USS Springfield (CLG-7)

USS Springfield
 Estados Unidos
OperadorMarinha dos Estados Unidos
FabricanteBethlehem Shipbuilding
HomônimoSpringfield, Illinois
Springfield, Massachusetts
Batimento de quilha13 de fevereiro de 1943
Lançamento9 de março de 1944
Comissionamento9 de setembro de 1944
Descomissionamentojaneiro de 1950
Recomissionamento2 de julho de 1960
Descomissionamento15 de maio de 1974
Número de registro
  • CL-66
  • CLG-7
  • CG-7
DestinoDesmontado
Características gerais (como construído)
Tipo de navioCruzador rápido
ClasseCleveland
Deslocamento14 358 t (carregado)
Maquinário4 turbinas a vapor
4 caldeiras
Comprimento185,95 m
Boca20,22 m
Calado7,47 m
Propulsão4 hélices
 102 000 cv (75 000 kW)
Velocidade32,5 nós (60,2 km/h)
Autonomia11 000 milhas náuticas a 15 nós
(20 000 km a 28 km/h)
Armamento12 canhões de 152 mm
12 canhões de 127 mm
24 canhões de 40 mm
21 canhões de 20 mm
BlindagemCinturão: 89 a 127 mm
Convés: 51 mm
Torres de artilharia: 76 a 170 mm
Barbetas: 152 mm
Torre de comando: 127 mm
Aeronaves4 hidroaviões
Tripulação1 285
Características gerais (após reconstrução)
Tipo de navioCruzador de mísseis guiados
ClasseProvidence
Deslocamento15 266 t (carregado)
Comprimento185,3 m
Boca19,5 m
Calado7,1 m
Armamento3 canhões de 152 mm
2 canhões de 127 mm
2 lançadores RIM-2 Terrier
Tripulação1 120

O USS Springfield foi um cruzador operado pela Marinha dos Estados Unidos. Sua construção começou em fevereiro de 1943 nos estaleiros da Bethlehem Shipbuilding em Quincy e foi lançado ao mar em março de 1944, sendo comissionado na frota norte-americana em setembro do mesmo ano. Ele foi inicialmente construído como o décimo cruzador rápido da Classe Cleveland e armado com uma variedade de canhões, mas posteriormente foi convertido no segundo cruzador de mísseis guiados da Classe Providence equipado com os novos lançadores de mísseis RIM-2 Terrier.

O Springfield entrou em serviço nos últimos meses da Segunda Guerra Mundial e foi encarregado da escolta de porta-aviões. Nesta função participou de operações da Batalha de Okinawa e em seguida de ataques contra o arquipélago japonês, incluindo ações de bombardeios litorâneos. A guerra terminou em agosto de 1945 e pelos anos seguintes o navio ocupou-se principalmente de exercícios de treinamento de rotina e alguns períodos de serviço na Ásia Oriental. Ele foi descomissionado em janeiro de 1950 e mantido inativo como parte da Frota de Reserva do Pacífico.

A embarcação foi reconstruída como um cruzador de mísseis guiados no final da década de 1950 e recomissionada em julho de 1960. Pela mais de década seguinte o Springfield novamente passou a maior parte de seu tempo realizando exercícios de rotina no Oceano Atlântico e também passando períodos de tempo de serviço no Mar Mediterrâneo e em outros locais da Europa, muitas vezes atuando como capitânia. Foi descomissionado de novo em maio de 1974, sendo mantido na Frota de Reserva do Atlântico até ser removido do registro naval em 1980 e desmontado.

Características

Desenho da Classe Cleveland

O projeto dos cruzadores rápidos da Classe Cleveland começou no final da década de 1930. O deslocamento de navios do tipo na época ficava limitado a 8,1 mil toneladas pelos termos do Segundo Tratado Naval de Londres. Entretanto, após o início da Segunda Guerra Mundial em setembro de 1939, o Reino Unido anunciou que iria suspender o tratado pela duração do conflito, uma decisão rapidamente seguida pelos Estados Unidos. Este, apesar de ainda neutro, reconheceu que sua entrada na guerra era provável e que a necessidade urgente de mais navios impedia um projeto totalmente novo, assim a Classe Cleveland teve seu projeto muito baseado na predecessora Classe Brooklyn. A principal diferença foi a remoção de uma torre de artilharia tripla de 152 milímetros em favor de uma torre dupla de 127 milímetros.[1]

