Lorde (cantora)
| Lorde | |
|---|---|
![]() Lorde em junho de 2025 | |
| Nome completo | Ella Marija Lani Yelich-O'Connor |
| Nascimento | Auckland, Nova Zelândia |
| Nacionalidade | neozelandesa |
| Cidadania | |
| Etnia | branca |
| Progenitores | Mãe: Sonja Yelich |
| Educação | Lista
|
| Período de atividade | 2009–atualmente |
| Prêmios | lista completa |
| Carreira musical | |
| Gênero(s) | |
| Extensão vocal | meio-soprano |
| Instrumento(s) | vocais |
| Gravadora(s) | |
| Website | lorde |
| Assinatura | |
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Ella Marija Lani Yelich-O'Connor (Auckland, 7 de novembro de 1996), conhecida profissionalmente como Lorde, é uma cantora, compositora e produtora musical neozelandesa. É conhecida por seu estilo não convencional de música pop e por composições introspectivas.
Lorde ganhou reconhecimento ainda adolescente ao se apresentar em um concurso de talentos. A artista assinou com a Universal Music Group (UMG) em 2009 e começou a colaborar com o produtor Joel Little em 2011. O primeiro trabalho da dupla, o extended play (EP) intitulado The Love Club, foi lançado de forma independente em 2012 para download gratuito no SoundCloud, antes de receber lançamento comercial em 2013. Seu single "Royals" liderou as paradas em diversas regiões e permaneceu nove semanas no topo da Billboard Hot 100. A canção vendeu 10 milhões de cópias em todo o mundo, tornando-se um dos singles mais vendidos de todos os tempos. O primeiro álbum de estúdio da cantora, Pure Heroine, foi lançado no mesmo ano e obteve sucesso tanto de crítica quanto comercial. No ano seguinte, Lorde foi curadora da trilha sonora do filme Jogos Vorazes: A Revolta – Parte 1 (2014).
Lorde colaborou com o produtor Jack Antonoff em seu segundo álbum, Melodrama (2017), que recebeu ampla aclamação da crítica, estreou no topo da Billboard 200 e desde então figura na lista dos "500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos", da Rolling Stone. A artista explorou estilos indie folk e psicodélicos em Solar Power (2021), recebendo reações polarizadas de críticos e ouvintes. Para seu quarto álbum de estúdio, Virgin (2025), Lorde trabalhou com o músico Jim-E Stack e retornou à música pop de base eletrônica, o que lhe rendeu ainda mais aclamação da crítica.
Lorde acumula 20 Aotearoa Music Awards, dois Grammy Awards, dois Brit Awards, um Taite Music Prize e uma indicação ao Globo de Ouro. A cantora integrou a lista das adolescentes mais influentes do mundo da revista Time em 2013 e 2014, além de ter sido incluída na edição de 2014 da lista 30 Under 30 da Forbes. Além de seu trabalho solo, a artista coescreveu canções para outros intérpretes, incluindo Broods e Bleachers.
Biografia
Ella Yelich-O'Connor nasceu em Takapuna, Auckland, a 7 de novembro de 1996. Filha de Sonja Yelich, uma premiada poetisa neozelandesa de origem croata,[1][2][3] e Vic O'Connor, um engenheiro civil. Foi criada no subúrbio de Devonport, Auckland, ao lado de mais três irmãos, um casal de irmãos mais novos, Indy e Angelo, e uma irmã mais velha, Jerry.[4] Ella tem ascendência croata do lado materno e irlandesa do lado paterno. Possui dupla nacionalidade, a neozelandesa e a croata.[5]
Carreira
Em 2009, Ella Yelich-O'Connor, com então doze anos de idade, participou de um concurso de talentos promovido pela escola dela. Interpretando a canção "Warwick Avenue", da musicista britânica Duffy, Ella Yelich-O'Connor teve a sua apresentação gravada por um pai de um amigo; a gravação acabou por parar nas mãos de Scott Maclachlan, um agente que ficou impressionado com o talento da então aspirante. Em seguida, Maclachlan entrou em contacto com Ella Yelich-O'Connor e com os seus pais, falando sobre o futuro que a jovem poderia ter como artista. Ele acabou por se tornar o empresário da cantora, conseguindo para ela um contrato com a filial da Universal Music na Nova Zelândia.[6][7]
Em março de 2026, Lorde confirmou que seu contrato com a Universal Music não foi renovado, e agora ela segue como artista independente após finalizar a sua turnê Ultrasound World Tour, vinculada ao disco Virgin, de 2025. [8]
Nome artístico
Mais tarde, Ella Yelich-O'Connor adotou como nome artístico "Lorde", que foi inspirado na fascinação que ela tinha pela aristocracia e pela realeza. No início, a cantora chegou a ter em mente 'Duke' ('duque' em português), mas rapidamente descartou por achar a expressão muito masculina.[7] Em seguida, ela escolheu a palavra 'Lord' ('senhor' em português), que é um título de nobreza do Reino Unido. Mas como todos os lordes britânicos são homens, a artista decidiu pegar a palavra no inglês, Lord, e acrescentar a letra 'E' no final, de modo que seu nome fictício ficasse mais feminino.
