Embraer

Embraer
Aviões na sede da Embraer em São José dos Campos
Razão socialEmbraer S.A.
empresa de capital aberto
CotaçãoB3: EMBR3
NYSE: ERJ
Atividadeaeronáutica
defesa aérea
Fundação19 de agosto de 1969 (56 anos)
Fundador(es)Ozires Silva
SedeSão José dos Campos, SP
Área(s) servida(s) Mundo
Pessoas-chaveFrancisco Gomes Neto (CEO)[1]
Empregados15 427 (2021)[2]
Produtosaviões
serviços
material de defesa
DivisõesEmbraer Defesa e Segurança
Subsidiárias
expandir lista:
Valor de mercadoAumento R$ 44.86 bilhões (Fev/2025)[4]
AtivosAumento R$ 73,21 bilhões (Abr/2025)[5]
LucroAumento R$ 943,6 milhões (2023)[6]
LAJIRAumento R$ 2.758 bilhões (2023)[6]
FaturamentoAumento R$ 26.11 bilhões (2023)[6]
Websitewww.embraer.com

Embraer (B3: EMBR3 , NYSE: ERJ) é um conglomerado transnacional brasileiro, fabricante de aviões comerciais, executivos, agrícolas e militares, peças aeroespaciais, serviços e suporte na área.[7][8][9][10][11] A empresa tem sede no município de São José dos Campos, interior do estado de São Paulo, e possui diversas unidades no Brasil e no exterior, inclusive joint ventures na China e em Portugal.

A Embraer tornou-se a terceira maior fabricante de jatos comerciais do mundo e líder absoluta no segmento de até 130 assentos. Para atender demandas globais estabeleceu unidades industriais, escritórios e centros de distribuição de peças e serviços na América, África, Ásia e Europa.

Sua receita líquida em 2024 foi de 35,4 bilhões de reais (6,03 bilhões de dólares).[12] Em 2025 ocupa a terceira posição mundial no setor, abaixo da Airbus e da Boeing.[9] Em 2012 foi a empresa que mais cresceu entre as maiores exportadoras brasileiras (17,6% em relação a 2011).[13]

Para testes das aeronaves, a companhia utiliza tanto a pista do aeroporto de São José dos Campos, quanto a pista da unidade da Embraer em Gavião Peixoto/SP (aeródromo de Gavião Peixoto). A pista de São José dos Campos tem 2 676 metros de extensão e pertence ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial. É utilizada pela Embraer e para transporte aéreo comercial, sendo toda a infraestrutura compartilhada e mantida em parceria com a Infraero. A pista de Gavião Peixoto, com cinco mil metros de comprimento, é a mais extensa do Hemisfério Sul.[14]

História

Origem e fundação

Em 1952, o oficial Casimiro Montenegro convidou o engenheiro aeroespacial e fundador da Focke-Wulf em Bremen, o alemão Henrich Focke e seus engenheiros, para que atuassem no CTA.[15] Isto ocorreu após Montenegro tomar conhecimento dos projetos inovadores que esses engenheiros vinham realizando na Alemanha,[16] através da sugestão e intermediação do engenheiro Wilhelm Stein,[17] convidado por Montenegro para participar de outro sonho seu, o PAR,[18] o núcleo de pesquisa de construção de aeronaves do CTA.

Professor Focke, considerado o inventor do helicóptero pelos relatórios da NASA,[19] e sua equipe chegaram em 1953 em São José dos Campos para desenvolver no PAR, o projeto de um convertiplano.[20][21] A vinda do engenheiro Henrich Focke e sua equipe de especialistas, para o PAR, segundo Casimiro Montenegro e o jornalista Roberto Pereira de Andrade, autor do livro  “A História da Construção Aeronáutica no Brasil”, constituiu o embrião da Embraer.[22][23] A Embraer nasceu como uma iniciativa do governo brasileiro dentro de um projeto estratégico para implementar a indústria aeronáutica no país, em um contexto de políticas de substituição de importações.[24]

Embraer EMB-100, projeto IPD-6504, primeiro protótipo do Bandeirante, cujo primeiro voo foi em 22 de outubro de 1968. A aeronave foi restaurada e encontra-se preservada no Museu Aeroespacial, na cidade do Rio de Janeiro.

Assim, foi aprovado em 25 de junho de 1965, o projeto governamental IPD-6504 para a produção de uma aeronave que atendesse às necessidades do transporte aéreo comercial brasileiro, principalmente em pequenas cidades, visando à produção de um avião que se adaptasse à infraestrutura aeroportuária do país na época. A especificação técnica do projeto era para a produção de uma aeronave pequena, com capacidade para oito passageiros, de asa baixa, turbopropelida e bimotor. O projeto e montagem foram realizados nas instalações do CTA e o primeiro protótipo teve seu voo inaugural em 22 de outubro de 1968. Sua produção envolveu cerca de trezentas pessoas, lideradas pelo engenheiro aeronáutico e então major da FAB, Ozires Silva.[25] No ano seguinte seria criada a Embraer com a finalidade de produzir o modelo em série, denominado Embraer EMB-110, sendo Ozires Silva o primeiro presidente da empresa, cargo que exerceria até 1986.[26]

Mais dois protótipos foram produzidos pela Embraer, com a denominação EMB 100 Bandeirante, passando depois as aeronaves a receber a denominação EMB 110, para a produção em série.[27] Além do CTA, criado em 1946, mas que em 30 de abril de 2009 passou a ser denominado Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), é considerado outro precursor da Embraer o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Criado também por Casimiro Montenegro em 1950, a proposta para sua criação havia sido apresentada por ele em 1945 a um grupo de oficiais do Estado Maior da Aeronáutica.[28]

Fundada no ano de 1969, como uma sociedade de economia mista vinculada ao Ministério da Aeronáutica,[29] seu primeiro presidente foi o engenheiro Ozires Silva, que havia liderado o desenvolvimento do avião Bandeirante.[30] Inicialmente, a maior parte de seu quadro de funcionários formou-se com pessoal oriundo do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), que fazia parte do CTA. De certo modo, a Embraer nasceu dentro do CTA. No ano de 1980, adquiriu o controle acionário da Indústria Aeronáutica Neiva, que se tornou sua subsidiária, atual divisão de aviação agrícola. Durante as décadas de 1970 e 1980, a empresa conquistou importante projeção nacional e internacional com os aviões Bandeirante, Xingu e Brasília.[31][32][33][34]

Cooperação e crise

Embraer 120 Brasília da Delta Airlines.

