GE 2-C+C-2

GE 2-C+C-2
GE 2-C+C-2
GE 2-C+C-2 Nº 371 da Companhia Paulista
Descrição
Propulsão Elétrica
Fabricante General Electric — Schenectady, NY
Modelo GE 2-C+C-2
Ano de fabricação 1940; e em 1946 até 1948
Locomotivas fabricadas 37 (Brasil), 22 (Companhia Paulista) e 15 (E.F. Central do Brasil)
Classificação AAR 2-C+C-2
Tipo de serviço Misto
Características
Bitola 1.600 mm
Tipo de truques Arch-bar
Diâmetro das rodas guias 914mm
Diâmetro das rodas motrizes 1,168mm
Comprimento 23,101m
Largura 3,010m
Altura 4,343m
Peso da locomotiva 165,1 kg

(Peso total) - 165.074 kg Aderente: 122.445 kg

Tipo de combustível Eletricidade
Método de eletrificação C.C.
Tensão 3.000 V
Tipo de captação de energia Sistema de catenária
Tipo de pantógrafo Estrela (EFCB 1.ª e 2.ª fases e EFSJ-RFFSA 1.ª fase, CPEF e Fepasa 1.ª fase), Faiveley (Fepasa 2.ª e 3.ª fases)
Fabricante do motor General Electric e Westinghouse
Tração múltipla Sim, mas removida pela Fepasa
Performance
Velocidade máxima 145 km/h (164 km/h recorde nacional sobre trilhos)
Velocidade mínima 20 km/h
Potência total 3,870hp
Raio mínimo de inscrição 87,00 m
Freios da locomotiva Ar comprimido e elétrico
Operação
Ferrovias Originais CPEF e EFCB
Ferrovias que operou Fepasa e RFFSA
Apelidos V8 ou Escandalosa
Local de operação São Paulo e Rio de Janeiro
Data de entrega 1940, e de 1946 a 1948
Ano da entrada em serviço 1940
Ano da saída do serviço RFFSA: 1982
Fepasa: 1998
Ano de aposentadoria 1998
Ano de restauração a partir de 2000
Ano de desmanche 2003 e 2004
Unidades preservadas 10
Proprietário atual DNIT e Prefeitura de Bauru
Situação 2 restauradas em São Paulo e Bauru e
mais 8 aguardando restauração. Demais baixadas.

A GE 2-C+C-2 foi um tipo de locomotiva elétrica construída pela General Electric empregada na Companhia Paulista de Estradas de Ferro e mais tarde na Estrada de Ferro Central do Brasil, baseada no modelo EP-4 construído para a empresa New York, New Haven and Hartford Railroad.[1] Possuíam 3817 HP de potência, peso total de 165 toneladas sendo classificadas no padrão AAR como 2-C+C-2 e foram empregadas entre 1940 e 1998, quando as últimas foram desativadas por obsolescência pela Fepasa em São Paulo.[2][3]

História

Projeto e construção (Cia. Paulista)

Em 1927 o governo do estado de São Paulo autorizou as concessionárias ferroviárias do estado a cobrarem uma taxa de 10% sobre seus clientes do transporte de cargas para que cada concessionária formasse um fundo de investimentos para manutenção e aquisição de material rodante.[4] Apesar da Grande Depressão, a Companhia Paulista sentiu menos seus efeitos por empregar tração elétrica em boa parte de sua malha.[5] Com o crescimento do movimento de cargas e passageiros ao longo da década de 1930, a Companhia Paulista decidiu encomendar novas locomotivas para a General Electric utilizando parte dos recursos de seu fundo de manutenção e aquisição de material rodante (que em 1940 acumulava 125.543:001$465 réis)[6]

Evolução da Companhia Paulista de Estradas de Ferro (1930-1939)
Ano Carga transportada (em ton.) Passageiros transportados Locomotivas
1930 2 051 327 3 468 897 223
45 elétricas
178 vapor
1934 2 596 606 2 051 327 219
45 elétricas
174 vapor
1939 3 825 604 6 135 831 224
45 elétricas
179 vapor
Fontes: Relatórios anuais da Companhia Paulista de Estradas de Ferro de 1930, 1935 e 1939[7]

