Embratel

Embratel
Sede da Embratel no centro do Rio de Janeiro.
Razão socialEmpresa Brasileira de Telecomunicações S/A (1965–2015)
Embratel Participações S/A (1998–2015)
Claro S/A (2015–2025)
subsidiária
Gênerotelecomunicações
Fundação16 de setembro de 1965
Fundador(es)Castelo Branco
Destinoempresa adquirida pela Claro em 2015
marca substituída pela Claro Empresas em 2025
Encerramentoempresa: janeiro de 2015
marca: abril de 2025
SedeRio de Janeiro, RJ, Brasil
Área(s) servida(s) Brasil
Proprietário(s)Governo Federal (1965-1972)
Telebras (1972-1998)
MCI WorldCom (1998-2004)
Telmex (2004-2010)
América Móvil (2010-2015)
Pessoas-chaveJosé Formoso Martínez
Empresa-mãeClaro
Sucessora(s)Claro Empresas
Websitewww.embratel.com.br

A Embratel (nascida Empresa Brasileira de Telecomunicações) foi uma marca pertencente ao grupo Claro, holding da América Móvil que atuava no segmento corporativo[1], dedicada às soluções que incluem aplicações em nuvem, segurança digital, IoT e serviços de TI. Possuía redes digitalizadas tanto de micro-ondas quanto de fibra óptica, assim como cinco satélites de comunicação.[2]

Foi fundada em 1965 como uma uma empresa estatal sob comando do governo brasileiro, sendo uma subsidiária da holding Telebrás até a sua privatização em 1998.[3]

Em janeiro de 2015, a Embratel foi incorporada sob a empresa "Claro S/A", que manteve a marca Embratel.[4]

História

Em 31 de março de 1962, o governo federal decretou a intervenção na Companhia Telefônica Brasileira, empresa privada responsável por dois terços do sistema telefônico brasileiro, operando numa área que abrigava 45% da população brasileira.[3] O ante-projeto da EMBRATEL foi realizado pelo então Major Aviador Edson Rocha (FEB).

A Embratel foi criada em 16 de setembro de 1965 pelo então presidente militar Castelo Branco, como empresa pública de controle estatal.[5] Em março de 1966, a Embratel que assume o controle acionário da Companhia Telefônica Brasileira. [6]

A Telebrás teve autorização para criação através da lei nº 5 792, de 11 de julho de 1972,[7] sendo instalada em 9 de novembro de 1972, Sua incumbência foi centralizar, padronizar e modernizar as diversas concessionárias de serviços públicos que existiam no Brasil. A lei autorizou a transformação da Embratel em sociedade de economia mista, subsidiária da nova empresa.[8]

O sistema era composto pela holding Telebrás, pela Embratel, responsável pela operação de longa distância de âmbito nacional e internacional, bem como pelos serviços de comunicação de dados, telex, retransmissão de televisão e satélites, além de 27 empresas de âmbito estadual ou local.[9]

Em 1969, foi inaugurada a Estação Terrena de Comunicações de Tanguá (RJ), permitindo a transmissão de sinais via satélite para todo o país, comprando capacidade dos satélites Intelsat (lançados por um consórcio de 11 países, do qual o Brasil não fazia parte). A Embratel se tornou responsável pelas comunicações via satélite no Brasil, e a expressão "via Embratel" tornou-se sinônimo de transmissões de satélite no país, especialmente através da televisão.[10]

Em 1969, foi inaugurada a Discagem Direta a Distância (DDD) entre São Paulo e Porto Alegre, dispensando a intervenção da telefonista.[10]

Em 1973, a Embratel colocou em operação o cabo submarino Bracan I, ligando Recife a Las Palmas, nas Ilhas Canárias, destinado a serviços de telefonia, telex e transmissão de dados para a Europa. Em 1975, o Brasil foi integrado ao sistema telefônico de Discagem Direta Internacional (DDI) por meio da estação Tanguá II da Embratel. Em 1976, o sistema de comunicações por satélite foi ampliado com a inauguração da Estação de Monitoramento de Satélites em Tanguá (RJ).[11]

Entre 1974 e 1982, os terminais de telex aumentaram de 4.060 para 65.500, graças à rede nacional de telex montada pela Embratel mediante convênio com a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT).[12]

Em 1980, a Embratel criou o serviço especializado de comunicação de dados Transdata, interligando Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, com circuitos comutados de baixa capacidade. No mesmo ano, entrou em operação o cabo submarino BRUS, ligando Brasil aos Estados Unidos. Em 1984, foi ativada a Rede Nacional de Comunicação de Dados por Comutação de Pacotes (RENPAC). Em fevereiro de 1985, ocorreu o lançamento do Brasilsat A1, e em março de 1986, o do Brasilsat A2, passando o Brasil a dispor de um canal autônomo para tráfego doméstico para o sistema brasileiro de telecomunicações por satélite.[13]