Ao iniciar uma parceria com a Itália em 1981, foi possível elaborar o avião de ataque ar-terra AMX, considerado um importante salto tecnológico para a elaboração de novos projetos.[32] Em 1986 Ozires Silva deixou a presidência da empresa para assumir a Petrobras. Em 1988 teve início o desenvolvimento de um avião binacional que seria projetado e construído tanto pela Embraer, quanto pela argentina Fábrica Militar de Aviones (FMA). A aeronave teve a designação de CBA-123, sendo CBA a sigla para Cooperação Brasil-Argentina.[35]

Em 1990 o primeiro protótipo voou, mas seu alto preço, além da crise econômica e política da época, acabou com o projeto. Um dado curioso sobre a aeronave é a motorização na parte traseira da fuselagem, com as hélices voltadas para trás. A grave situação econômica do Brasil no final da década de 1980, a qual se convencionou chamar de Década perdida por causa dos dados econômicos ruins registrados somada à hiperinflação, marcou a economia brasileira e contribuíram para o agravamento da crise da Embraer, que quase fechou.[36] O valor da dívida da Embraer alcançou os valores de 790 milhões de dólares no ano de 1991 e 933 milhões de dólares em 1992. Em 1991, Ozires Silva foi convidado a voltar à presidência da empresa e a conduzir o processo de privatização.

Privatização

Em 1992 foi colocada na lista de empresas a serem privatizadas e em 1994, durante o governo de Itamar Franco, a empresa foi leiloada. Com a privatização da empresa, a União pôde arrecadar cerca de 154 milhões de reais.[37][38]

Os novos controladores acionários passaram então a ser os fundos de pensão Previ e Sistel (20% cada) e a Cia. Bozano, Simonsen (20%). Um grupo de investidores com participação acionária menor (total de 20%), composto pela Dassault, EADS, Snecma e Thales Group compraram a Embraer em 1999.[39] Após a privatização, a empresa foi presidida pelo engenheiro Maurício Botelho, que foi substituído em 2007 por Frederico Curado.[40][41]

Após a privatização, a empresa passou por um longo processo de reestruturação, com novos projetos sendo apresentados. O número de funcionários foi reduzido de nove mil para cerca de seis mil pessoas.[42] Em dezembro daquele mesmo ano, a empresa se tornaria a terceira maior empresa mundial no setor.[26]

Antes de ser privatizada, a companhia estava à beira da falência e sequer figurava entre as empresas com maior valor de mercado.[43] Depois de alguns anos da privatização, passou a ser a terceira maior fabricante de jatos comerciais do mundo.[44] Em 2013 foi a Empresa do Ano da edição especial Melhores e Maiores da Revista Exame, por ter sido a companhia brasileira que mais cresceu em exportações em 2012, 17,6% em relação ao ano anterior, sendo uma das maiores exportadoras do país.[45] Tornou-se uma das mais importantes blue chips negociadas na B3 e distribui dividendos a acionistas minoritários e funcionários.[46]

Essa recuperação de mercado após a privatização foi resultado do sucesso do programa ERJ-145, uma aeronave concebida para acompanhar a tendência mundial na aviação regional na época, que era de utilizar aviões de maior porte, com propulsão a jato.[nota 1] O sucesso continuou com os modelos ERJ-170 e ERJ-190. Um dos setores da empresa que mais investiram nessa época foi o de Pesquisa e Desenvolvimento. A Embraer possui atualmente um dos mais avançados centros de realidade virtual do mundo.[48] Os detalhes dessa recuperação estão em um relatório elaborado em 2009 pela USP e UNICAMP, a pedido do BNDES.[49]

Crescimento internacional

Presença global dos aviões produzidos pela Embraer

Maurício Botelho foi responsável pela reestruturação da empresa, principalmente no âmbito financeiro. O lançamento do projeto da família ERJ-145, jatos comerciais com capacidade de até cinquenta passageiros, foi um sucesso de mercado que atingiu a marca de mil aviões vendidos em 2006. O passo seguinte foram novos investimentos para a criação da linha de aviões EMB 170/190, uma aposta no segmento de 70 a 120 lugares, classificados como E-Jets. Foram um sucesso com 878 encomendas firmes e 915 intenções de compra, e que foram logo associados a um novo nicho de mercado, ocupado tanto pelas empresas aeronáuticas principais (ou major) quanto pelas de baixo-custo e baixa-tarifa (ou low-cost, low-fare). Neste segmento, sua maior concorrente é a empresa canadense Bombardier, com modelos de até 90 lugares. Em 2000, a brasileira lançou ações nas bolsas de valores de Nova Iorque e de São Paulo.[carece de fontes?]

