Turiaçu

 Nota: Para outros significados, veja Turiaçu (desambiguação).
Turiaçu Maranhão
Turiaçu
[[Imagem:
Bem-vindos a Turiaçu, um verdadeiro paraíso do litoral maranhense, onde história, cultura e natureza se unem em perfeita harmonia.
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Hino
Gentílicoturiense
Localização de Turiaçu Maranhão no Maranhão
Localização de Turiaçu Maranhão no Maranhão
Localização de Turiaçu Maranhão no Maranhão
Turiaçu Maranhão está localizado em: Brasil
Turiaçu Maranhão
Localização de Turiaçu Maranhão no Brasil
Mapa de Turiaçu Maranhão
Coordenadas: 🌍
PaísBrasil
Unidade federativaMaranhão
Distância até a capital230 km (Via Ferry Boat) 460 km (Via MA/BR) km
Fundação11 de julho de 1870 (155 anos)
Governo
 • Prefeito(a)Edesio Joao Cavalcanti [1] (Republicanos, 2025–2028)
 • Vereadores13
Área
 • Total [2]2 577,603 km²
 • UrbanaPopulação urbana: aproximadamente 30% a 40% da população total km²
População
 • Total (censo2022.ibge.gov.br)37,491 hab.
Densidade0 hab./km²
ClimaNão disponível
Fuso horárioHora de Brasília (UTC−3)
IDH (PNUD/2000[3])0,567 — baixo
PIB (IBGE/2008[4])R$ 107 076,988 mil
 • Per capita (IBGE/2008[4])R$ 3 200,53
Sítiohttp://turiacu.ma.gov.br/ (Prefeitura)

Turiaçu é um município brasileiro do estado do Maranhão. Segundo o Censo Demográfico do IBGE de 2022, possui cerca de 33.000 habitantes.

História

O município de Turiaçu, localizado na Mesorregião Oeste Maranhense e na Microrregião do Gurupi, possui uma história extensa e marcada por diferentes fases de ocupação, conflitos, formação cultural e desenvolvimento territorial. Sua origem está ligada tanto à presença de povos indígenas quanto ao processo de colonização portuguesa no Brasil.

Antes da chegada dos europeus, a região era habitada por diversos povos indígenas, com destaque para os Teremembeses e os Turiuaras. Os Teremembeses ocupavam a faixa litorânea do Maranhão e eram conhecidos por sua forte resistência, habilidade na navegação e domínio do território costeiro. Já os Turiuaras viviam principalmente nas margens do rio Turiaçu, desenvolvendo atividades como pesca e caça, além de manterem forte ligação com os rios da região. Esses povos foram fundamentais na formação histórica e cultural da área, influenciando inclusive a origem do nome do município.

O nome “Turiaçu” possui origem indígena e é interpretado de diferentes formas por estudiosos. A versão mais conhecida e popular afirma que vem de “Tury” (facho) e “Açu” (grande), significando “Facho Grande”. Essa interpretação está associada à tradição oral e também aparece registrada em dicionários como o de Aurélio Buarque de Holanda. Outras teses apontam possíveis relações com árvores da região ou com antigos grupos indígenas, reforçando a riqueza cultural da etimologia do nome.

No período colonial, a região começou a ser alvo de ações missionárias e de ocupação portuguesa. Em 1655, foi criada a Missão Jesuíta de São Francisco Xavier do Turiaçu, com o objetivo de catequizar os indígenas e organizar o povoamento local. Essa missão representou uma das primeiras tentativas formais de ocupação da área, mas enfrentou forte resistência dos povos nativos, resultando em conflitos constantes.

A missão jesuíta permaneceu ativa por aproximadamente 99 anos, sendo extinta por volta de 1754. Após sua extinção, a região passou por um período de instabilidade e reorganização populacional, com deslocamentos de habitantes e abandono de antigos núcleos de povoamento.

Durante esse processo, surgiram novos agrupamentos humanos ao longo dos rios e caminhos naturais que ligavam o Maranhão ao Pará. A região se tornou estratégica devido à sua posição geográfica, favorecendo a circulação de pessoas e mercadorias. A economia inicial estava baseada principalmente na agricultura, na criação de gado e no aproveitamento dos recursos naturais.