Embora a expressão 'Lord' também seja vista como "senhor", Yelich-O'Connor diz que seu nome artístico não possui nada de religioso, e que é apenas uma personagem que ela "pode ligar ou desligar quando está no palco".[7] A admiração da jovem pela realeza influenciou ainda a composição de "Royals", o single de estreia de sua carreira.[9]
2013–2015: Pure Heroine e trilha sonora de Jogos Vorazes
Quando Lorde e Little terminaram seu primeiro trabalho colaborativo, o EP The Love Club, Maclachlan o elogiou como uma "forte peça musical", mas demonstrou preocupação quanto à possibilidade de o EP gerar lucro, uma vez que Lorde ainda era uma artista pouco conhecida na época.[10] Em novembro de 2012, a cantora lançou o EP de forma independente por meio de sua conta no SoundCloud, disponibilizando-o para download gratuito.[11] A UMG lançou comercialmente The Love Club em março de 2013, após o EP ter sido baixado 60 mil vezes, sinalizando que Lorde havia atraído um público amplo.[10][12] O EP alcançou a segunda posição nas paradas da Nova Zelândia e da Austrália.[13] "Royals", o single principal do EP, ajudou a cantora a ganhar proeminência internacional ao se tornar um sucesso tanto de crítica quanto comercial.[14] A canção chegou ao primeiro lugar da Billboard Hot 100, tornando Lorde, então com 16 anos, a artista mais jovem a alcançar o topo da parada norte-americana desde Tiffany, em 1987.[15] Desde então, a faixa recebeu certificação de diamante pela Associação Americana da Indústria de Gravação.[16] Ela venceu dois Grammy Awards nas categorias de Melhor Performance Solo de Pop e Canção do Ano na 56.ª cerimônia,[17] e foi eleita Single do Ano no New Zealand Music Awards de 2013.[18] Do final de 2013 ao início de 2016, a artista namorou o fotógrafo neozelandês James Lowe.[19][20]
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O primeiro álbum de estúdio de Lorde, Pure Heroine, que incluía o single "Royals", foi lançado em setembro de 2013 e recebeu aclamação da crítica,[21] figurando em várias listas de melhores álbuns do ano.[22] O álbum atraiu grande atenção por seu retrato do desencanto adolescente suburbano e por suas críticas à cultura mainstream.[23][24][25] Nos Estados Unidos, o disco vendeu mais de um milhão de cópias até fevereiro de 2014, tornando-se o primeiro álbum de estreia de uma artista feminina desde 19, de Adele (2008), a alcançar tal feito.[26] Pure Heroine recebeu uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum Vocal de Pop e venceu o Taite Music Prize de 2014 como o melhor álbum neozelandês de 2013;[17][27] até junho de 2021, havia vendido seis milhões de cópias em todo o mundo.[28] Três outros singles foram lançados do álbum: "Tennis Court" alcançou o primeiro lugar na Nova Zelândia,[29] enquanto "Team" chegou à sexta posição nos Estados Unidos,[30] e "Glory and Gore" foi lançado exclusivamente para rádios norte-americanas.[31] No New Zealand Music Awards de 2014, Lorde venceu seis prêmios: Álbum do Ano e Melhor Álbum Pop por Pure Heroine, Single do Ano por "Team", Single Neozelandês Mais Vendido por "Royals", Melhor Artista Solo Feminina e o Prêmio de Conquista Internacional.[32]
Em novembro de 2013, Lorde assinou um contrato de publicação com a Songs Music Publishing, no valor estimado de 2,5 milhões de dólares, após uma disputa de lances entre várias empresas, incluindo a Sony Music Entertainment e sua gravadora UMG. O acordo concedia à editora o direito de licenciar a música da cantora para filmes e publicidade.[33] Ainda naquele mês, a artista participou da trilha sonora do filme Jogos Vorazes: Em Chamas (2013), interpretando uma versão de "Everybody Wants to Rule the World", canção de Tears for Fears lançada em 1985.[34] A revista Time incluiu Lorde em suas listas das adolescentes mais influentes do mundo em 2013 e 2014.[35][36] A Forbes também a colocou em sua edição de 2014 da lista 30 Under 30; ela foi a pessoa mais jovem a figurar na seleção.[37] A Billboard a incluiu em sua lista 21 Under 21 nos anos de 2013, 2014 e 2015.[38][39][40]