ERJ-145 da British Airways.
ERJ-190 da American Airlines.
Gráfico das vendas da Embraer entre 1996 e 2007

Devido a subsídios adotados pela Bombardier, o governo brasileiro entrou com um pedido de reparação na Organização Mundial do Comércio. A disputa durou alguns anos e ambas as partes foram condenadas a adotar novas formas de financiamento aceitas internacionalmente para a venda, fabricação e desenvolvimento de suas aeronaves.[50][51]

Em dezembro de 2002, uma joint venture com a China Aviation Industry Corporation II (AVIC II) criou a Harbin Embraer Aircraft Industry (HEAI),[52] possibilitando a construção e venda de aviões ERJ-145 para o mercado da China. Em 2004, foi criada uma associação com a empresa do ramo de defesa Lockheed Martin, para o fornecimento de aviões de sensoriamento remoto, com base no ERJ-145, para a marinha e aeronáutica dos Estados Unidos. No entanto, este projeto foi suspenso em janeiro de 2006. Ainda em 2004, um consórcio liderado pela Embraer foi declarado o vencedor no processo de privatização da OGMA (Indústria Aeronáutica de Portugal), deste modo derrotando o consórcio ítalo-americano que havia sido constituído pelas companhias Alenia Aeronautica e Lockheed Martin.[53]

Em 2005, a empresa deu início a uma ofensiva comercial para ampliar sua participação no mercado de aviões executivos, presente apenas com o Legacy, cuja plataforma é o jato ERJ-135. Para tanto, iniciou uma reestruturação interna nessa área, organizada pelo seu então vice-presidente de aviação executiva, Luís Carlos Affonso. Em maio do mesmo ano, anunciou o projeto do Light Jet e do Very Light Jet. Juntamente com modelos em tamanho real, seus nomes oficiais foram divulgados em novembro, durante a National Business Aviation Association (NBAA), em Orlando, como Phenom 300 e Phenom 100, respectivamente. Também nesse ano foi lançado o Lineage 1000, maior avião executivo baseado no EMB 190. Em janeiro de 2006 foi anunciado pelo presidente venezuelano Hugo Chávez o veto dos Estados Unidos à venda de aviões de treinamento Super Tucano ao seu país, por alegada transferência de tecnologia de origem norte-americana, presente na aviônica das aeronaves. Pelo mesmo motivo, foi anunciado veto à venda para o Irã.[54]

Em junho de 2012 foi criada uma nova joint venture com a Aviation Industry Corporation of China (AVIC), para a fabricação na China dos jatos executivos Legacy 600/650 usando a infraestrutura e demais recursos da já existente joint venture Harbin Embraer Aircraft Industry (HEAI).[55]

Em setembro de 2012 foram inauguradas em Évora, Portugal, duas novas fábricas (as primeiras no continente europeu).[56]

Reestruturação societária e mudança de nome

Memorial Aeroespacial Brasileiro em São José dos Campos, São Paulo.

Em 20 de janeiro de 2006, a Embraer anunciou um plano de reestruturação societária, segundo a qual o poder decisório seria pulverizado entre todos os acionistas, pois todos os portadores de ações da empresa na B3 teriam direito a voto. Além disso, seria desfeito o esquema, em vigor desde a privatização, no qual os fundos de pensão Previ, Sistel e a Cia. Bozano controlavam 60% das ações. Maurício Botelho continuaria na presidência do Conselho de Administração da empresa até 2009. Em 14 de fevereiro de 2007, a empresa EADS vendeu sua participação acionária de 2,12% da Embraer, por 124 milhões de euros. Em dezembro de 2012, a Embraer contava com 740,5 milhões de ações no mercado, negociadas na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) e na B3, cerca de 50% em cada. Suas ações estavam distribuídas entre fundos de pensão PREVI, Oppenheimer Fund's, Thornburg Investment, BlackRock, BNDESPAR e outros BM&FBOVESPA.[57]

Em 16 de setembro de 2010, o Conselho de Administração aprovou a sugestão da diretoria para que o nome empresarial fosse alterado de Empresa Brasileira de Aeronáutica[58][29] para simplesmente Embraer,[7][8] decisão que foi ratificada pela Assembleia Geral dos acionistas em 19 de novembro de 2010. Nesta mesma assembleia foi também aprovada a ampliação da área de atuação da empresa, que passou a ser não apenas a área aeroespacial, mas também a de sistemas de energia e a área de sistemas de defesa e segurança.[7][8][58]

Proposta de joint venture com a Boeing

O Embraer E-Jets E2.

Em 5 de julho de 2018, a Embraer anunciou um acordo de intenções com a norte-americana Boeing para a criação de uma joint-venture. O negócio foi avaliado em 4,75 bilhões de dólares, com a empresa brasileira a representar 20% da participação. O acordo dependia de aprovação dos acionistas e dos órgãos reguladores de ambos os países. No caso brasileiro, o próprio governo deveria concordar com a criação da nova empresa, por ter participação na Embraer, com títulos de classe especial, chamados golden share. No entanto, haveria a possibilidade da extinção desta participação especial por meio de uma decisão do Tribunal de Contas da União.[59] Com as aprovações definitivas, a previsão era que o acordo fosse oficializado até o fim de 2019.[60]

Porém, em 24 de abril de 2020, o acordo foi rescindido unilateralmente pela Boeing, mantendo a joint venture para comercialização do cargueiro militar C-390. A justificativa foi que a "Embraer havia descumprido as obrigações contratuais", afirmações inverídicas, segundo a Embraer.[61]

Expansão global

No final de 2025, a Embraer tinha uma carteira de pedidos de 31,6 bilhões de dólares (163,8 bilhões de reais), o maior volume já registrado pela empresa até então. No mesmo ano, a Embraer era a terceira maior fabricante de jatos comerciais do mundo e a líder mundial no segmento de aeronaves até 150 assentos.[62][63]

Em março de 2026, a Embraer apresentou o primeiro caça supersônico produzido no Brasil e na América Latina, o F-39E Gripen, fabricado no complexo industrial de Gavião Peixoto e desenvolvido em parceria com a sueca Saab. A entrega é fruto do acordo celebrado pelo governo brasileiro em 2014 que previa a entrega de 36 caças à Força Aérea Brasileira (FAB), dos quais 15 devem ser fabricados no paísm medicante transferência de tecnologia. [64][65]