Além disso, alguns registros históricos apontam que a região pode ter sido visitada ainda no final do século XV, em 1498, durante expedições portuguesas anteriores a Cabral, embora essa tese ainda seja debatida entre historiadores. Independentemente dessas hipóteses, o fato é que o processo de ocupação mais consolidado ocorreu a partir do século XVII com as missões religiosas e a expansão colonial.

Com o passar do tempo, o povoamento foi se estruturando, dando origem ao município. Turiaçu passou a ser conhecido por diferentes nomes ao longo da história, como São Francisco Xavier do Turiaçu e Carapanaí, até consolidar seu nome atual. Sua formação está diretamente ligada à mistura de influências indígenas, religiosas e coloniais.

Os símbolos do município, como o hino, a bandeira e o brasão, também refletem essa história. O brasão, por exemplo, traz o símbolo do “facho”, representando a origem do nome Turiaçu e a ideia de luz, vigilância e resistência histórica. A bandeira incorpora elementos das cores nacionais e estaduais, reforçando a identidade local.

Ao longo dos séculos, Turiaçu construiu sua identidade cultural marcada pela presença indígena, pela colonização e pelo desenvolvimento regional. Hoje, o município é reconhecido não apenas por sua história, mas também por sua cultura, tradições e importância no litoral norte do Maranhão.

Geografia

Clima

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a menor temperatura registrada em Turiaçu foi de 18,7 °C em 24 de junho de 1983,[5] e a maior atingiu 36.5 °C em 4 de outubro de 2016.[6] O maior acumulado de precipitação em 24 horas atingiu 218,2 milímetros (mm) em 27 de março de 2008. Outros acumulados iguais ou superiores a 150 mm foram 191,9 mm em 11 de abril de 1985, 174,2 mm em 30 de abril de 2009, 173,3 mm em 7 de abril de 2002, 172,2 mm em 22 de março de 1979, 166,9 mm em 14 de março de 2006 e 154,9 mm em 8 de janeiro de 2011.[7] Fevereiro de 1980 foi o mês de maior precipitação, com 905,5 mm.[8]

Dados climatológicos para Turiaçu (OMM: 82198)
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima recorde (°C) 35,5 34,6 35,3 34,4 34,5 34,1 34,1 33,8 35,3 36,5 35,9 35,9 36,5
Temperatura máxima média (°C) 31,1 30,5 30,1 30,3 30,8 31 30,9 31,4 31,9 32,3 32,5 32,2 31,3
Temperatura média compensada (°C) 26,9 26,5 26,2 26,2 26,6 26,5 26,5 26,9 27,1 27,5 27,8 27,7 26,9
Temperatura mínima média (°C) 23,6 23,2 23,1 23 23,2 23 22,9 23,5 23,9 24,1 24,3 24,1 23,5
Temperatura mínima recorde (°C) 18,9 18,9 19,3 19,4 19,7 18,7 19 20,1 20 20,3 20,7 19,5 18,7
Precipitação (mm) 208,5 307,3 458 418,2 301 215,4 155,7 49 15,4 8,9 7,1 53 2 197,5
Dias com precipitação (≥ 1 mm) 13 18 22 22 20 17 15 6 2 1 2 4 142
Umidade relativa compensada (%) 84,6 87,3 89,6 90,2 88,4 87,1 85,9 82,6 79,3 78,1 78,2 79,4 84,2
Insolação (h) 160,6 122,7 114,9 111,4 153,2 192,1 219,4 254,7 254,5 254,7 242,2 214,8 2 295,2
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[9] recordes de temperatura:
01/01/1961 a 31/12/1963 e a partir de 01/10/1976)[5][6]

Localização

O município faz parte da região do litoral ocidental maranhense, sendo limitado por:

  • Norte: Oceano Atlântico
  • Sul: Turilândia
  • Leste: Bacuri
  • Oeste: Cândido Mendes

Sua posição geográfica coloca o município em uma área de transição entre o litoral e formações florestais interiores.

Relevo

O relevo de Turiaçu é predominantemente plano a suavemente ondulado, característico das áreas litorâneas do Maranhão. Há presença de planícies fluviais e áreas sujeitas à influência de rios e igarapés, especialmente na região da bacia do Rio Turiaçu.