O Springfield tinha 185,95 metros de comprimento de fora a fora, boca de 20,22 metros e calado de 7,47 metros. Seu deslocamento padrão era de 11 932 toneladas, enquanto o deslocamento carregado chegava a 14 358 toneladas. Seu sistema de propulsão era composto por quatro caldeiras Babcock & Wilcox que queimavam óleo combustível proporcionando o vapor para quatro conjuntos de turbinas a vapor General Electric, cada uma girando uma hélice. A potência indicada era de 102 mil cavalos-vapor (75 mil quilowatts), suficiente para levar o navio a uma velocidade máxima de 32,5 nós (60,2 quilômetros por hora). Sua tripulação era composta por 1 285 oficiais e marinheiros.[2]

Sua bateria principal tinha doze canhões Marco 16 calibre 47 de 152 milímetros em quatro torres de artilharia triplas, duas sobrepostas na proa e duas sobrepostas na popa. A bateria secundária tinha doze canhões de duplo propósito calibre 38 de 127 milímetros em seis torres de artilharia duplas. Duas ficavam à proa e à ré da superestrutura, enquanto as outras quatro ficavam nas laterais da superestrutura. A bateria antiaérea tinha 24 canhões Bofors de 40 milímetros em quatro montagens quádruplas e quatro duplas, mais 21 canhões Oerlikon de 20 milímetros em montagens individuais.[2]

O cinturão principal tinha entre 89 a 127 milímetros de espessura, com a seção mais espessa protegendo os depósitos de munição e as salas de máquinas. Seu convés blindado tinha 51 milímetros de espessura. As torres de artilharia principais eram protegidas com uma frente de 170 milímetros e laterais e teto de 76 milímetros, ficando em cima de barbetas que tinham 152 milímetros de espessura. Sua torre de comando tinha laterais de 127 milímetros.[2]

Carreira

O batimento de quilha do Springfield ocorreu em 13 de fevereiro de 1943 na Bethlehem Shipbuilding em Quincy, em Massachusetts. Foi lançado ao mar em 9 de março de 1944 e foi finalizado exatamente seis meses depois, quando foi comissionado em 9 de setembro. Partiu em 7 de novembro para seu cruzeiro de testes marítimos, parando primeiro em Norfolk, na Virgínia, dois dias depois. Em seguida realizou treinos de tiro ao alvo na Baía de Chesapeake por alguns dias e então foi para as Índias Ocidentais Britânicas, no Mar do Caribe. Chegou no Golfo de Pária, em Trinidad, em 21 de novembro e navegou pela região até o dia 21 do mês seguinte, quando zarpou para Boston ao final dos testes.[3]

Segunda Guerra Mundial

O Springfield deixou Boston em 10 de janeiro de 1945 para treinamentos para operações na Segunda Guerra Mundial. Estes ocorreram perto das Bermudas e terminaram em 13 de janeiro, com o navio então prosseguindo para Norfolk. Pelos dez dias seguintes participou de treinos de artilharia em Chesapeake, com sua tripulação completando tarefas básicas de manutenção no porto. O cruzador zarpou na manhã de 23 de janeiro como parte do Grupo de Tarefas 21.5, a escolta do cruzador pesado USS Quincy, que estava levando o presidente Franklin D. Roosevelt para Malta, à caminho para a Conferência de Ialta. Os navios chegaram cinco dias depois em um ponto aproximadamente trezentas milhas náuticas (560 quilômetros) ao sul dos Açores, com um segundo grupo de embarcações assumindo a escolta, permitindo assim que o Springfield fosse destacado para se juntar às forças na Campanha do Pacífico. Atravessou o Canal do Panamá em 5 de fevereiro e foi para a base de Pearl Harbor, no Havaí, onde chegou onze dias depois.[3]