Foram encomendadas 22 locomotivas elétricas do tipo 2-C+C-2, de 3817 hp de potência e 165 toneladas, baseadas nas locomotivas modelo EP-4 recém entregues pela General Electric para a New York, New Haven and Hartford Railroad. A primeira locomotiva foi embarcada dos Estados Unidos para o Brasil na virada de 1939 para 1940[8], tendo sido desembarcada desmontada no porto de Santos em 20 de janeiro de 1940.[9]

Locomotiva GE EP-4 da New York, New Haven and Hartford Railroad.

Até o final de 1940 foram entregues outras três locomotivas. Com um envolvimento cada vez maior dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, a General Electric foi envolvida no esforço de guerra e acabou paralisando o fornecimento das 18 máquinas restantes. O fornecimento das locomotivas foi retomado apenas em 1947 e concluído em 1948[5]:

Entrega das locomotivas
Ano Quantidade
1940 4
1947 10
1948 8
Total 22

Projeto e construção (Central do Brasil)

O projeto de eletrificação da Estrada de Ferro Central do Brasil foi iniciado em 1935 e teve sua primeira etapa inaugurada em 10 de julho de 1937. Diferentemente da Companhia Paulista que contratou a General Electric, a Central contratou a empresa britânica Metropolitan-Vickers para fornecer vários equipamentos, entre eles 30 locomotivas elétricas. A Segunda Guerra, porém, afetou o projeto de forma mais intensa que o da Paulista e a Metropolitan-Vickers foi forçada pelo governo britânico a abandonar o projeto. A Central tentou construir 6 locomotivas, com relativo sucesso, porém ainda precisava de outras 24. Após o fim da Segunda Guerra, a Central resolveu contratar o consórcio Electrical Export Corporation-Cobrazil (que eletrificou com sucesso a Linha Tronco da Sorocabana) para o fornecimento de 15 locomotivas elétricas. Apesar de tencionar locomotivas do tipo 1-C+C-1 ou C-C, a Central foi obrigada pelo War Production Board (WPB) do governo americano a adquirir locomotivas GE 2-C+C-2 similares às fornecidas para a Companhia Paulista. As locomotivas foram entregues em 1947.[10][11]

Entrega das locomotivas
Ano Quantidade
1947 15
Total 15

Operação (EFCB-RFFSA)

Rio de Janeiro (1947-1980)

Primeira locomotiva entregue para a Central do Brasil, 1947.
Arquivo Nacional

A primeira locomotiva da Central foi entregue em 16 de julho de 1947. Inicialmente foram empregadas em serviços de passageiros e cargas entre o Rio de Janeiro e Volta Redonda. Seu desempenho com trens cargueiros, porém, ficou abaixo do esperado por conta de sua baixa aderência e do perfil mais inclinado da via. Essas situações faziam as máquinas "patinarem" e danificarem trilhos e rodeiros. O baixo desempenho fez com que fossem utilizadas locomotivas diesel para transportar cargas enquanto as locomotivas 2-C+C-2 passaram a tracionar trens de passageiros. Em 1957 as locomotivas foram incorporadas à Rede Ferroviária Federal (RFFSA), alterando suas cores. A RFFSA ampliou as atribuições das locomotivas, utilizando-as emergencialmente para tracionar trens de subúrbio no final da década de 1970. Com a desativação progressiva da eletrificação entre Volta Redonda e Japeri entre 1970 e 1984, as locomotivas 2-C+C-2 foram realizando cada vez menos serviços até serem transferidas do Rio de Janeiro para para a Estrada de Ferro Santos-Jundiaí em São Paulo em 1980.[10][12]

São Paulo (1980-1982)