Subsidiárias

Embraer Aviação Agrícola

A Indústria Aeronáutica Neiva foi fundada em 1954, no Rio de Janeiro. Em 1956 o seu parque industrial foi instalado na cidade paulista de Botucatu. Quase duas décadas depois, em 1975, a empresa foi contratada pela Embraer para produzir a linha Embraer Piper. Em 1980 tornou-se sua subsidiária integral. Em 2006 foi incorporada e denominada Embraer Aviação Agrícola. A unidade tem como foco fabricar e fornecer suporte pós-venda da linha de aviões agrícolas Ipanema. A variante EMB-203 do Ipanema foi o primeiro avião elétrico fabricado da empresa.[66] O EMB-203 é ainda uma opção de base para o desenvolvimento de uma aeronave híbrida elétrica, combinando motor de combustão interna e motor elétrico para proporcionar maior autonomia e menor poluição/consumo.[67] A propulsão híbrida elétrica também foi considerada no projeto do TPNG (TurboProp Next Generation - "Turboélice de Nova Geração").[68][69] Produz também componentes para as linhas Embraer 170, Embraer 190, Phenom 100 e Phenom 300, além de partes do Super Tucano, KC-390, Legacy 450, Legacy 500 e Legacy 650.[70] Sua planta industrial supera 90 000 m², onde trabalham cerca de 1 800 funcionários.[71]

ELEB Equipamentos

Localizada em São José dos Campos, a Eleb foi implantada em 1984 com o nome de EMBRAER Divisão Equipamentos (EDE), com a finalidade de desenvolver e produzir trens de pouso do EMB-312 Tucano e do avião de ataque AMX. Fabrica também diversos componentes para os sistemas eletro-hidráulicos e eletromecânicos das aeronaves da Embraer. Em 1999, passou por uma reestruturação societária, quando formou uma joint venture com a europeia Liebherr Aerospace [en]. Voltou ao controle da Embraer em 2008.[72]

Instalações da Indústria Aeronáutica de Portugal em Alverca do Ribatejo, Portugal.

Indústria Aeronáutica de Portugal

Unidade localizada na Freguesia de Alverca, Lisboa, Portugal. O controle foi adquirido no ano de 2005 em consórcio liderado pela Embraer, tem como atividades a manutenção, reparo e revisão de aeronaves, motores e aviônica. Atua também na fabricação e montagem de componentes e modernização das aeronaves.[72]

EmbraerX

Em janeiro de 2020, a EmbraerX anunciou uma parceria com a Elroy Air [en] para o desenvolvimento de drones para transporte de cargas. A EmbraerX é uma subsidiária da Embraer, sediada na Flórida, EUA, criada para o desenvolvimento de programas de inovação tecnológica. O acordo com a Elroy Air foi anunciado na CES 2020, feira de novas tecnologias em eletrônicos de consumo, que acontece anualmente em Las Vegas.[73]

Embraer Aircraft Industry (HEAI)

Localizada em Harbin, capital da província de Heilongjiang, essa joint venture foi criada em 2002 entre a Embraer e mais duas empresas aeronáuticas chinesas: Harbin Aircraft Industry Group e Hafei Aviation Industry.[52] Seu foco está nas atividades operacionais de venda e suporte pós-venda da linha ERJ-145 na China.[72]

Embraer-AVIC

Também localizada em Harbin, essa joint venture foi criada em 2012 entre a Embraer e a Aviation Industry Corporation of China (AVIC) para a produção, na China, dos jatos executivos Legacy 600/650 utilizando a infraestrutura já existente da HEAI.[55][72]

Divisões

A Embraer, que mantém sua sede na cidade paulista de São José dos Campos, também tem várias unidades outras unidades. No Brasil, a empresa também tem unidades nos municípios de São Paulo, Botucatu, Eugênio de Melo, Gavião Peixoto,[74] Taubaté e Sorocaba, além de representações em Minas Gerais e Rio de Janeiro.[72]

Brasil

Embraer Defesa e Segurança

Com sede comercial no bairro do Brooklin, em São Paulo, a Embraer Defesa e Segurança Participações, cuja planta industrial foi instalada no início de 2011 na unidade Gavião Peixoto,[74] tem como foco o fortalecimento da indústria brasileira de defesa e segurança, aplicando a experiência acumulada pela Embraer ao longo dos anos. É responsável pela produção e modernização tecnológica de aeronaves militares como o EMB-314, AMX e o desenvolvimento e produção do cargueiro tático KC-390. A EDS detém capacitação em gestão de integração de tecnologia e sistemas, aplicáveis ao setor de defesa. Tem parcerias estratégicas com empresas que atuam nas áreas de comando e controle, radares, armamentos e veículos aéreos não-tripulados. Entre suas parceiras estão a Atech, a Visiona e a OGMA.[75]

Unidade Gavião Peixoto

Localizada em Gavião Peixoto,[72] região de Araraquara (coordenadas 21° 45' 36,28" S 48° 24' 12,4" O), esta unidade foi implantada em 2001 e tem como principais atividades a produção das asas para as aeronaves Embraer 190 e Embraer 195, a fabricação final dos modelos Phenom, Legacy e das aeronaves militares Super Tucano e cargueiro militar KC-390. Na unidade são também realizadas todas as atividades de ensaios em voo destas aeronaves. Em Gavião Peixoto também foram modernizados a partir de 2011, os caças F-5 e AMX da FAB na Embraer Defesa e Segurança, cuja planta industrial está instalada dentro da unidade Gavião Peixoto.[72][74]