Batalha de Okinawa

O Springfield em 6 de janeiro de 1945

O navio ficou em Pearl Harbor por mais cinco dias reabastecendo em preparação para combate. Seus artilheiros antiaéreos ficaram treinando tiro ao alvo durante esse período. Zarpou para a zona de combate e parou em Enewetak em 2 de março, chegando na base avançada de Ulithi quatro dias depois. Foi para o norte em 14 de março, juntando-se à Força Tarefa de Porta-Aviões Rápido no dia seguinte. Operou como parte da escolta dos porta-aviões pelos três meses seguintes. Os porta-aviões atacaram as ilhas principais de Kyūshū e Honshū entre 18 e 19 de março em preparação para a iminente invasão de Okinawa, mais ao sul. A frota então foi atacar Okinawa diretamente, com uma série de ataques ocorrendo entre 23 de março e 1º de abril. O Springfield contribuiu com a defesa antiaérea durante vários contra-ataques japoneses. Também realizou ações de bombardeio litorâneo da vizinha Minamidaitō.[3]

A invasão começou em 1º de abril e a Força Tarefa de Porta-Aviões Rápido passou a proporcionar suporte para as tropas em terra em uma campanha que durou mais de um mês. O cruzador, durante esse período, foi usado principalmente na defesa contra ataques aéreos japoneses. Estes ataques incluíram amplo uso de táticas kamikaze, com os artilheiros do Springfield tendo abatido pelo menos três aeronaves tentando bater em navios estadunidenses. O Springfield, depois de abater um kamikaze em 17 de abril, foi alvo de um segundo, porém manobras evasivas fizeram o avião errar por pouco e cair no mar a apenas 46 metros de distância.[3]

Foi destacado para bombardear Minamidaitō de novo em 10 e 11 de maio e então retomou suas funções de defesa aérea. Acompanhou os porta-aviões entre os dias 13 e 14 para ataques contra campos de pouso em Kyūshū, uma tentativa de neutralizar as aeronaves atacando a frota. O Springfield permaneceu perto de Okinawa até 28 de maio.[3]

Outras ações

A Força Tarefa de Porta-Aviões Rápido em manobras em 17 de agosto de 1945

O Springfield foi destacado em 27 de maio e seguiu para Leyte, nas Filipinas, onde chegou três dias depois para uma manutenção que durou um mês. Depois disso retornou para a frota, que nesta altura tinha começado vários ataques em preparação para a planejada invasão de Kyūshū. Estava presente para ataques contra Tóquio em 10 e 11 de julho, que foram seguidos por ataques no norte do Japão nos dias 13 e 14, incluindo em Hokkaidō. O Springfield participou de uma patrulha em busca de navios mercantes japoneses na noite de 14 para 15 de julho, depois voltou para os porta-aviões para mais ataques em Tóquio e Yokohama. Os porta-aviões atacaram em 18 de julho os poucos navios japoneses ainda flutuando, incluindo os couraçados Haruna e Nagato. Os porta-aviões atacaram Kobe e Kure várias vezes na última semana de julho, com o Springfield sendo destacado para bombardear alvos no sul de Honshū na noite de 24 para 25 de julho. A Força Tarefa de Porta-Aviões Rápidos voltou a atacar Tóquio no dia 30, enquanto em 9 e 10 de agosto fez mais ataques no norte de Honshū e em Hokkaidō. Os últimos ataques de porta-aviões ocorreram em 13 de agosto.[3]

O Japão se rendeu em 15 de agosto. O Springfield foi condecorado com duas estrelas de batalha por seu serviço na guerra. Ele entrou na Baía de Sagami em 27 de agosto e deu cobertura três dias depois para a entrada da Força Tarefa 31 na Baía de Tóquio, em seguida participou da ocupação do Arsenal Naval de Yokosuka. Voltou para a Baía de Sagami e permaneceu no local até 3 de setembro, quando também foi para a Baía de Tóquio. Depois disso navegou pela Ásia Oriental à medida que as forças japonesas eram desmilitarizadas e eram levadas de volta para casa. O cruzador visitou vários portos, incluindo Sasebo e Yokosuka no Japão; Xangai, Taku, Qingdao e Qinhuangdao na China; e Incheon na Coreia. Estas visitas continuaram até 9 de janeiro de 1946, quando deixou Qingdao rumo San Diego, na Califórnia, onde chegou no dia 25. Foi então para o Estaleiro Naval da Ilha Mare passar por manutenção.[3]