Em São Paulo a RFFSA mal operou suas locomotivas 2-C+C-2 na Estrada de Ferro Santos-Jundiaí. Entre 1981 e 1982 transferiu 10 exemplares da locomotiva para a Fepasa enquanto recebeu 11 locomotivas diesel ALCO RSC-3 da estatal paulista. As cinco locomotivas restantes foram sucateadas pela RFFSA na década de 1980.[10][13]

Operação (Cia. Paulista/Fepasa)

Locomotiva 2-C+C-2 da Cia. Paulista conduzindo um trem de passageiros em 1941.
Propaganda da Fepasa sobre os novos serviços, destacando a locomotiva 2-C+C-2.

As primeiras locomotivas foram entregues em 1940 e passaram a tracionar trens de passageiros e cargas da Companhia Paulista. Após a conclusão de várias obras de readequação viária nas linhas da Paulista, as locomotivas passaram a atingir velocidades de 120 quilômetros por hora. Inicialmente fornecidas com engates de sistema pino+ganchos, as locomotivas tiveram seus equipamentos substituídos na década de 1950 por engates tipo Janney.[7]

O bom desempenho técnico das locomotivas fez com que a Cia. Paulista ampliasse o transporte de passageiros e cargas, batendo recoredes de produção na década de 1950. Após a estatização da Paulista em 1961, o governo de Sâo Paulo investiu na aquisição de novas locomotivas elétricas da General Electric, recebidas em 1968. Com isso, as locomotivas 2-C+C-2 passaram a ter um papel cada vez mais secundário no transporte de cargas. Em 1971 a Paulista é unificada pelo governo paulista com as demais ferrovias do estado e forma-se a Ferrovia Paulista S/A (Fepasa). A Fepasa iniciou planos para iniciar a substituição as locomotivas 2-C+C-2 em 1973, porém a Primeira Crise do Petróleo atrasou esses planos. Em 1976 foi celebrado um grande contrato da Fepasa com o consórcio francês Francorail, prevendo-se a substituição das 2-C+C-2 por 10 locomotivas modelo C-C fabricado pela Alstom.[14]

Com falta de recursos, o plano de substituição da Fepasa foi postergado e em 1981 a estatal paulista adquiriu 10 locomotivas 2-C+C-2 da Rede Ferroviária Federal para reforma e fornecimento de peças para a frota existente de 22 locomotivas 2-C+C-2 herdadas da Cia. Paulista. Entre 1982 e 1988 a Fepasa reformou oito das locomotivas adquiridas da RFFSA e canibalizou duas para o fornecimento de peças. Com isso, a frota passou por sua primeira grande revisão geral, ganhou uma sobrevida e incentivou a Fepasa a investir na reforma dos seus trens de passageiros, criando novos serviços. Em 1989, a locomotiva 2-C+C-2 nº 6386 preparada pela Fepasa e pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas bateu recorde brasileiro de velocidade ferroviária ao alcançar 164 quilômetros por hora num trajeto entre Itirapina e Santa Gertrudes. Apesar dos investimentos em reforma das locomotivas, a Fepasa encontrava-se altamente endividada e encerrou o contrato de aquisição das locomotivas Alstom em 1992.[14]

Em 1995 a Fepasa encontrava-se altamente endividada e começou a substituir a frota elétrica por máquinas diesel-elétricas. No ano seguinte um estudo indicou a necessidade de investimentos de quase 50 milhões de dólares na substituição de toda a rede elétrica existente, sendo que esse investimento não possuía previsão de ser amortizado. Sem recursos, a Fepasa começou um lento processo de desativação de todas as suas locomotivas elétricas, incluindo as 2-C+C-2, concluído em 1998.[14]

Preservação

Locomotiva nº 6387, recuperada esteticamente, estacionada na Estação Bauru (NOB).