Unidade Sorocaba

Localizada em Sorocaba, estado de São Paulo, é um centro de serviços de manutenção, reparos e revisão para as linhas Embraer E-Jet e executiva Phenom e Legacy,[76] contando com hangares, salas de reunião e escritórios administrativos. O investimento estimado nos primeiros cinco anos é de 25 milhões de dólares, gerando até 250 empregos diretos.[77]

Centro de Engenharia e Tecnologia

Implantado em 2012, o Centro de Engenharia e Tecnologia da Embraer tem suas atividades relacionadas à capacitação, pesquisa e tecnologia aplicadas à indústria aeronáutica.[78] Inicialmente instalado na Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec), em Belo Horizonte, a unidade deverá ser transferida para o Centro de Capacitação e Tecnologia Aeroespacial de Minas Gerais (CCAE), em implantação na cidade mineira de Lagoa Santa.[79]

Embraer Systems

Denominada Embraer Systems, esta unidade da Embraer atua no desenvolvimento e aplicação de sistemas tecnológicos para as indústrias de gás e petróleo.[80]

Outros países

China
  • Pequim - Localizada na cidade de Pequim, capital da China, essa subsidiária foi criada em parceria com o governo e clientes chineses no ano de 2000. É um escritório para suporte de vendas, relações públicas com clientes e governo chineses, marketing e vendas.[72]
Estados Unidos
  • Embraer Aircraft Holding – Unidade localizada em Fort Lauderdale, Flórida, foi criada no ano de 1979, tem como atividades o comércio de aeronaves, treinamento de pilotos e mecânicos, logística e assistência técnica.[72]
  • Embraer Aircraft Maintenance Services – Localizada em Nashville, Tennessee, foi implantada no ano de 2002, é voltada principalmente para a manutenção das aeronaves da linha Embraer 170/190.[72]
  • Embraer Aero Seating Technologies- Inaugurada em setembro de 2016, na cidade de Titusville, Flórida, a Embraer Aero Seating Technologies produz assentos para aeronaves.[81]
  • Unidade Mesa – Localizada em Mesa, Arizona, foi implantada em 2008, executa serviços de manutenção, reparo e revisão na linha de aviões executivos Phenom e Legacy.[72]
  • Unidade Windsor Locks – Localizada em Windsor Locks, Connecticut, foi Implantada em 2008, assim como a Unidade Mesa, também executa serviços de manutenção, reparo e revisão na linha executiva da Embraer.[72]
  • Unidade Melbourne – Localizada em Melbourne, Flórida, foi implantada em 2011, é a primeira unidade nos Estados Unidos que realiza a montagem final de aeronaves. Produz a linha de executivos Phenom 100 e Phenom 300.[82] Em novembro de 2012 tiveram início as obras de um Centro de Engenharia e Tecnologia na unidade de Melbourne.[72][83]
França
Portugal
Sede da Embraer Portugal em Évora.
Singapura

Localizada na República de Singapura, no Sudeste Asiático. Subsidiária que iniciou suas atividades no ano de 2000, é um centro de estoque e distribuição regional de peças de reposição, manutenção e reparo das aeronaves comerciais da Embraer na região.[72]

Aeronaves produzidas

Comerciais

Em dezembro de 2018, a Embraer afirmou liderar o mercado de aeronaves comerciais de até 150 assentos com 100 operadores das famílias ERJ e E-Jet.[85]

Atuais
Embraer 190 no seu roll-out.
  • Embraer E-Jet
    • Embraer 170 (66–78 passageiros)
    • Embraer 175 (76–88 passageiros)
    • Embraer 190 (96–114 passageiros)
    • Embraer 195 (100–124 passageiros)
  • Embraer E-Jets E2
    • Embraer 175-E2 (80–90 passageiros)
    • Embraer 190-E2 (97–114 passageiros)
    • Embraer 195-E2 (120–146 passageiros)[86]
Anteriores

Militares

Atuais
Apresentação do C-390 Millennium (protótipo PT-ZNF) em 21 de outubro de 2014
Anteriores

Executivos

Atuais
Anteriores

Utilitários

Atuais
Anteriores

Resultados operacionais

Ano Receita líquida
(R$ milhões)
Lucro (prejuízo) líquido ajustado
(R$ milhões)
EBITDA ajustado
(R$ milhões)
Aeronaves entregues
Comerciais Executivas Militares Total
2021[89] 22 669,7 (-274,8) 1 946,3 48 93 14 155
2020[90] 19 641,8 (-3 616,0) 437,6 44 86 18 148
2019[91] 21 802,1 (-862,7) 725,6 89 109 3 208
2018[92] 18 721,6 (-224,3) 1 713,9 90 91 11 192
2017[93] 18 776,1 995 2 291,5 101 109 7 217
2016[94] 21 435,7 585,4 2 844,2 108 117 15 240
2015[95] 20 301,8 241,6 2 450,6 101 120 20 241
2014[96] 14 935,9 796,1 1 980,7 92 116 7 215
2013[97] 13 635,8 777,7 2 239,1 90 119 6 215
2012[98] 12 180,5 697,8 1 762,8 106 99 14 221
2011[99] 9 837,9 156,3 923,1 105 99 8 212
2010[100] 9 381,0 574,0 1 069,0 100 145 2 247
2009[101] 10 871,0 912,0 1 219,0 122 119 7 248
2008[102] 11 747,0 429,0 1 500,0 162 39 6 207
2007[103] 9 980 657 889,1 96 35 38 169

Fonte: Embraer[104]

Entregas líquidas (por ano)
Desde 9 de março de 2022 (2022 -03-09)

Ver também

Notas e referências

Notas

  1. ↑ "O programa ERJ 145 constitui um tournant depois do fracasso comercial do CBA. A empresa captou as mudanças que estavam ocorrendo no mercado de aviação regional, as quais revelavam uma clara tendência para o aumento de tamanho das aeronaves e para o emprego da propulsão a jato." (Montoro,[47] Seção 1.1.2, pág. 38)