Hidrografia

O município é banhado por uma extensa rede hidrográfica, com destaque para o Rio Turiaçu, além de diversos afluentes e igarapés.[10]

Esses cursos d’água desempenham papel importante na drenagem da região, na pesca artesanal e no abastecimento das comunidades locais.[11]

Vegetação

A vegetação do município é composta principalmente por formações de Floresta Amazônica de transição, com áreas de mata densa, manguezais próximos ao litoral e vegetação secundária em áreas de ocupação humana.[12]

Cultura

A cultura de Turiaçu, no estado do Maranhão, é caracterizada pela influência de povos indígenas, pelo processo de colonização portuguesa e pela formação histórica de comunidades rurais e ribeirinhas ao longo do território municipal.[13]

As manifestações culturais do município estão fortemente associadas às tradições religiosas de matriz católica, com destaque para festas de santos padroeiros, celebrações comunitárias e eventos realizados em comunidades urbanas e rurais. Essas festividades geralmente envolvem missas, procissões, encontros comunitários e atividades sociais que fortalecem a integração entre os moradores.[14]

Outro aspecto relevante da cultura local é a tradição oral, composta por histórias, lendas e narrativas transmitidas entre gerações. Parte dessas narrativas está relacionada à presença histórica de povos indígenas na região, como os Teremembeses e os Turiuaras, que compõem elementos da memória cultural do município.[15]

A culinária de Turiaçu é baseada em produtos típicos da região, especialmente peixes, frutas e alimentos provenientes da agricultura familiar. Essa culinária reflete o modo de vida das populações rurais e ribeirinhas, com forte relação com os recursos naturais disponíveis.[16]

Além disso, o município mantém práticas culturais associadas ao meio rural, como atividades agrícolas tradicionais, mutirões comunitários e celebrações locais, que fazem parte do cotidiano social e reforçam os vínculos comunitários entre os habitantes.[17]

Agricultura

A agricultura no município de Turiaçu, no estado do Maranhão, possui grande importância na economia local, sendo desenvolvida principalmente por agricultores familiares em pequenas propriedades rurais.[18]

As atividades agrícolas estão associadas ao uso de técnicas tradicionais de cultivo, com destaque para culturas alimentares básicas e de subsistência. Entre os principais produtos cultivados estão a mandioca, o arroz, o milho e a farinha de mandioca, que compõem a base alimentar da população local.[19]

Além das culturas alimentares, também se observa o cultivo de frutas regionais, aproveitando as condições climáticas e a disponibilidade de solos na região. A produção agrícola está fortemente relacionada ao regime de chuvas, que influencia diretamente o calendário de plantio e colheita.[20]

A agricultura no município é geralmente de baixa mecanização, com predominância do trabalho manual e uso de técnicas tradicionais transmitidas entre gerações. Em algumas áreas, a produção é voltada tanto para o consumo próprio quanto para a comercialização em feiras locais e mercados da região.[21]

Abacaxi de Turiaçu

O cultivo de abacaxi no município de Turiaçu, no estado do Maranhão, é uma das atividades agrícolas presentes na economia local, sendo desenvolvido principalmente por agricultores familiares em pequenas propriedades rurais.[22]

A produção de abacaxi ocorre em conjunto com outras culturas agrícolas da região, como mandioca, milho e arroz, aproveitando as condições climáticas tropicais e o regime de chuvas bem distribuído ao longo do ano. O cultivo é realizado, em grande parte, com técnicas tradicionais e baixa mecanização.[23]

O abacaxi produzido no município é destinado tanto ao consumo local quanto à comercialização em mercados da região, integrando a diversidade da agricultura familiar e contribuindo para a renda de parte dos produtores rurais.[24]

Economia

A economia do município de Turiaçu, no estado do Maranhão, é baseada principalmente em atividades do setor primário, com destaque para a agricultura familiar, a pesca artesanal e a pecuária de pequeno porte.[25]

A agricultura é uma das principais atividades econômicas do município, sendo desenvolvida em pequenas propriedades rurais. Entre os principais produtos cultivados estão a mandioca, o milho, o arroz e o abacaxi, com produção voltada tanto para o consumo local quanto para a comercialização em mercados regionais.[26]

A pesca artesanal também possui importância na economia local, especialmente em comunidades ribeirinhas e áreas próximas aos rios e ao litoral. Essa atividade é realizada de forma tradicional, sendo destinada principalmente ao consumo próprio e à venda local.[27]

O setor de serviços e o comércio concentram-se principalmente na sede do município, atendendo às necessidades básicas da população. As atividades industriais são pouco desenvolvidas, geralmente restritas ao beneficiamento de produtos agrícolas e pesqueiros.[28]