Após a desativação das locomotivas em 1998, a Fepasa foi incorporada à RFFSA e sua malha acabou concedida como parte do programa nacional de desestatização e extinção da RFFSA. As locomotivas elétricas passaram a compor o patrimônio da União (representada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes[15]). Atualmente alguns exemplares preservados, sendo que apenas dois encontram-se recuperados esteticamente (em São Paulo e Bauru):

Locomotivas preservadas
Número Local
371 (6392) São Paulo, mantida pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária
381 (6381) Cruzeiro, mantida pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária[16]
378 (6378)
Rio Claro, Instituto de Memória Ferroviária [17]
383 (6381)
387 (6387) Bauru, Museu Ferroviário Regional de Bauru
374 (6374)
Jundiaí, Museu da Companhia Paulista
375 (6375)
379 (6379)
389 (6389)
377 (6377) Araraquara[18]


Tabela

Modelo Potência (HP) Bitola (m) Fabricante Origem Ano de Fabricação
EP 4 3817 1,600 General Electric Estados Unidos 1940, 1946 a 1948
  • Possuíam 165 toneladas de peso total, permitindo tração múltipla e apresentado maior eficiência na tração. Foram numeradas de 370 a 391 (na CPEF) e de 2101-2115 (na EFCB) quando da sua chegada na ferrovia.

Proprietários Originais

Ferrovia País Bitola Quantidade
Companhia Paulista Brasil 1,600m 22
Estrada de Ferro Central do Brasil Brasil 1,600m 15

Acidentes e incidentes

  • 19 de janeiro de 1953 – Rio de Janeiro (RJ). A locomotiva 2115 descarrilou nas proximidades da estação Engenho de Dentro. Sem feridos.[19]
  • 29 de março de 1991 - Rio Claro (SP). Uma locomotiva 2-C+C-2 da Fepasa descarrilou após um deslizamento de terra ocorrido na ferrovia nos arredores de Rio Claro. O maquinista sofreu ferimentos leves enquanto que seu ajudante teve uma perna fraturada.[20][21]
  • Uma composição formada por uma locomotiva 2-C+C-2 e carros Pullman Standard da Fepasa foram utilizadas no projeto artístico "Kino trem" (1996-1997), dos artistas Lucas Bambozzi, Eliane Caffé e Ricardo Ribenboim.[22][23]