Referências

  1. ↑ «Estrutura Organizacional». Embraer. Consultado em 24 de setembro de 2022
  2. ↑ «Relatório da Administração 2021 (Resultado 2021)». Embraer RI. 9 de março de 2022. Consultado em 17 de junho de 2022
  3. ↑ «EMBRAER - Defense & Security» [ligação inativa]
  4. ↑ «Embraer - Google Finanças». Google Finanças. 25 de fevereiro de 2025. Consultado em 25 de fevereiro de 2025
  5. ↑ «EMBR3 (EMBRAER ON NM)». InfoMoney. Consultado em 13 de abril de 2025
  6. 1 2 3 «EMBRAER DIVULGA OS RESULTADOS DO 4º TRIMESTRE E DO ANO DE 2023». Embraer RI. 18 de março de 2024. Consultado em 25 de fevereiro de 2025
  7. 1 2 3 «Embraer muda de nome e amplia área de atuação». Arquivado do original em 24 de setembro de 2015
  8. 1 2 3 «Embraer quer mudar nome para Embraer S.A.». Época Negócios. 2010. Consultado em 23 de janeiro de 2014. Arquivado do original em 20 de setembro de 2010 – via Agência Estado
  9. 1 2 «A embraer». Embraer. Consultado em 13 de abril de 2025
  10. ↑ «Aeronaves Embraer». Embraer. Consultado em 23 de janeiro de 2014 [ligação inativa]
  11. ↑ MONKS, Robert A. G; MINOW, Nell. Corporate governance. 4. ed., pág. 357. Wiley: West Sussex, 2008. ISBN 978-1-4051-7106-9. Acesso em 23 de janeiro de 2014. (em inglês)
  12. ↑ «Lucro ajustado da Embraer dispara 680% em 2024 e atinge 2,6 bilhões de reais». VEJA. Consultado em 13 de abril de 2025
  13. ↑ Estevam Pereira e Alvaro Almeida Ltda in Relatório Anual 2012 - Principais números da Embraer. Acesso em 23 de janeiro de 2014.
  14. ↑ «Complexo da Embraer em Gavião Peixoto (SP), que tem maior pista do hemisfério sul, completa 20 anos». Aeroflap. 2011
  15. ↑ Embraer S.A - Origem
  16. ↑ SILVA, Ozires (2008). Nas Asas da Educação: a Trajetória da EMBRAER. Rio de Janeiro: Elsevier. pp. 11 – 12. ISBN 978-85-352-2631-7
  17. ↑ FOCKE, Henrich. Mein Lebensweg - Autobiographie. Alemanha: Perfect Paperback. p. g 75
  18. ↑ “ANDRADE” e “PIOCHIi”,, “Roberto Pereira de” e “Antônio Ermete". A História da Construção Aeronáutica no Brasil, 1910-1976 (PDF). [S.l.]: Primeira Edição Editora Aquarius, Segunda Edição Editora Brasiliense. pp. Capitulo 12, pg.145/153. ISBN 4046004924
  19. ↑ «HENRICH FOCKE —INVENTOR OF THE FIRST SUCCESSFUL HELICOPTER». NTRS - NASA Technical Reports Server. Consultado em 30 de outubro de 2025
  20. ↑ De Borthole, Fernando. «O PAR, Convertiplano e o Beija-Flor». Portal do Aero - Por Trás da Aviação. Consultado em 19 de Maio de 2024
  21. ↑ «EMBRAER- Jornal interno Bandeirante: O CONVERTPLANO E O GRUPO FOCKE». FLICKR: Documentos W. H. F. Stein 330 ed. Março de 1988. Consultado em 30 de outubro de 2025
  22. ↑ "SWCHATZMAN" e "GUIMARÃES", "Simon" e"Cláudia" (1988). «Depoimento de Brigadeiro Casimiro Montenegro Filho, Pg.20-21» (PDF). FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS - CENTRO DE PESQUISA E DOCUMENTAÇÃO DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DO BRASIL (CPDOC). Consultado em 30 de outubro de 2025
  23. ↑ ANDRADE, Roberto Pereira de. «Convertiplano, o pioneiro esquecido». AERO MAGAZINE (22 de maio de 2012). Consultado em 30 de outubro de 2025
  24. ↑ «EMBRAER: o sonho do menino Ozires Silva que ganhou asas». O Brasil que vai além. Consultado em 4 de abril de 2017. Arquivado do original em 26 de novembro de 2015
  25. ↑ «EMB 110 Bandeirante». Centro Histórico Embraer. Arquivado do original em 22 de setembro de 2014
  26. 1 2 Gilberto Scofield Jr. (17 de março de 2012). «O engenheiro que idealizou a Embraer e viu Ovnis». O Globo. Cópia arquivada em 29 de dezembro de 2017
  27. ↑ «EMB 100 Bandeirante». Arquivado do original em 4 de janeiro de 2015
  28. ↑ «A concepção | ITA». www.ita.br. Consultado em 4 de abril de 2017
  29. 1 2 BRASIL. Decreto-Lei nº 770, de 19 de agosto de 1969. Autoriza a União a constituir a EMBRAER - Empresa Brasileira de Aeronáutica S/A e dá outras providências. Acesso em 23 de janeiro de 2014.
  30. ↑ «A Construção Aeronáutica no Brasil - 1965-1972». IAE. Consultado em 27 de dezembro de 2017. Arquivado do original em 2 de novembro de 2003
  31. ↑ «Fairchild dispute with Embraer adds to strain on U.S. Brazil trade». The Washington Post. 19 de setembro de 1982. Consultado em 16 de fevereiro de 2024
  32. 1 2 Miranda, Zil (2007). O voo da Embraer: a competitividade brasileira na indústria de alta tecnologia. São Paulo: Editora Papagaio. p. 36-51. 196 páginas. ISBN 9788588116177
  33. ↑ meusucesso, Por (10 de dezembro de 2015). «Embraer e a crise dos anos 80». meusucesso. Consultado em 6 de outubro de 2025
