HMS Illustrious (87)

HMS Illustrious
 Reino Unido
OperadorMarinha Real Britânica
FabricanteVickers-Armstrongs
Batimento de quilha27 de abril de 1937
Lançamento5 de abril de 1939
Comissionamento25 de maio de 1940
Descomissionamentofevereiro de 1955
Identificação87
EstadoDesmontado
Características gerais
Tipo de navioPorta-aviões
ClasseIllustrious
Deslocamento23 369 t
Maquinário3 turbinas a vapor
6 caldeiras
Comprimento225,6 m
Boca29,2 m
Calado8,8 m
Propulsão3 hélices
 111 000 cv (81 600 kW)
Velocidade30 nós (56 km/h)
Autonomia10 700 milhas náuticas a 10 nós
(19 800 km a 19 km/h)
Armamento8 canhões de 114 mm
48 canhões de 40 mm
BlindagemCinturão: 114 mm
Convés de voo: 76 mm
Hangar: 114 mm
Aeronaves36
Tripulação1 299

O HMS Illustrious foi um porta-aviões construído para a Marinha Real Britânica antes do começo da Segunda Guerra Mundial. A sua primeira missão realizou-se no mar Mediterrâneo, onde as suas aeronaves afundaram um navio de guerra italiano e severamente danificaram dois outros, durante a Batalha de Tarento, no final de 1940. Dois meses depois, este porta-aviões foi danificado por bombardeiros de mergulho alemães[1] e foi reparado nos Estados Unidos.

Depois de sofrer mais danos na viagem de regresso a casa no final de 1941, o Illustrious foi rumou para o Oceano Indico no início de 1942 para dar apoio na invasão na Operação Ironclad, ondeo Reino Unido invadiu a colónia francesa de Madagascar.[2] Depois de regressar a casa no início de 1943, foi transferida para a Força H para a Batalha de Salerno em 1943 e, após esta missão, retornou à frota do Indico no início de 1944.

As suas aeronaves atacaram vários alvos nas zonas holandesas que haviam sido ocupadas pelo Japão. Após ficar um ano a atacar posições japonesas, o Illustrious foi para o Oceano Pacífico para se juntar à recém-formada Frota Britânica do Pacífico, participando na Batalha de Okinawa até ao momento em que, devido a falhas mecânicas, o porta-aviões foi forçado a regressar a casa em Maio de 1945 para ser reparado.

A guerra terminou quando o navio ainda estava a ser reparado, ao que o Almirantado decidiu utilizar o navio para servir de plataforma de treinos.[3] Neste serviço, ele foi a pista de treino da esmagadora maioria das aeronaves que estariam destinadas a cumprir serviço em porta-aviões. Até aos anos 50, foi uma missão que completou com sucesso. Frequentemente, o navio também transportava tropas e participava em exercícios militares. Em 1951 transportou tropas para suprimir as revoltar no Chipre após o colapso do Tratado anglo-egípcio de 1936. Terminou o seu serviço em 1954 e, em 1956, o navio foi recolhido e transformado em sucata.[4]

Referências