Sempre Livre

 Nota: Se procura o absorvente da marca Johnson & Johnson, veja Sempre Livre (absorvente).
Banda Sempre Livre
OrigemRio de Janeiro, Rio de Janeiro
PaísBrasil
Gênero(s)Pop rock, new wave
Período em atividade1984—atual
Gravadora(s)RCA Victor[1]
Página oficialwww.bandasemprelivre.com.br

Sempre Livre é uma banda brasileira de pop rock criada no Rio de Janeiro e formada só por mulheres.

O nome do grupo faz menção a uma marca célebre de absorventes femininos.[1] O nome da banda foi criada Flávia Cavaca, que optou por algo que homens jamais usariam.[2]

História

O Sempre Livre venceu num território tradicionalmente masculino, o território do rock. Não são raras as intérpretes que incorporam o rock a seus repertório, mas, no Brasil, jamais se havia assistido à consagração de um grupo feminino em que suas integrantes cantam a agenda livre (...).[3] Na matéria "Uma Batucada de Rock", de 1985, a revista Veja comentou sobre o sucesso até então inédito para um grupo feminino no Brasil[2], ao passo que no exterior já havia bandas similares a algum tempo, tais quais The Runaways e Girlschool.

Em 1984, o Sempre Livre lançou seu primeiro disco, intitulado Avião de Combate e produzido por Ruban, o mesmo produtor do grupo As Frenéticas.[1] O vinil logo se tornaria um grande sucesso por causa da música tema "Eu Sou Free",[1] uma parceria de Ruban com Patrícya Travassos, que se tornou um dos grandes sucessos da década de 80.[4][5]

Em 1985, a vocalista Dulce Quental deixa a banda.[6]

Em 1986, viria outro disco, Sempre Livre.

Em 1991, a banda volta com o disco Vícios de Cidade e uma formação que, da original, só mantinha a baterista.[carece de fontes?]

Em 2016, lançaram o novo álbum A Boa Moça.

Formações

Primeira (1984–1986)

  • Dulce Quental (voz)
  • Márcia Gonçalves (guitarra, violão e vocal)
  • Flávia Cavaca (baixo e vocal)
  • Lúcia Lopes (Bateria e vocal)
  • Lelete Pantoja (teclado e vocal)

Segunda (1986–1989)

  • Tonia Schubert (voz)
  • Rosana Piegaia (guitarra e vocal)
  • Flávia Araújo (baixo e vocal)
  • Lúcia Lopes (bateria)
  • Sônia Bonfá (teclado e vocal)

Terceira (1989–1990)

  • Anne Duá (voz)
  • Loyd (guitarra e vocal)
  • Flávia Cavaca (baixo e vocal)
  • Lúcia Lopes (bateria)
  • Valéria de Souza (percussão)
  • Denise Mastrangelo (teclado e vocal)

Quarta (2010)

  • Denise Mastrangelo (voz)
  • Louise Rabello (guitarra e vocal)
  • Lúcia Lopes (bateria)
  • Cléo Boechat (teclado e vocal)

Quinta (2015–atual)[2]

  • Anne Duá (voz)
  • Renata Prieto (guitarra e vocal)
  • Flávia Cavaca (baixo e vocal)
  • Leticia Andrade (bateria)
  • Denise Mastrangelo (teclado e vocal)

Discografia

  • 1984 – Avião de Combate
  • 1986 – Sempre Livre
  • 1991 – Vícios de Cidade
  • 2016 – A Boa Moça

Referências

  1. 1 2 3 4 Adm. do sítio web (2002–2014). «Banda Sempre Livre». Dicionário Cravo Albin. Consultado em 12 de agosto de 2012
  2. 1 2 3 «Banda de mulheres pioneiras no rock, Sempre Livre faz show de 30 anos». Vírgula. Consultado em 28 de setembro de 2022
  3. ↑ Da redação (2 de janeiro de 1985). «Uma Batucada de Rock». Arquivo Digital Veja. Consultado em 12 de agosto de 2014 [ligação inativa]
  4. ↑ ALVES, Luciano (2001). O Melhor Do Rock Brasil, vol. Ii. [S.l.]: Irmãos Vitale. ISBN : 9788574071466 Verifique |isbn= (ajuda)
  5. ↑ BRYAN, Guilherme (2004). 80, quem tem um sonho não dança: cultura jovem. [S.l.]: Record. 532 páginas. ISBN : 9788501067432 Verifique |isbn= (ajuda)
  6. ↑ «.: Entrevista exclusiva: Dulce Quental, sob o signo do amor e da música». Consultado em 28 de setembro de 2022

Ligações externas