Pesca

A pesca no município de Turiaçu, no estado do Maranhão, constitui uma atividade econômica relevante, especialmente para as comunidades ribeirinhas e costeiras.[29]

A prática é predominantemente artesanal, sendo realizada com o uso de embarcações de pequeno porte e técnicas tradicionais, como redes, tarrafas e anzóis. A atividade ocorre principalmente nos rios da região, com destaque para o rio Turiaçu, além de áreas próximas ao litoral.[30]

A produção pesqueira é destinada tanto ao consumo próprio quanto à comercialização em feiras e mercados locais, contribuindo para a segurança alimentar e a geração de renda de parte da população.[31]

A pesca também está relacionada às condições naturais do município, sendo influenciada pelos períodos de cheia e seca dos rios, que determinam a disponibilidade de espécies e o ritmo da atividade ao longo do ano.[32]

Esporte

O esporte no município de Turiaçu, no estado do Maranhão, constitui uma importante atividade sociocultural, desempenhando papel relevante na promoção do lazer, da integração comunitária e da qualidade de vida da população.[33]

A prática esportiva no município é predominantemente amadora, com destaque para o futebol, modalidade mais difundida tanto na sede quanto na zona rural. Diversas equipes locais participam de competições municipais e regionais, contribuindo para a formação de atletas e o fortalecimento da identidade esportiva local.[34]

A organização esportiva conta com a atuação da Liga Desportiva Turiense, entidade responsável pela promoção e apoio a competições e eventos esportivos no município.[35]

Espaços esportivos

O município possui como principal praça esportiva o Estádio Municipal Francisco Farias Rabelo, conhecido como “Rabelão”. Além dele, destaca-se também a Arena Castanhal, outro importante espaço utilizado para a realização de partidas e competições locais.[36]

Atualmente, o tradicional Torneio da Independência de Turiaçu vem sendo disputado na Arena Castanhal, demonstrando a ampliação e diversificação dos espaços esportivos na sede do município.[37]

Competições e eventos

O principal evento esportivo do município é o Torneio da Independência de Turiaçu, realizado anualmente no período das comemorações do dia 7 de setembro. Criado em 1983, o torneio é disputado no formato eliminatório (mata-mata) e reúne equipes da sede e da zona rural.[38]

A final ocorre tradicionalmente no dia 7 de setembro e atrai grande público. O evento também conta com a participação de atletas de municípios vizinhos, fortalecendo o intercâmbio esportivo regional.[39]

Outras práticas esportivas

Além do futebol, outras modalidades esportivas são praticadas em Turiaçu, especialmente em contextos escolares e comunitários, como futsal, futebol de areia, atletismo escolar e jogos recreativos.[40]

Importância social

O esporte em Turiaçu desempenha papel fundamental na vida cotidiana da população, sendo um importante instrumento de inclusão social, lazer e promoção da saúde. Eventos esportivos funcionam como espaços de convivência e reafirmação cultural, reunindo moradores, visitantes e turiaçuenses que residem em outras localidades.[41]