Na primeira metade de 2014, Lorde se apresentou em vários festivais de música, incluindo o Laneway Festival em Sydney,[41] as três edições sul-americanas do Lollapalooza (Chile, Argentina e Brasil) e o Festival Coachella, na Califórnia.[42] Em seguida, a artista embarcou em uma excursão internacional, que começou na América do Norte no início de 2014.[43] Paralelamente às suas atividades solo, Lorde juntou-se aos membros remanescentes do Nirvana para interpretar "All Apologies" durante a cerimônia de indução da banda no Rock and Roll Hall of Fame, em abril de 2014.[44] Os integrantes Krist Novoselic e Dave Grohl explicaram que escolheram a cantora porque suas canções representavam a "estética do Nirvana" por meio de letras perspicazes.[45] Lorde também foi curadora da trilha sonora do filme Jogos Vorazes: A Revolta – Parte 1 (2014), supervisionando a seleção do conteúdo do álbum e gravando quatro faixas, incluindo o single principal "Yellow Flicker Beat".[46] Em 2015, a canção rendeu a Lorde uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Canção Original e venceu o prêmio de Single do Ano no New Zealand Music Awards de 2015, marcando sua terceira vitória consecutiva na categoria.[47][48] Ainda naquele ano, ela participou da canção "Magnets", da dupla britânica de música eletrônica Disclosure, presente no álbum Caracal (2015).[49]
2016–2020: Melodrama
Em janeiro de 2016, Lorde mudou-se para Ponsonby, um subúrbio de classe média no centro de Auckland.[50][51] Nos Brit Awards de 2016, em fevereiro, a cantora e a última banda de turnê de David Bowie fizeram uma performance em tributo à canção "Life on Mars", de 1971.[52] O pianista Mike Garson, membro frequente da banda de Bowie, explicou que a família e a equipe do artista escolheram Lorde porque ele a admirava e acreditava que ela era "o futuro da música".[53] A versão de Lorde foi amplamente reconhecida como uma das melhores performances em tributo a Bowie.[54] Ainda naquele ano, a artista coescreveu "Heartlines", canção da dupla neozelandesa Broods presente no álbum Conscious (2016).[55]
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O single principal do segundo álbum de estúdio de Lorde, Melodrama, intitulado "Green Light", foi lançado em março de 2017 e recebeu aclamação da crítica;[56] foi considerada a melhor canção do ano pela NME e pelo The Guardian.[57][58] O single alcançou o primeiro lugar na Nova Zelândia, a quarta posição na Austrália,[59] a nona no Canadá e a décima nona nos Estados Unidos.[60][61] O álbum foi apoiado por mais dois singles: "Perfect Places" e um remix de "Homemade Dynamite" com a participação de Khalid, Post Malone e SZA.[62] Produzido principalmente por Lorde e Jack Antonoff, Melodrama foi publicado em 16 de junho de 2017.[63] Estreando no topo da Billboard 200, o álbum tornou-se o primeiro número um de Lorde nos Estados Unidos;[64] ele também alcançou a primeira posição na Austrália, no Canadá e na Nova Zelândia.[65][66]