Referências

  1. ↑ Locomotive Cyclopaedia (1956). «Locomotiva EP-4». Eletrificação da C.P.E.F. Consultado em 21 de dezembro de 2020
  2. ↑ Luiz Malavolta (18 de agosto de 1995). «Fepasa adota locomotivas movidas a diesel». Folha de S.Paulo. Consultado em 21 de dezembro de 2020
  3. ↑ Antonio Augusto Gorni (7 de setembro de 2003). «1995-2000: O Fim». A Eletrificação nas Ferrovias Brasileiras:Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Consultado em 21 de dezembro de 2020
  4. ↑ Governo do estado de São Paulo (10 de março de 1927). «Decreto estadual nº 4202». Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo. Consultado em 21 de dezembro de 2020
  5. 1 2 Antonio Augusto Gorni (7 de setembro de 2003). «1922-1961: A Expansão». A Eletrificação nas Ferrovias Brasileiras:Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Consultado em 21 de dezembro de 2020
  6. ↑ Companhia Paulista de Estradas de Ferro (28 de abril de 1941). «Fundo de aumento, melhoria e renovação do material rodante». Relatório n. 91 da Diretoria da Companhia Paulista de Estradas de Ferro para a Assembléia Geral Ordinária- Exercício de 1940/Memória Estatística do Brasil -Biblioteca do Ministério da Fazenda no Rio de Janeiro - republicada no Internet Archive. Consultado em 21 de dezembro de 2020
  7. 1 2 Companhia Paulista de Estradas de Ferro. «Relatórios anuais da Companhia Paulista de Estradas de Ferro». Memória Estatística do Brasil -Biblioteca do Ministério da Fazenda no Rio de Janeiro - republicada no Internet Archive. Consultado em 21 de dezembro de 2020
  8. ↑ «Moderna locomotiva para a Estrada F. Paulista». A Noite, ano XXIX, edição 10019, página 7/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. 2 de janeiro de 1940. Consultado em 21 de dezembro de 2020
  9. ↑ Informações telegráficas do interior para o Diário da Noite (23 de janeiro de 1940). «São Paulo». Diário da Noite, ano XII, edição 3859, página 3/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. Consultado em 21 de dezembro de 2020
  10. 1 2 3 Antonio Augusto Gorni (11 de março de 2003). «1946-1984: As Linhas de Longo Percurso». A Eletrificação nas Ferrovias Brasileiras:Estrada de Ferro Central do Brasil. Consultado em 21 de dezembro de 2020
  11. ↑ «Builder List». GE Export Page. Consultado em 22 de dezembro de 2020
  12. ↑ Alberto H. del Bianco (abril de 1981). «Locomotivas 2-C+C-2 na Estrada de Ferro Santos-Jundiaí». A Eletrificação nas Ferrovias Brasileiras:Estrada de Ferro Central do Brasil. Consultado em 21 de dezembro de 2020
  13. ↑ Alexandre Santurian (30 de dezembro de 1991). «Ficha técnica das locomotivas V-8». Centro Oeste. Consultado em 22 de dezembro de 2020
  14. 1 2 3 Antonio Augusto Gorni (25 de maio de 2002). «O Corredor de Exportação Santos-Uberaba». A Eletrificação nas Ferrovias Brasileiras:Ferrovia Paulista S.A. - FEPASA. Consultado em 22 de dezembro de 2020
  15. ↑ «Lei Federal nº 11483». Casa Civil-Presidência da República. Consultado em 23 de dezembro de 2020
  16. ↑ Marcelo Toledo (21 de setembro de 2020). «Após resgate histórico em SP, locomotivas terão plano de restauro». Folhapress-republicado por Yahoo. Consultado em 23 de dezembro de 2020
  17. ↑ «Rio Claro recebe duas locomotivas e três veículos ferroviários». Diário do Rio Claro. 2 de dezembro de 2020. Consultado em 23 de dezembro de 2020
  18. ↑ «Denit pode destruir locomotivas e vagões históricos em Araraquara». A Cidade ON. 20 de agosto de 2018. Consultado em 23 de dezembro de 2020
  19. ↑ Ralph Mennucci Giesbrecht. «Engenho de Dentro». Estações ferroviárias do Brasil. Consultado em 22 de dezembro de 2020
  20. ↑ «Máquina de puxar vagões cai em Rio Claro». Folha de S.Paulo, ano 71, edição 22641, Caderno Sudeste nº 9, página 1. 30 de março de 1991
  21. ↑ Ralph Mennucci Giesbrecht. «Cronologia 1991-2002:Fatos da década». Estações ferroviárias do Brasil. Consultado em 22 de dezembro de 2020
  22. ↑ Edilamar Galvão (29 de outubro de 1997). «"Kino trem" integra evento Arte/Cidade 3». Folha de S.Paulo. Consultado em 22 de dezembro de 2020
  23. ↑ Celso Fioravante (25 de outubro de 1997). «Trem do Arte/Cidade 3 chega a SP». Folha de S.Paulo. Consultado em 22 de dezembro de 2020
  24. ↑ youtube.com/watch?v=pZMlp2vlkmo|título=Trecho do filme Dois Córregos|autor=Carlos Reichenbach|data=1999|publicado=Youtube|acessodata=22 de dezembro de 2020
  25. ↑ «Cronologia». Frateschi Trens Elétricos. Consultado em 22 de dezembro de 2020
  26. ↑ «Elenco de O Profeta grava em São Paulo». Rede Globo. 28 de agosto de 2006. Consultado em 22 de dezembro de 2020
  27. ↑ youtu.be/js96cyy7yxg?t=682|título=trecho da novela Ciranda de Pedra|autor=Rede Globo|data=2008|publicado=Youtube|acessodata=22 de dezembro de 2020

Ligações externas