Em 1993, entrou em operação primeiro trecho de fibra ótica nacional, ligando Rio a São Paulo; em 1994, foram inaugurados os cabos submarinos de fibra ótica Américas I (entre Brasil e Estados Unidos), Columbus II (ligando o Américas I a Europa e Ásia), e o Unisur (ligando os países da América do Sul). Em 1995, foi lançado o segundo trecho de fibra terrestre entre o Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Em 1997, a Embratel tinha 8.500 quilômetros de rede de fibras ótica ligando as principais capitais do país.[10]

Em fevereiro de 1993, foi lançado o primeiro satélite projetado e construído no Brasil, o SCD 1, destinado a coletar dados oceanográficos, atmosféricos e florestais. O Brasilsat B1 e o Brasilsat B2 foram postos em órbita em agosto de 1994 e em março de 1995, respectivamente, substituindo o Brasilsat A1 e A2.[14]

Em 20 de dezembro de 1994, a Embratel implementou o Serviço Internet Comercial no Brasil, tornando-se o primeiro provedor de acesso discado do País, com 5 mil usuários inscritos para a fase experimental, que durou até maio de 1995, quando foi aberta para o público geral. Os primeiros clientes eram outros provedores de internet. No mesmo ano, o Ministério das Comunicações determinou que a Embratel não deteria o monopólio da internet.[15][16]

Em 1997, 40,41% da receita bruta da Telebrás era advinda da telefonia local, 28,08% da telefonia interurbana, 20,29% da telefonia móvel e 5,10% da comunicação por dados. A receita bruta atingiu R$ 20,6 bilhões de reais e o lucro líquido atingiu a cifra recorde de R$ 4,3 bilhões em 1997.[17]

Privatização

Em 29 de julho de 1998, durante processo de abertura e modernização das telecomunicações brasileiras, foi privatizada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Em leilão na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, foi adquirida pela empresa norte-americana MCI World Com, subsidiária da Verizon, por 2,65 bilhões de reais, valor 47,22% acima do esperado pelo governo.[18] Posteriormente, o nome da empresa MCI World Com foi substituído para WorldCom. Em 21 de Julho de 2002, WorldCom entrou com pedido de falência nos Estados Unidos.[19]

Em 2000, foram criadas duas subsidiárias: a Brasil Center, para os serviços de teleatendimento e a Star One, a unidade de satélites.[10]

Em 2002, passou a oferecer serviços de telefonia fixa sob a marca Livre, tendo comprado a Vesper no ano seguinte.[10]

Em 2004, a Embratel foi adquirida pela empresa mexicana de telecomunicações Telmex por 400 milhões de dólares,[20] além das dívidas em torno de 1 bilhão de dólares que foram assumidas pelos mexicanos, acumuladas desde a época que a empresa era estatal. A operação de compra pela Telmex correspondeu a praticamente a metade do valor faturado pelo governo brasileiro seis anos antes, quando vendeu para a MCI através do leilão de privatização em 1998. No ano seguinte, a Embratel incorporou a Telmex do Brasil, que detinha uma parcela da NET.[21][22]

Em 2005, a Embratel compra uma participação minoritária na empresa de TV a cabo NET, lançando no ano seguinte um serviço conjunto de TV por assinatura, conexão banda larga à Internet e telefonia fixa (NET Fone).[10]

Em novembro de 2011, a América Móvil, controladora da Telmex, da Claro e de outras empresas do empresário mexicano Carlos Slim, aumentou sua participação na Telmex de 60 para 92,79%.[23]

Em janeiro de 2015, a Embratel foi incorporada sob a empresa "Claro S/A", assim deixando de existir antigos e distintos CNPJ, permanecendo agora a companhia Claro com uma mesma razão social, que mantém as marcas NET e Embratel.[4]

A Embratel TV Sat Telecomunicações S.A é uma subsidiária do grupo Claro, holding da América Móvil que atua na prestação de serviços de TV por assinatura por meio do sistema DTH (Direct to Home) sob a marca Claro TV+.[24]

A Embratel Star One, subsidiária responsável pelo gerenciamento de satélites, foi incorporada à Claro em 2018.[25]

Em abril de 2025, foi anunciado o fim da marca Embratel, que se tornou a Claro Empresas.[26]

Serviços

Satélites

O maior centro de operações de satélites da América Latina, localizado em Guaratiba (RJ). é responsável pela operação dos 5 satélites da Embratel em órbitaː