Pós-guerra

Pacífico e conversão

O Springfield passou por sua modernização em 30 de outubro de 1958

O Springfield operou pela Costa Oeste dos Estados Unidos durante a maior parte de 1946. Voltou para o Oceano Pacífico em novembro, chegando em Guam no dia 15. Depois navegou pela área, viajando principalmente entre Guam e Saipã nas Ilhas Marianas pelos meses seguintes. Zarpou de volta para a Califórnia em 19 de fevereiro de 1947, parando em Kwajalein entre 25 e 27 de fevereiro e em Pearl Harbor de 11 a 18 de março. Chegou em Los Angeles em 24 de março. Ficou navegando pela Costa Oeste pelo ano e meio seguinte participando de exercícios de treinamento de rotina. Retornou para o Pacífico no final de 1948 e chegou em Yokosuka em 3 de novembro, onde juntou-se à Sétima Frota dos Estados Unidos. Operou com esta unidade até meados de maio, visitando durante este período vários portos na região, incluindo Sasebo, Kure, Hakodate, Otaru e Okinawa no Japão; Qingdao e Xangai na China; e Hong Kong. Voltou para a Califórnia em 1º de junho de 1949 e três meses depois foi colocado em uma doca seca para ser preparado para descomissionado. Foi tirado de serviço e colocado na Frota de Reserva do Pacífico em janeiro de 1950.[3]

O navio ficou atracado inativo em São Francisco pela maior parte da década de 1950. Foi rebocado para Boston, em Massachusetts, atravessando o Canal do Panamá, em março de 1959 para ser convertido em um cruzador de mísseis guiados. Chegou no Estaleiro do Rio Fore em Quincy em 15 de maio para início de sua reconstrução como um cruzador da Classe Providence. Recebeu grandes modificações que incluíram a substituição de suas torres de artilharia de ré por um lançador duplo de mísseis superfície-ar RIM-2 Terrier. Os trabalhos duraram mais de um ano, com as obras finais ocorrendo no Estaleiro Naval de Boston. Foi redesignado com o número de registro CLG-7 e recomissionado na frota estadunidense em 2 de julho de 1960. Realizou seus testes marítimos perto do litoral da Nova Inglaterra a partir de julho. Depois disso iniciou um cruzeiros de testes que foi até a Baía de Guantánamo, em Cuba, e que durou até novembro.[3]

Mediterrâneo e Atlântico

O Springfield lançando um míssil Terrier em 6 de junho de 1961

O Springfield deixou Boston em 4 de dezembro e seguiu para o Mar Mediterrâneo. Chegou na região dez dias depois e se tornou a capitânia da Sexta Frota dos Estados Unidos, substituindo o cruzador pesado USS Des Moines. Serviu nessa função pelos seis anos seguintes e durante esse período ficou baseado em Villefranche-sur-Mer, na França. Realizou várias viagens diplomáticas para portos da região, incluindo Dubrovnik e Split na Iugoslávia, Famagusta no Chipre e Ajaccio na Córsega. Também participou frequentemente de manobras de treinamento junto com o resto da Sexta Frota e outras marinhas aliadas. Como capitânia da frota, o navio recebeu vários visitantes estrangeiros, incluindo o rei Constantino II da Grécia, a princesa Grace de Mônaco, embaixadores e oficiais militares de alta patente. Passou por uma grande manutenção entre 11 de maio e 15 de dezembro de 1963. O Springfield recebeu ordens em 20 de janeiro de 1967 para voltar para casa, sendo substituído como capitânia da frota oito dias depois pelo cruzador de mísseis guiados USS Little Rock. No caminho de volta para Boston fez uma parada em Portsmouth, no Reino Unido.[3]

Chegou em Boston em 16 de fevereiro e foi para uma doca seca onde passou por outro período de manutenção que durou seis meses. O cruzador foi designado para Norfolk em 1º de agosto e chegou cinco dias depois em Yorktown, na Virgínia, onde permaneceu pelo mês seguinte. Tornou-se em 1º de setembro a capitânia da Segunda Frota dos Estados Unidos, substituindo o cruzador pesado USS Newport News. Pouco depois foi para o campo de tiro ao alvo da Frota do Atlântico a fim de participar de exercícios de treinamento com seus artilheiros e equipes de mísseis. Fez uma parada na Estação Naval de Roosevelt Roads em Porto Rico para reabastecer e então zarpou para um grande cruzeiro no Mediterrâneo. Parou primeiro em Portsmouth e depois visitou Amsterdã nos Países Baixos, Lisboa em Portugal e Barcelona e Maiorca na Espanha. Voltou para Norfolk em 6 de dezembro.[3]