Referências

  1. ↑ «Prefeito e vereadores de Turiaçu tomam posse; veja lista de eleitos». G1. 1 de janeiro de 2021. Consultado em 25 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 25 de fevereiro de 2021
  2. ↑ IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010. Cópia arquivada em 29 de setembro de 2004
  3. ↑ «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2003
  4. 1 2 «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010. Cópia arquivada em 23 de dezembro de 2010
  5. 1 2 «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura mínima (°C) - Turiaçu». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 25 de junho de 2015
  6. 1 2 >«BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura máxima (°C) - Turiaçu». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 25 de junho de 2015
  7. ↑ «BDMEP - série histórica - dados diários - precipitação (mm) - Turiaçu». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 25 de junho de 2015
  8. ↑ «BDMEP - série histórica - dados mensais - precipitação total (mm) - Turiaçu». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 25 de junho de 2015
  9. ↑ «NORMAIS CLIMATOLÓGICAS DO BRASIL». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 29 de maio de 2018. Cópia arquivada em 26 de maio de 2012
  10. ↑ Altmann, Walter (26 de novembro de 2012). «Censo IBGE 2010 e Religião (IBGE 2010 Census and Religion) - DOI: 10.5752/P.2175-5841.2012v10n28p1122». HORIZONTE. 10 (28). ISSN 2175-5841. doi:10.5752/p.2175-5841.2012v10n28p1122
  11. ↑ Santana Borges, Rodrigo Emmanuel (27 de agosto de 2025). «sidra: Acesso aos Dados do 'SIDRA' do IBGE». CRAN: Contributed Packages. Consultado em 1 de maio de 2026
  12. ↑ GEOGRAFIA, Conselho Editorial (14 de setembro de 2020). «HOMENAGEM DA GEOGRAFIA À LÍVIA DE OLIVEIRA». GEOGRAFIA. 45 (1): 187–188. ISSN 1983-8700. doi:10.5016/geografia.v45i1.15402
  13. ↑ Villas Boas, Rita; Silva, Denise (30 de dezembro de 2015). «O curso de desenvolvimento de habilidades em pesquisa do ibge». International Association for Statistical Education. Advances in Statistics Education: Developments, Experiences, and Assessments IASE Satellite. doi:10.52041/srap.15308
  14. ↑ Registros paroquiais locais; Diocese de Caxias (MA)
  15. ↑ Obras de história regional do Maranhão; estudos sobre povos indígenas do litoral maranhense
  16. ↑ IBGE – estudos sobre cultura e economia regional
  17. ↑ ASSUMPÇÃO, GEORGIA DE SOUZA; CAMPOS, HUGO SOUSA; DE ALBUQUERQUE, ANA PAULA DONIZETTI LINS; DOS SANTOS, ALINE MIRILLI MARTINS (21 de setembro de 2017). «EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO IBGE: O USO DE VÍDEO AULAS NO TREINAMENTO DA PESQUISA DE ORÇAMENTOS FAMILIARES 2017/2018». Associação Brasileira de Educação a Distância ABED. Apresentações Trabalhos Científicos. doi:10.17143/ciaed/xxiilciaed.2017.00322
  18. ↑ Villas Boas, Rita; Silva, Denise (30 de dezembro de 2015). «O curso de desenvolvimento de habilidades em pesquisa do ibge». International Association for Statistical Education. Advances in Statistics Education: Developments, Experiences, and Assessments IASE Satellite. doi:10.52041/srap.15308
  19. ↑ IBGE – Produção Agrícola Municipal (PAM)
  20. ↑ Miranda, Tatiana; Corrêa, Renata (30 de dezembro de 2015). «Trabalhando com estatística e dados públicos na escola: o caso do vamos contar- ibge». International Association for Statistical Education. Advances in Statistics Education: Developments, Experiences, and Assessments IASE Satellite. doi:10.52041/srap.15401
  21. ↑ Villas Boas, Rita; Silva, Denise (30 de dezembro de 2015). «O curso de desenvolvimento de habilidades em pesquisa do ibge». International Association for Statistical Education. Advances in Statistics Education: Developments, Experiences, and Assessments IASE Satellite. doi:10.52041/srap.15308
  22. ↑ Miranda, Tatiana; Corrêa, Renata (30 de dezembro de 2015). «Trabalhando com estatística e dados públicos na escola: o caso do vamos contar- ibge». International Association for Statistical Education. Advances in Statistics Education: Developments, Experiences, and Assessments IASE Satellite. doi:10.52041/srap.15401