Satélite Fabricante Veículo de lançamento Data do lançamento Estado Nota
Star One C2 Alcatel Alenia Space Ariane 5 ECA 18 de abril de 2008 Ativo
Star One C3 Orbital Sciences Corporation Ariane 5 ECA 10 de novembro de 2012 Ativo
Star One C4 Space Systems/Loral Ariane 5 ECA 15 de julho de 2015 Ativo [27]
Star One D1 Space Systems/Loral Ariane 5 ECA 21 de dezembro de 2016 Ativo [28]
Star One D2 Space Systems/Loral Ariane 5 ECA 30 de julho de 2021 Ativo [29]

Além de Guaratiba, a Embratel mantém teleportos em Tanguá (RJ), Mosqueiro (PA), Manaus (AM), e João Pessoa (PB). Os satélites são utilizados para nas operações de televisão, internet, educação a distância, rádio, telefonia, dentre outras atividades.[30]

Soluções de TI

A Embratel oferece um portfólio tecnológico para fornecer as soluções de TI, com serviços customizáveis para empresas.[31]

Segurança

Proteção contra vulnerabilidades e ataques cibernéticos (cyber defence).[31]

Cloud

Soluções em nuvem.[31]

Conectividade

Realização de chamadas de voz nacionais e internacionais, ferramentas de comunicação corporativas, estrutura de rede de dados, acesso à internet e serviços via satélite.[31]

Antigos negócios

Embratel Livre

Poço de visita da Embratel, em Sertãozinho.

Oferecido desde 2004 é a telefonia fixa sem fio usando a tecnologia CDMA, utilizando a rede e a tecnologia herdadas da Vésper, também adquirida pela Telmex.[10] Abrange vários estados brasileiros nas regiões Sudeste, Nordeste e Norte (exceto: AC, RO e TO) além dos estados de Santa Catarina no Sul e Mato Grosso do Sul.[10]

Em março de 2012, marcando um novo posicionamento de mercado, a Embratel mudou o produto Embratel Livre para Claro Fixo.[32] Junto foi lançado a Loja Virtual Claro Fixo, onde o serviço é vendido pela internet.[10]

Click21

O Click21 encerrou suas atividades em outubro de 2011. O serviço foi oferecido desde 2003 como provedor de acesso à Internet.[33] Com presença em todo o Brasil, o provedor oferecia acesso discado gratuito por meio de uma ligação local.[carece de fontes?] Também oferecia e-mail com 1Gb de capacidade de armazenamento em duas caixas de 500Mb cada, antivírus, anti-spam, corretor ortográfico, agenda e capacidade para enviar e receber e-mail de até 21Mb.[carece de fontes?]

Sua rede atendia 13 cidades (Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, São Paulo e Vitória).[carece de fontes?][34]

Em 24 de abril de 2008 a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) aprovou a concessão de uma licença para que a Embratel ofereça o serviço de TV por assinatura via satélite em todo o Brasil.[35]

Os serviços seriam oferecidos por meio do novo satélite Star One C2 lançado em abril.[carece de fontes?] Sua transmissão digital seria feita pelo sistema DTH (Direct to Home) por banda KU através de uma mini-antena parabólica e de um receptor digital[36] Em dezembro de 2008 a empresa começou a oferecer o serviço de TV por assinatura denominado Via Embratel.[37] A partir de 1 de março de 2012 o serviço de TV por assinatura passou a se chamar Claro TV.[38]

Além da TV por assinatura houve uma mudança no Embratel Livre que em 1 de março de 2012, passou a chamar Claro Fixo,[39] o nome Embratel continua existindo com produtos voltados a corporações e mantém o famoso DDD 21.[40]

A Claro TV agora deixa de ser responsabilidade da Embratel, passando a ser de responsabilidade da Claro e sendo administrada pela NET.[41]

Triple Play

Em 2006 a Embratel começou a oferecer em parceria com a NET, outra empresa do grupo Telmex, uma tendência mundial: o Triple Play, a convergência de serviços que oferece três serviços através de um único acesso via cabo: Internet banda larga, TV e Telefone fixo.[10]