O Springfield operou na Costa Leste dos Estados Unidos pela maior parte de 1968, participando de exercícios de treinamento de rotina junto com o resto da frota em Norfolk. Durante este período também fez um cruzeiro de treinamento para aspirantes da Academia Naval dos Estados Unidos. Zarpou em 12 de setembro para o norte da Europa a fim de participar da operação de treinamento Torre Prateada da Organização do Tratado do Atlântico Norte, que ocorreu no Mar da Noruega. Os exercícios terminaram até 27 de setembro e o cruzador partiu para outro cruzeiro por portos europeus, parando em Oslo na Noruega, Le Havre na França, Lisboa, Portsmouth e Rota na Espanha, neste último sediando uma reunião entre os comandantes da Segunda e Sexta Frotas. O Springfield deixou Rota em 24 de outubro e voltou para Norfolk, onde chegou em 1º de novembro. Retomou seu padrão de exercícios até o início de julho de 1969, quando foi substituído como capitânia pelo Newsport News no dia 8 e foi passar por outro período de manutenção.[3]

O Springfield na Grécia em 1972

Assumiu de novo como capitânia da Segunda Frota em 14 de janeiro de 1970, mais uma vez no lugar do Newport News. Serviu nessa função por apenas sete meses, com o Newport News substituindo-o para que o Springfield fosse para o Mediterrâneo em 10 de agosto. Substituiu o Little Rock como capitânia da Sexta Frota no dia 22. Passou os quatro anos seguintes navegando pelo Mediterrâneo ocupando-se com uma rotina similar com seu período anterior na região: visitando portos, recebendo visitantes estrangeiros e participando de exercícios de rotina. O presidente Richard Nixon e John Chafee, o Secretário da Marinha, compareceram a uma reunião a bordo durante esse período. O Springfield deixou a região quatro vezes, visitando Casablanca no Marrocos e Lisbou duas vezes cada.[3] Serviu em abril de 1973 como centro de comando para operações de resgate depois de quatro dias de chuvas fortes terem deixado mais de quarenta mil desabrigados na Tunísia. Outras embarcações envolvidas incluíram o porta-aviões USS Forrestal, o contratorpedeiro USS Sampson e o navio de assalto anfíbio USS Ponce.[4] Foi substituído como capitânia em 1º de setembro pelo Little Rock.[3]

O Springfield passou por Gibraltar e os Açores no caminho de casa, chegando em Boston em 14 de setembro. Foi para Norfolk três dias depois para começar seu processo de desativação e entrou no final do ano na Instalação de Desativação de Navios em Portsmouth, na Virgínia. Foi descomissionado em 15 de maio de 1974 e designado para a Frota de Reserva do Atlântico na Filadélfia, Pensilvânia.[3] Foi removido do registro navio em 31 de julho de 1978 e vendido para desmontagem em 1º de maio de 1980.[5]

Referências

  1. ↑ Friedman 1984, pp. 245–247.
  2. 1 2 3 Friedman 1980, p. 119.
  3. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 «Springfield III (CLG-7)». Dictionary of American Naval Fighting Ships. Naval History and Heritage Command. Consultado em 25 de fevereiro de 2023
  4. ↑ Bryson 1980, p. 197.
  5. ↑ «Ship Details: Springfield (CG 7)». Naval Vessel Register. Consultado em 3 de março de 2026

Bibliografia

  • Bryson, Thomas (1980). ars, Turks, and Tankers: The Role of the United States Navy in the Middle East, 1800–1979. Metuchen: Scarecrow Press. ISBN 0-8108-1306-8 
  • Friedman, Norman (1980). «United States of America». In: Gardiner, Robert; Chesneau, Roger. Conway's All the World's Fighting Ships, 1922–1946. Annapolis: Naval Institute Press. ISBN 978-0-87021-913-9 
  • Friedman, Norman (1984). U.S. Cruisers: An Illustrated Design History. Annapolis: Naval Institute Press. ISBN 978-0-87021-739-5 

Ligações externas