Melodrama explora o coração partido e os sentimentos confusos do final da adolescência, provocados por um término de relacionamento.[67][68] O disco recebeu ampla aclamação da crítica pelo peso emocional das composições de Lorde e pelo estilo de produção pop de Antonoff;[63] o Metacritic o colocou em segundo lugar em sua lista dos melhores álbuns de 2017, com base nas listas de fim de ano das publicações, atrás de Damn, de Kendrick Lamar.[69] Melodrama foi indicado ao Grammy de Álbum do Ano na 60.ª cerimônia.[70] No New Zealand Music Awards de 2017, o álbum venceu na categoria Álbum do Ano, "Green Light" conquistou o prêmio de Single do Ano, e Lorde foi eleita Melhor Artista Solo, Melhor Artista Pop, além de receber o People's Choice Award e o Prêmio de Conquista Internacional.[71]
Lorde coescreveu e forneceu vocais de apoio para a canção "Don't Take the Money", da banda norte-americana de indie pop Bleachers, lançada em março de 2017.[72] Para promover Melodrama, a artista embarcou na Melodrama World Tour (2017–2018), com Khalid, Run the Jewels, Mitski e Tove Styrke como atrações de abertura.[73][74] Em dezembro de 2017, Lorde cancelou o show marcado para junho de 2018 em Israel, após uma campanha online de ativistas de solidariedade palestina que apoiavam o movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções.[75] Embora a cantora não tenha indicado explicitamente os motivos do cancelamento, ela afirmou que não tinha conhecimento do tumulto político na região.[76] A decisão foi celebrada por grupos pró-Palestina e criticada por grupos pró-Israel.[77][78] A Billboard incluiu Lorde em sua edição de 2017 da lista 21 Under 21,[79] enquanto a Forbes a colocou em sua lista 30 Under 30 Ásia.[80]
2020–2023: Solar Power e Te Ao Mārama
Em 20 de maio de 2020, Lorde revelou que havia começado a trabalhar em seu terceiro álbum de estúdio com Antonoff após a morte de seu cachorro.[81] Em novembro de 2020, a artista anunciou o lançamento de Going South, um livro que documenta sua visita à Antártida em janeiro de 2019, com fotografias tiradas pela fotógrafa Harriet Were.[82]

O terceiro álbum de estúdio de Lorde, Solar Power, foi lançado em 20 de agosto de 2021. Seu som acústico, inspirado no indie folk, representou um afastamento de seus álbuns anteriores de electropop, o que polarizou a crítica.[83][84] Um ano após o lançamento do álbum, a cantora refletiu que a reação a Solar Power foi "realmente desconcertante" e "dolorosa".[85] O disco alcançou a primeira posição na Austrália e na Nova Zelândia.[86] O álbum foi apoiado por três singles: "Solar Power",[87] que chegou à segunda posição na Nova Zelândia,[88] "Stoned at the Nail Salon" e "Mood Ring".[87] Lorde promoveu o álbum na Solar Power Tour (2022–2023).[89] A artista foi atração principal do Primavera Sound 2022 na Espanha em junho, bem como da edição brasileira do festival em novembro de 2022.[90][91]
Lorde lançou Te Ao Mārama em 9 de setembro de 2021, como um complemento a Solar Power. O EP é cantado inteiramente em te reo Māori e foi traduzido por Hana Mereraiha. Outros tradutores incluíram Sir Tīmoti Kāretu e Hēmi Kelly. O projeto foi liderado por Dame Hinewehi Mohi.[92] Toda a receita gerada pelo álbum foi destinada a duas instituições de caridade neozelandesas: Forest & Bird e Te Hua Kawariki.[93] Em agosto de 2023, Lorde estreou as canções "Silver Moon" e "Invisible Ink" durante seu show no Boardmasters Festival, na Cornualha, Inglaterra. A artista deu continuidade à sua série de festivais com apresentações ao longo do mês no Øyafestivalen, no Sziget Festival e no Flow Festival.[94]
2024–presente: Virgin e Ultrasound World Tour
Em junho de 2024, Lorde colaborou com Charli xcx em uma versão remix da canção "Girl, So Confusing".[95] Em abril de 2025, Lorde anunciou por meio de um vídeo no TikTok o seu novo single, "What Was That", quebrando seu hiato de 4 anos.[96] No dia 23 de abril, levou seus fãs ao Washington Square Park em Nova Iorque, e com um palco de madeira e uma caixa de som, tocou a versão final e completa de "What Was That". O evento era pra acontecer na manhã do dia 23, mas depois, o parque ficou extremamente lotado, forçando os policiais barrarem o evento e disserem para as pessoas se dispersarem, mesmo com o aviso, à noite, Lorde apareceu.[97][98] No mesmo dia, anunciou o single para o dia seguinte, quinta-feira, 24 de abril.[99]