  34. ↑ Galante, Alexandre (16 de outubro de 2016). «Os aviões da Embraer em 1985». Poder Aéreo. Consultado em 6 de outubro de 2025
  35. ↑ Embraer S.A. CBA 123 Vector. Centro Histórico Embraer: São José dos Campos. Acesso em 8 de fevereiro de 2014.
  36. ↑ «Como Embraer foi da quase falência a acordo bilionário com a gigante americana Boeing». G1. 18 de dezembro de 2018. Consultado em 6 de outubro de 2025
  37. ↑ «Privatização - Federais - PND». bndes.gov.br. Consultado em 29 de fevereiro de 2024
  38. ↑ Globo, Acervo-Jornal O. «Criada na ditadura, Embraer é privatizada no governo Itamar e vira empresa global». Acervo. Consultado em 2 de fevereiro de 2019
  39. ↑ «Governo: Acordo entrega Embraer a franceses, diz Aeronáutica». Folha de S.Paulo. 20 de dezembro de 1999. Consultado em 2 de agosto de 2023
  40. ↑ «Centro Histórico Embraer»
  41. ↑ «Embraer anuncia mudança inesperada de CEO | EXAME.com - Negócios, economia, tecnologia e carreira». exame.abril.com.br. Consultado em 4 de abril de 2017
  42. ↑ https://www.tmabrasil.org/blog-tma-brasil/noticias-em-geral/embraer-vence-desafios-da-privatizacao
  43. ↑ «Como Embraer foi da quase falência a acordo bilionário com a gigante americana Boeing». Consultado em 6 de outubro de 2025
  44. ↑ EMBRAER vai contratar 3.000 funcionários neste ano. Folha de S. Paulo et al: São Paulo, 2007. Acesso em 23 de janeiro de 2014.
  45. ↑ Um jato mais eficiente Pesquisa Fapesp
  46. ↑ Embraer S.A. Histórico de Dividendos Distribuídos. Acesso em 23 de janeiro de 2014.
  47. ↑ Montoro, Guilherme C. Franco; et al. (2009). Cadeia produtiva aeronáutica brasileira (PDF). oportunidades e desafios. em PDF. Rio de Janeiro: BNDES. 552 páginas. ISBN 978-85-87545-30-5. Consultado em 10 de fevereiro de 2014
  48. ↑ SIQUEIRA, Ethevaldo. Para crescer, Embraer foca na tecnologia. O Estado de S. Paulo: São Paulo, 2012. Acesso em 23 de janeiro de 2014.
  49. ↑ MONTORO, Guilherme C. F. et alii. Cadeia Produtiva Aeronáutica Brasileira: Oportunidades e Desafios. Seção 1 (págs 33 a 69). BNDES: Rio de Janeiro, 2009. ISBN 978-85-87545-30-5. Acesso em 9 de fevereiro de 2014.
  50. ↑ Gabriel, Amélia Regina Mussi (abril de 2001). «A disputa Embraer e Bombardier na Organização Mundial do Comércio». Revista de informação legislativa (150): 231–258. Consultado em 6 de outubro de 2025
  51. ↑ «Para Embraer, fim de disputa entre Brasil e Canadá na OMC é bem-vinda». G1. 18 de fevereiro de 2021. Consultado em 6 de outubro de 2025
  52. 1 2 Embraer S.A. EMBRAER forma joint venture com AVIC II na China. São José dos Campos, 2002. Acesso em 23 de janeiro de 2014.
  53. ↑ Consórcio liderado pela EMBRAER vai privatizar indústria aeronáutica portuguesa. Agência Brasil: Rio de Janeiro, 2004. Acesso em 23 de janeiro de 2014.
  54. ↑ «Folha de S.Paulo - Diplomacia: Itamaraty analisa veto americano à Embraer - 15/01/2006». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 6 de outubro de 2025
  55. 1 2 Embraer S.A. Embraer e AVIC anunciam joint venture para fabricar jatos executivos na China. Acesso em 23 de janeiro de 2014.
  56. 1 2 Embraer S.A. Embraer abre dois novos Centros de Excelência em Portugal. Acesso em 23 de janeiro de 2014.
  57. ↑ Embraer S.A. Embraer em números. Acesso em 23 de janeiro de 2014.
  58. 1 2 «Demonstrações Financeiras - 2010». Embraer. 17 de março de 2011. Consultado em 23 de janeiro de 2014. Arquivado do original em 14 de agosto de 2014
  59. ↑ «TCU deve autorizar governo a vender as 'golden shares'». Valor Econômico. 5 de julho de 2018. Consultado em 6 de julho de 2018. Cópia arquivada em 6 de julho de 2018
  60. ↑ Laporta e Melo, Taís e Luisa (5 de julho de 2018). «Boeing e Embraer anunciam criação de nova empresa avaliada em US$ 4,75 bilhões». Globo.com - G1. Consultado em 5 de julho de 2018
  61. ↑ «Embraer diz que Boeing rescindiu indevidamente contrato de parceria». Agência Brasil. 25 de abril de 2020
  62. ↑ Cardoso, Por Marcel (27 de janeiro de 2026). «Embraer encerra 2025 com carteira de pedidos de R$ 163 bilhões». AERO Magazine. Consultado em 26 de março de 2026
  63. ↑ «Embraer: como a fabricante brasileira virou referência na aviação — e qual será o impacto de tarifas de Trump». BBC News Brasil. 21 de julho de 2025. Consultado em 26 de março de 2026
  64. ↑ «Gripen E production line inaugurated in Brazil». Start (em inglês). Consultado em 26 de março de 2026
