:10.1016/S1342-937X(05)70259-8
  5. ↑ Buffetaut, E. (1982). «Radiation évolutive, paléoécologie et al. biogéographie des crocodiliens mésosuchiens». Mémoire de la Société Géologique de France. 142: 1–88