Roberto Farias

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Roberto Farias
Nascimento
Morte
14 de maio de 2018 (86 anos)

Nacionalidadebrasileiro
Ocupaçãocineasta

Roberto Figueira de Farias (Nova Friburgo, 27 de março de 1932 — Rio de Janeiro, 14 de maio de 2018) foi um diretor de cinema e televisão, roteirista e montador brasileiro.[1] Em sua longa carreira como cineasta, Farias recebeu inúmeros prêmios e indicações em premiações nacionais e internacionais, incluindo uma indicado ao Urso de Ouro na 33.ª edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim, por seu filme Pra Frente, Brasil.

Em toda a sua carreira, Roberto foi assistente, montador, roteirista, produtor e distribuidor, mas nunca foi ator. Seus filhos Maurício Farias e Lui Farias também são cineastas. Foi homenageado durante a 14º edição do Prêmio Grande Otelo do Cinema Brasileiro, no ano de 2015.

Biografia

Irmão do ator Reginaldo Faria, teve um "s" adicionado ao seu sobrenome por erro do cartório. A mãe dele levava-o ainda bebê quando ia ao cinema. Entre uma mamadeira e outra, foi seu primeiro contato com o que se passava na tela. Aos 8 anos montava um "cineminha" na sua casa usando caixas de sapatos. Do cinema para a fotografia foi um pulo fácil e ele veio de Friburgo para cursar Belas Artes no Rio de Janeiro ou fazer Arquitetura, mas seu destino e preferência sempre foi o cinema.

Roberto Farias morreu no Rio de Janeiro em 14 de maio de 2018, aos 86 anos, durante uma internação para tratamento contra um câncer.[2]

Prêmios

  • Homenagem ao realizador e actor Roberto Farias no VI Festival Internacional de Cinema do Funchal, 2011
  • Kikito de melhor filme no Festival de Gramado por Pra Frente, Brasil, em 1982.
  • Kikito de melhor montagem no Festival de Gramado por Pra Frente, Brasil, em 1982.
  • Prêmio Ofício Católico Internacional no Festival de Berlim por Pra Frente, Brasil, em 1982.
  • Prêmio C.I.C.A.E. de melhor filme, no Festival de Berlim por Pra Frente, Brasil.
  • Prêmio da Crítica no Festival Íbero-Americano de Huelva, por Pra Frente, Brasil.
  • Prêmio do Centro Cine Alex Vianny por Pra frente, Brasil, em 1982.
  • Prêmio de melhor filme no Festival de Goiânia por Toda donzela tem um pai que é uma fera, em 1966.
  • Prêmio de melhor filme no Festival de Arte Negra do Senegal, por Assalto ao trem pagador, em 1962.
  • Prêmio de melhor filme no Festival da Bahia por Assalto ao trem pagador, em 1962.
  • Prêmio Saci de melhor roteiro, conferido pelo jornal O Estado de S. Paulo, por Assalto ao trem pagador, em 1962.
  • Prêmio Valores Humanos no II Festival de Arte Cinematográfica de Lisboa, por Assalto ao trem pagador, em 1962.
  • Prêmio de melhor filme e melhor diretor no Festival de Marília, por Cidade ameaçada, em 1960.
  • Prêmio Tribunascope e Prêmio Governador do Estado de São Paulo de melhor filme por Cidade ameaçada, em 1960.
  • Prêmio Governador do Estado de São Paulo de melhor diretor, por Cidade ameaçada, em 1960.

Referências

Ligações externas