  65. ↑ «Conheça o caça Gripen F-39E apresentado pela Embraer». G1. 25 de março de 2026. Consultado em 26 de março de 2026
  66. ↑ Vinholes, Thiago (21 de janeiro de 2022). «O que falta para aviões comerciais elétricos decolarem, segundo especialistas». CNN Brasil. Consultado em 27 de agosto de 2023
  67. ↑ Zaparolli, Domingos (julho de 2019). «Voos mais limpos. Embraer e WEG formam parceria para desenvolver sistema de propulsão elétrica para aeronaves». Pesquisa FAPESP. Consultado em 27 de agosto de 2023
  68. ↑ «Vídeo: o novo turboélice futurista da Embraer». Money Report. 9 de agosto de 2022. Consultado em 27 de agosto de 2023
  69. ↑ Vinholes, Thiago (9 de outubro de 2022). «Conheça os próximos aviões comerciais e militares da Embraer». Época. Consultado em 27 de agosto de 2023
  70. ↑ «Neiva: História e Tradição». Embraer S.A. Consultado em 23 de janeiro de 2014
  71. ↑ www.nuova.com.br, Design: AG2 - www.ag2.com.br | Desenvolvimento: Nuova -. «Unidade Botucatu». www.embraeragricola.com.br. Consultado em 7 de julho de 2017
  72. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 Embraer, ed. (2011). «Relatório Anual de 2011». Consultado em 16 de maio de 2022
  73. ↑ Silva, Paulo Roberto (9 de janeiro de 2020). «Embraer entra no mercado de drones para cargas». Inovação Aberta. Consultado em 9 de janeiro de 2020
  74. 1 2 3 Press Releases, ed. (3 de setembro de 2013). «Embraer Defesa & Segurança entrega o primeiro caça A-1 modernizado para a Força Aérea Brasileira». Embraer S.A. Consultado em 9 de fevereiro de 2014
  75. ↑ «Embraer Defesa e Segurança». Embraer. 2012. Consultado em 8 de fevereiro de 2014
  76. ↑ «Especificações operativas» (PDF). ANAC. 29 de outubro de 2013. Consultado em 9 de fevereiro de 2014
  77. ↑ «Embraer inicia obras do Centro de Serviços para Jatos Executivos em Sorocaba». Embraer. 15 de agosto de 2012. Consultado em 9 de fevereiro de 2014
  78. ↑ «Embraer inaugura Centro de Tecnologia em BH». FIEMG. 23 de outubro de 2012. Consultado em 3 de outubro de 2013. Arquivado do original em 4 de outubro de 2013
  79. ↑ «Embraer inaugura Centro de Tecnologia em BH». Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais. 23 de outubro de 2012. Consultado em 8 de fevereiro de 2014. Arquivado do original em 4 de outubro de 2013
  80. ↑ D'ERCOLE, Ronaldo. Embraer chega ao Rio com uma nova unidade de negócios. O Globo: São Paulo, 2013. Acesso em 8 de fevereiro de 2014.
  81. ↑ «Embraer inaugura Centro de Produção de Assentos com 4.600m² na Flórida». www.mercadoeeventos.com.br
  82. ↑ «Embraer recebe certificado de produção para o Phenom 300 em Melbourne». Embraer S.A. 15 de maio de 2013. Consultado em 23 de janeiro de 2014
  83. ↑ «Embraer dá início às obras do Centro de Pesquisa na Flórida». Embraer S.A. Consultado em 19 de maio de 2013
  84. ↑ Lusa. «Embraer cria centro de engenharia e tecnologia em Évora». PÚBLICO. Consultado em 17 de março de 2017
  85. ↑ «Embraer Delivers its 1,500th E-Jet to Horizon Air» (Nota de imprensa). Embraer. 18 de dezembro de 2018. Consultado em 21 de maio de 2022
  86. ↑ E-JETS E2 Embraer Commercial Aviation. Acessado em 21 de maio de 2022
  87. ↑ «The highlights of the Brazilian Gripen Programme in 2018». Saab Group. 13 de fevereiro de 2019. Consultado em 19 de agosto de 2019
  88. ↑ «A Embraer foi vendida? Não». Embraer. Consultado em 19 de agosto de 2019
  89. ↑ Embraer. «Resultado 2021». Consultado em 17 de junho de 2022
  90. ↑ Embraer. «Resultado 2020». Consultado em 17 de junho de 2022
  91. ↑ Embraer. «Resultado 2019». Consultado em 17 de junho de 2022
  92. ↑ Embraer. «Resultado 2018». Consultado em 17 de junho de 2022
  93. ↑ Embraer. «Resultado 2017». Consultado em 17 de junho de 2022
  94. ↑ Embraer. «Resultado 2016». Consultado em 17 de junho de 2022
  95. ↑ Embraer. «Resultado 2015». Consultado em 17 de junho de 2022
  96. ↑ Embraer. «Resultado 2014». Consultado em 17 de junho de 2022
  97. ↑ Embraer. «Resultado 2013». Consultado em 17 de junho de 2022
  98. ↑ Embraer. «Resultado 2012». Consultado em 17 de junho de 2022
  99. ↑ Embraer. «Resultado 2011». Consultado em 17 de junho de 2022
  100. ↑ Embraer. «Resultado 2010». Consultado em 17 de junho de 2022
  101. ↑ Embraer. «Resultado 2009». Consultado em 17 de junho de 2022
  102. ↑ Embraer. «Resultado 2008». Consultado em 17 de junho de 2022
  103. ↑ Embraer. «Resultado 2007». Consultado em 17 de junho de 2022
  104. ↑ Embraer. «Central de Resultados». Consultado em 17 de junho de 2022

Bibliografia

Ligações externas