Ver também

Referências

  1. ↑ https://www.claro.com.br/empresas/grandes-empresas-e-governo Em falta ou vazio |título= (ajuda)
  2. ↑ Silva, Sergio Damasceno (11 de julho de 2019). «Claro será marca única para serviços da América Móvil». Meio e Mensagem. Consultado em 22 de maio de 2023
  3. 1 2 Brasil, CPDOC-Centro de Pesquisa e Documentação História Contemporânea do. «TELEBRAS». CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 21 de maio de 2023
  4. 1 2 «PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DE INCORPORAÇÃO DA EMBRATEL PARTICIPAÇÕES S.A. PELA CLARO S.A.» (PDF). Consultado em 29 de janeiro de 2016
  5. ↑ «O Caso Embratel» (PDF). PUC-Rio. Consultado em 26 de janeiro de 2015
  6. ↑ Brasil, CPDOC-Centro de Pesquisa e Documentação História Contemporânea do. «TELEBRAS». CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 21 de maio de 2023
  7. ↑ «Lei Nº 5.792, de 11 de Julho de 1972.». Presidência da República - Subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil. Consultado em 2 de julho de 2020
  8. ↑ telebras.com.br - conheca-a-telebras
  9. ↑ Brasil, CPDOC-Centro de Pesquisa e Documentação História Contemporânea do. «TELEBRAS». CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 21 de maio de 2023
  10. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 MARCEL CALIL NOGUEIRA (2010). «A CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA NO SETOR DE TELECOMUNICAÇÕES: MUDANÇAS ESTRUTURAIS E ESTRATÉGICAS RECENTES NO BRASIL» (PDF)
  11. ↑ Brasil, CPDOC-Centro de Pesquisa e Documentação História Contemporânea do. «TELEBRAS». CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 21 de maio de 2023
  12. ↑ Brasil, CPDOC-Centro de Pesquisa e Documentação História Contemporânea do. «TELEBRAS». CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 21 de maio de 2023
  13. ↑ Brasil, CPDOC-Centro de Pesquisa e Documentação História Contemporânea do. «TELEBRAS». CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 21 de maio de 2023
  14. ↑ Brasil, CPDOC-Centro de Pesquisa e Documentação História Contemporânea do. «TELEBRAS». CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 21 de maio de 2023
  15. ↑ «Folha de S.Paulo - Embratel lança acesso comercial à Internet - 21/12/1994». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 24 de fevereiro de 2024
  16. ↑ «20 anos de internet no Brasil: aonde chegamos?». www.tecmundo.com.br. 4 de março de 2011. Consultado em 24 de fevereiro de 2024
  17. ↑ Telebras (1998). «Relatório Anual 1997» (PDF)
  18. ↑ «Entenda o que foi vendido no leilão da Telebrás». Folha de S. Paulo. 29 de julho de 2003. Consultado em 26 de janeiro de 2015
  19. ↑ Nuno Carregueiro (22 de julho de 2012). «WorldCom declara maior falência da história dos EUA». Jornal de Negócios. Consultado em 13 de maio de 2015
  20. ↑ Elaine Cotta (27 de abril de 2004). «Telmex será a nova dona da Embratel, diz corte de NY». Folha de S. Paulo. Consultado em 26 de janeiro de 2015
  21. ↑ Carlos Rydlewski (24 de março de 2004). «O magnata mexicano comprou a Embratel por quase a metade do valor pago na privatização». Veja. Consultado em 26 de janeiro de 2015
  22. ↑ Redação (3 de outubro de 2005). «Embratel incorpora ativos da Telmex no Brasil». TELETIME News. Consultado em 24 de fevereiro de 2024
  23. ↑ América Móvil aumenta participação na Telmex para 93%
  24. ↑ Claro Telecom Participações S.A. «Relatório de Administração 2021» (PDF)
  25. ↑ Claro Telecom Participações S.A. «Relatório da Administração (2018)» (PDF)
  26. ↑ Martins, Wendel (2 de abril de 2025). «Embratel deixa de existir e vira Claro Empresas; veja o que muda». Canaltech. Consultado em 7 de abril de 2025
  27. ↑ «Star One C4». Gunter's Space Page. Consultado em 24 de janeiro de 2014
  28. ↑ «Star One D1». Gunter's Space Page. Consultado em 24 de janeiro de 2014
  29. ↑ «Star One D2». Gunter's Space Page. Consultado em 29 de dezembro de 2017
  30. ↑ «Satélites para Empresas: Nossa Frota | Embratel». www.embratel.com.br. Consultado em 22 de maio de 2023
  31. 1 2 3 4 «Embratel soluções de TI integradas com Telecom». www.embratel.com.br. Consultado em 22 de maio de 2023
  32. ↑ Nuno Carregueiro (1 de março de 2012). «Embratel muda serviços da marca para Claro». Exame. Consultado em 5 de abril de 2016
  33. ↑ Redação (17 de julho de 2003). «Click 21 será o provedor de acesso gratuito com qualidade Embratel». Embratel. Consultado em 5 de abril de 2016
  34. ↑ «IBGE shows new dynamics of Brazilian urban network | News Agency». Agência de Notícias - IBGE (em inglês). 10 de outubro de 2008. Consultado em 6 de fevereiro de 2026
  35. ↑ «Embratel pode operar serviço de TV por assinatura via satélite»
  36. ↑ «Embratel lança TV por assinatura via satélite»
  37. ↑ «Embratel lança TV por assinatura via satélite»
  38. ↑ Agora a TV por Assinatura Via Embratel é Claro TV
  39. ↑ Embratel Livre muda de nome e vira Claro Fixo
  40. ↑ Claro absorve serviços da Embratel e lança em breve Claro TV e Claro Fixo
  41. ↑ «claro-tv-passa-a-ser-administrada-pela-net»

Ligações externas