Em 30 de abril, Lorde anunciou que o seu quarto álbum de estúdio, Virgin, seria lançado em 27 de junho.[100] Dois singles adicionais, "Man Of The Year" e "Hammer", antecederam o lançamento do álbum.[101][102] No dia de lançamento de Virgin, Lorde performou todas as faixas que integram o álbum em uma aparição surpresa no Festival Glastonbury.[103] O disco estreou em primeiro lugar nas paradas oficiais da Austrália e Reino Unido.[104][105]
Para promover Virgin, Lorde anunciou sua quarta turnê mundial, a Ultrasound World Tour, incialmente com apresentações em arenas pela América do Norte, Europa e Oceania.[106][107]
Estilo musical
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A banda Fleetwood Mac e o cantor Lou Reed estão entre as principais influências de Lorde | ||

Lorde compõe todas as suas músicas. Até os treze anos, ela escrevia contos, mas com o passar do tempo, a artista passou a se dedicar a criar canções; no início, de forma despretensiosa, mas com o passar do tempo, ela foi se aperfeiçoando durante a criação de suas composições.[108] A primeira música que ela escreveu chamava-se "Dope Ghost" e foi inspirada no tema "Kids" de Larry Clark.[108] Para o The Love Club e Pure Heroine, ela contou com o auxílio de Joel Little, que produziu todas as faixas dos dois discos. De acordo com a cantora, a parceria dela com Little só deu certo porque ele não é o tipo de produtor "que gosta de colocar grandes assinaturas em suas músicas".[7]
Lorde é constantemente comparada à artistas como Sky Ferreira, Florence and the Machine, Lana Del Rey e Grimes.[109][110] Ainda foi comparada à compatriota Kimbra por escrever suas canções, bem como aos norte-americanos Beyoncé Knowles e The Weeknd.[111] A artista revelou que para gravar seu extended play The Love Club ela usou como influências a artista Lana Del Rey e os rappers Jay-Z e Kanye West ao ouvir o disco em parceria dos artistas, Watch the Throne.
A voz dela foi descrita como um cruzamento entre Adele e Ellie Goulding.[112]
Filantropia e outras atividades
Em 2013, "The Love Club" foi incluído na compilação Songs for the Philippines, junto com canções como "Let It Be" dos Beatles, "Stronger (What Doesn't Kill You)" de Kelly Clarkson e "Feel This Moment de Pitbull com Christina Aguilera. A receita seria doada para as Filipinas, a fim de ajudar mais de 13 milhões de pessoas afetadas pelo tufão Haiyan. Em dezembro do mesmo ano, Lorde ajudou a arrecadar dinheiro em sua comunidade local.[113] Em setembro de 2014, fez cover de "God Only Knows" dos Beach Boys com outros artistas como Emeli Sandé, Elton John, Kylie Minogue, entre outros, a fim de arrecadar dinheiro para a fundação Children in Need. Em 5 de junho de 2014, a intérprete lançou uma linha de batons e delineadores para a MAC Cosmetics, nas cores mais utilizadas por ela.[114]
Prêmios e indicações
Discografia
- Álbum de estúdio
- Pure Heroine (2013)
- Melodrama (2017)
- Solar Power (2021)
- Virgin (2025)
Turnês
- Pure Heroine Tour (2013-2014)
- Melodrama World Tour (2017-2018)
- Solar Power Tour (2022-2023)
- Ultrasound World Tour (2025)
Bibliografia
- Going South (2021)[115]
Filmografia
| Ano | Título | Papel | Notas |
|---|---|---|---|
| 2017 | Saturday Night Live | Ela mesma | Episódio: "Scarlett Johansson/Lorde" |
Referências
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