  23. ↑ Villas Boas, Rita; Silva, Denise (30 de dezembro de 2015). «O curso de desenvolvimento de habilidades em pesquisa do ibge». International Association for Statistical Education. Advances in Statistics Education: Developments, Experiences, and Assessments IASE Satellite. doi:10.52041/srap.15308
  24. ↑ Miranda, Tatiana; Corrêa, Renata (30 de dezembro de 2015). «Trabalhando com estatística e dados públicos na escola: o caso do vamos contar- ibge». International Association for Statistical Education. Advances in Statistics Education: Developments, Experiences, and Assessments IASE Satellite. doi:10.52041/srap.15401
  25. ↑ Santos, Bruno Freitas (31 de agosto de 2018). «ESPORTE NO CONTEXTO ESCOLAR ESPORTE E ESCOLA». Revista Brasileira do Esporte Coletivo. 2 (2). ISSN 2527-0885. doi:10.51359/2527-0885.2018.238021
  26. ↑ IBGE – Produção Agrícola Municipal (PAM)
  27. ↑ IBGE – Perfil dos Municípios Brasileiros
  28. ↑ Boletim do Instituto de Pesca. 42 (1). 23 de março de 2016. ISSN 1678-2305. doi:10.20950/1678-2305.2016v42n1
  29. ↑ Boletim do Instituto de Pesca. 42 (2). 30 de junho de 2016. ISSN 1678-2305. doi:10.20950/1678-2305.2016v42n2
  30. ↑ Boletim do Instituto de Pesca. 42 (2). 30 de junho de 2016. ISSN 1678-2305. doi:10.20950/1678-2305.2016v42n2
  31. ↑ Boletim do Instituto de Pesca. [S.l.]: Boletim do Instituto de Pesca. Consultado em 1 de maio de 2026
  32. ↑ IBGE – Perfil dos Municípios Brasileiros
  33. ↑ Santos, Bruno Freitas (31 de agosto de 2018). «ESPORTE NO CONTEXTO ESCOLAR ESPORTE E ESCOLA». Revista Brasileira do Esporte Coletivo. 2 (2). ISSN 2527-0885. doi:10.51359/2527-0885.2018.238021
  34. ↑ «Resumos: V Congresso Paulista de Medicina do Esporte, V Jornada Internacional de Medicina do Esporte, III Simpósio Dante Pazzanese de Cardiologia do Esporte e II Simpósio de Traumatologia do Esporte». Revista Brasileira de Medicina do Esporte. 8 (5): 173–184. Outubro de 2002. ISSN 1517-8692. doi:10.1590/s1517-86922002000500001
  35. ↑ «Resumos: V Congresso Paulista de Medicina do Esporte, V Jornada Internacional de Medicina do Esporte, III Simpósio Dante Pazzanese de Cardiologia do Esporte e II Simpósio de Traumatologia do Esporte». Revista Brasileira de Medicina do Esporte. 8 (5): 173–184. Outubro de 2002. ISSN 1517-8692. doi:10.1590/s1517-86922002000500001
  36. ↑ «Resumos: V Congresso Paulista de Medicina do Esporte, V Jornada Internacional de Medicina do Esporte, III Simpósio Dante Pazzanese de Cardiologia do Esporte e II Simpósio de Traumatologia do Esporte». Revista Brasileira de Medicina do Esporte. 8 (5): 173–184. Outubro de 2002. ISSN 1517-8692. doi:10.1590/s1517-86922002000500001
  37. ↑ «Resumos: V Congresso Paulista de Medicina do Esporte, V Jornada Internacional de Medicina do Esporte, III Simpósio Dante Pazzanese de Cardiologia do Esporte e II Simpósio de Traumatologia do Esporte». Revista Brasileira de Medicina do Esporte. 8 (5): 173–184. Outubro de 2002. ISSN 1517-8692. doi:10.1590/s1517-86922002000500001
  38. ↑ «Resumos: V Congresso Paulista de Medicina do Esporte, V Jornada Internacional de Medicina do Esporte, III Simpósio Dante Pazzanese de Cardiologia do Esporte e II Simpósio de Traumatologia do Esporte». Revista Brasileira de Medicina do Esporte. 8 (5): 173–184. Outubro de 2002. ISSN 1517-8692. doi:10.1590/s1517-86922002000500001
  39. ↑ Santos, Bruno Freitas (31 de agosto de 2018). «ESPORTE NO CONTEXTO ESCOLAR ESPORTE E ESCOLA». Revista Brasileira do Esporte Coletivo. 2 (2). ISSN 2527-0885. doi:10.51359/2527-0885.2018.238021
  40. ↑ «Resumos: V Congresso Paulista de Medicina do Esporte, V Jornada Internacional de Medicina do Esporte, III Simpósio Dante Pazzanese de Cardiologia do Esporte e II Simpósio de Traumatologia do Esporte». Revista Brasileira de Medicina do Esporte. 8 (5): 173–184. Outubro de 2002. ISSN 1517-8692. doi:10.1590/s1517-86922002000500001
  41. ↑ «Resumos: V Congresso Paulista de Medicina do Esporte, V Jornada Internacional de Medicina do Esporte, III Simpósio Dante Pazzanese de Cardiologia do Esporte e II Simpósio de Traumatologia do Esporte». Revista Brasileira de Medicina do Esporte. 8 (5): 173–184. Outubro de 2002. ISSN 1517-8692. doi:10.1590/s1517-86922002000500001

Ligações externas